Jejum,
esmola e oração
Durante
o tempo quaresmal, o cristão é convencido pela Igreja a exercer o
jejum, a esmola e a oração. Esses exercícios devem ser praticados
durante o ano, mas no período da quaresma se faz com mais
intensidade.
O jejum, no sentido religioso, não quer dizer somente se privar de
comer determinada comida, mas de que "não só de pão vive o
homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus"(Mt 4,4)).
Somos incitados a nos desapegar de todos os bens que por acaso nos
impeça de agradar a Deus. A missão do ser humano é fazer as
vontades do Senhor, acima de todas as coisas.
A esmola é caridade propriamente dita. Não só aquela doada
materialmente, mas uma palavra, um carinho, um aperto de mão, uma canção,
um sorriso..., que se dá a um necessitado. Essa expressão de
caridade quer dizer amar a Deus e ao próximo, pois, "como se
pode dizer que se ama a Deus, que não se vê, se não amamos o próximo"(1
Jo 4,20), filho de Deus e nosso irmão.
A oração é uma forma de nos relacionarmos com Deus e
reconhecermos como seus filhos. Ela deve ser humilde, expressando toda
a nossa confiança de verdadeira adoração a Deus. Sem oração, a
vida de comunhão com Deus se torna insípida e vazia. A oração autêntica
é uma demonstração de carinho para com o nosso Senhor Jesus Cristo,
que sofreu e morreu por nós, a fim de livrar-nos do pecado.
Devemos aprender tudo que o Nosso Pai nos ensinou e tentarmos viver
como Ele viveu, fazendo o bem a quem quer que seja e sem nenhum
interesse, isto é, amando incondicionalmente.
Preparemo-nos para a Páscoa!
Newton
Prestrelo Marinho
E-mail:npmarinho@hotmail.com
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