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Juventude
Afetividade
e sexualidade... Duas forças que Deus colocou em nós!
A
juventude é uma bela época da vida.
É nesta fase que tomamos as decisões mais importantes: que profissão
escolher, com quem casar, como viver a vida religiosa, etc.
É o momento em que o jovem desperta para a busca de sua complementação
com uma pessoa do outro sexo, ou então decide abrir mão da vida
conjugal para ser inteiramente de Deus.
Qualquer que seja o caminho escolhido, sempre será muito forte a sua
afetividade e a sua sexualidade, duas forças enormes que Deus colocou
em nós e que não as deu aos animais. Bem orientadas e usadas, essas
duas belas energias nos fazem felizes, mas, se desequilibradas, podem
gerar muitas dores e lágrimas.
A vida do homem e da mulher, vivendo juntos no amor recíproco que os
faz crescer e multiplicar (cf. Gênesis 1,28), é um belo desígnio de
Deus, Ele quis fazer do casal humano a “fonte da vida”. Sem
respeitar esse projeto de Deus, jamais o homem, a mulher e a
humanidade serão felizes. Somente quem criou o homem pode dizer como
ele deve viver; ninguém mais.
Mas para que tudo isso aconteça bem, para que cada homem e cada
mulher vivam esta realidade, é preciso que sejam saudáveis em sua
afetividade e em sua sexualidade, pois por meio dessas faculdades,
passará a estrada do amor e da vida. Portanto, cada um precisa cuidar
de si mesmo para poder fazer o outro feliz. É preciso ter a lucidez e
a coragem de “olhar para si mesmo”, com o olhar amoroso de Deus, e
perguntar: Como vai a minha vida?
É preciso perguntar-se: Será que eu sei amar de verdade ou será
que vivo uma caricatura de amor? O amor é belo e tem muitas
faces, mas é preciso “possuir-se” para saber amar. Ninguém dá o
que não possui.
Para amar de verdade e construir o outro, eu preciso ser livre, não
escravo de mim mesmo e de minhas paixões.
Se a afetividade e a sexualidade forem desordenadas no jovem, o seu
namoro não poderá ser feliz, pois haverá muitos problemas. Corre-se
o risco de fazer dele, não um tempo bonito de “conhecer o outro”
e de crescer juntos, mas uma aventura dominada e perdida no turbilhão
das paixões, com muitos riscos e muitas destruições.
Quando o jovem encontra o equilíbrio na sua afetividade e
sexualidade, logo entende o enorme valor da castidade até o
casamento, que será para ele como uma escola de amadurecimento
pessoal em preparação para esse sacramento.
Prof. Felipe Aquino
Do livro: “A cura da nossa afetividade e sexualidade”
Fonte:cancaonova.com
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