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Sinal
dos Tempos: Pólo Norte pode ficar sem gelo no próximo verão
28.06.2008 - O Pólo Norte pode perder seu gelo neste verão devido ao
aquecimento global, que está reduzindo a calota polar há uma década,
algo sem precedentes na atualidade, advertiu nesta sexta-feira o
cientista americano Mark Serreze.
"É muito provável que não haja calota no Pólo Norte no final
deste verão, já que o Pólo está coberto apenas por uma fina camada
de gelo", explicou Serreze, pesquisador do Centro Nacional da
Neve e Gelo dos Estados Unidos, com sede em Boulder (Colorado).
Segundo Serreze, há 50% de chance de ocorrer tal situação, tornando
"concebível que em meados de setembro veleiros possam navegar do
Alasca ao Pólo Norte".
"O que observamos nos últimos dez anos foi uma grande redução
no gelo do Ártico, especialmente nos três últimos anos, e esta tendência
a longo prazo fará com que não haja mais gelo no verão no oceano ártico
até 2030".
Fonte: Terra notícias
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Lembrando...
Depois de 3.000 anos, geleira do Ártico se separa de ilha canadense
01.01.2007 - Uma geleira de 65 metros quadrados que se sobressaiu do
Oceano Ártico por 3,000 anos da costa norte do Canadá se partiu
abruptamente no verão de 2005, aparentemente solto por temperaturas
severamente quentes, ventos e ondas, cientistas disseram sexta-feira.
A geleira Ayles, como a antiga placa grossa de 30m era chamada, foi
levada por um golfo pela costa norte da Ilha Ellesmere quando a
geleira que pressionava a costa lá, mesmo no verão, foi substituída
pelo mar aberto devido ao aquecimento da temperatura, disseram os
cientistas.
A mudança foi primeiramente anunciada por Laurie Weir do Serviço
Canadense de Gelo, quando ela examinou imagens de satélite tiradas de
Ellesmere e ao redor depois de 13 de agosto de 2005. Em menos de uma
hora por volta do meio dia desse dia, uma larga fenda se abriu e foi a
caminho do mar.
A geleira é uma das poucas restantes de uma ampla expansão de
geleiras flutuantes que antes se projetavam pela costa de Ellesmere,
algo parecido com a aba do chapéu.
Tais geleiras são muito mais grossas e velhas do que as capas de gelo
que andam pelo Oceano Ártico. Elas consistem em massas de gelo
flutuantes variando de 90cm á 2m de espessura que cresceram em poucos
anos.
O gelo do mar Ártico experimentou agudos recuos no verão por várias
décadas, acrescentando como uma evidência de aquecimento
significante próximo ao Pólo Norte. (Nem geleiras derretendo ou mar
de gelo contribuem para o aumento do nível do mar porque eles já estão
no mar, como cubos de gelo em uma bebida).
Aproximadamente 90% de 6,280 metros quadrados de geleiras que existiam
em 1906 quando o explorador do Ártico Robert Peary pesquisou a região,
de acordo com Luke Copland, o diretor do laboratório da Universidade
de Ottawa para pesquisas.
Em um evento resumindo o evento, mas ainda não publicado, Copland e
outros pesquisadores disseram que a transformação da geleira Ayles
de uma geleira para uma ilha de gelo flutuante parece ser o resultado
de um aquecimento estranho em 2005 no topo de uma tendência de
aquecimento de longo prazo.
Fonte: New York Times
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"Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. Na terra a aflição
e a angústia apoderar-se-ão das nações pelo bramido do mar e das
ondas". (Lc 21,25)
Fonte:
Portal Anjo
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