|
|
|
www.paideamor.com.br |
Fidelidade:
coisa fora de moda?A fidelidade está aliada à confiança, juntas exigem renúncias Muitos
equipamentos eletrônicos têm como característica de sua performance
a fidelidade na reprodução dos sons e imagens. Esta característica,
que é valorizada nesses equipamentos, parece estar correndo risco de
vida nas relações entre as pessoas. Percebemos que políticos não são
fieis às suas ideologias nem aos seus eleitores; assim como pessoas
que vivem sob o vínculo de um relacionamento também atropelam a
fidelidade quando a consideram uma virtude fora de moda ou buscam
realizar desejos reprimidos por muito tempo. Assumir
com responsabilidade compromissos com uma pessoa ou instituição
exige que manifestemos concordância com seus princípios por meio da
sinceridade de nossos atos. Acredito que a fidelidade está aliada à
confiança – as quais, juntas – exigem renúncias por parte
daqueles que as valorizam. Sabemos que a ausência de uma dessas
virtudes traz instabilidade e insegurança para a harmonia dos
relacionamentos. Para
justificar os atos de infidelidade, muitas novelas e programas de
televisão tratam o assunto como se fosse algo comum, e na maioria das
vezes atribuem à ausência de afeto, carinho e atenção como sendo
os pivôs deste ato falho. A
reação de certo conformismo para o ato de infidelidade parece ser
facilmente tolerado quando se considera a hipótese de se experimentar
breves momentos de felicidade que não inspiram vínculos. No entanto,
precisamos estar atentos aos efeitos maléficos desse ato. Ao contrário
do que possam exigir nossas carências e apelos de nossos mais
primitivos instintos, temos de ter consciência dos reflexos negativos
que podem ofuscar nossos valores e princípios. Na
vida a dois, facilmente as pequenas discussões ou desatenções
ganham proporções exageradas de um dia para o outro. Ao final de uma
semana, os casais podem mal se tocar ou conversar, e se tal situação
se prolongar, em pouco tempo, poderão até considerar a possibilidade
de encontrar alguém que possa suprir suas carências. Diante de
momentos de fragilidade, ocasionados pelo sentimento de abandono e
desatenção, não será difícil encontrar alguém que se disponha a
ser a personificação da “boa intenção”. Se
os resquícios de uma traição contaminar a base que a sustenta,
certamente a fidelidade e a confiança estabelecidas no compromisso de
amor não serão mais as mesmas. Antes mesmo de dar asas à
“serpente” vale a pena corrigir os acidentes de percurso dos
relacionamentos, como a falta de atenção e de solidariedade, entre
outros. Assim não experimentaremos o amargor do arrependimento de ter
lançado “pérolas aos porcos”. Deus
ajude a cada um daqueles que se dispõe a acreditar na realização do
impossível quando se amam. Um
abraço José
Eduardo Moura Fonte:cancaonova.com |
|
Copyright © Pai de Amor - Todos os direitos reservados. |