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Superando
expectativas médicas bebê com anencefalia vai completar um ano
15.11.2007
- A menina que nasceu sem cérebro em novembro de 2006 na Santa Casa
de Patrocínio Paulista, a 432 km de São Paulo, consegue ouvir os
sons. A conclusão é da pediatra Márcia Beani, que acompanha o bebê
desde o nascimento, após um exame detalhado realizado na terça-feira
(13). “Nós não sabíamos como ela entendia a voz na mãe”, disse
a médica.
Apesar de perceber os sons, ela não sabe distingui-los, já que o
exame também mostrou que ela tem apenas o tronco cerebral. “A criança
é anencefálica. Ela não tem nada do cérebro, tem uma massa cística,
que é líquido. O tronco cerebral dela faz coisas que em uma pessoa
normal não faria”, afirma Márcia. O tronco é uma parte do sistema
nervoso que faz a ligação entre a medula e o cérebro, também
chamado de ponte.
É a segunda vez que o bebê passa por uma ressonância magnética.
Aos quatro meses, um exame foi realizado, mas, como ela estava
agitada, não foi possível fazer um mapeamento detalhado do sistema
nervoso. Na última terça-feira (14), seis dias antes do aniversário
de 1 ano da menina, a mãe pôde acompanhar a ressonância e ela
dormiu, tranqüila. “Deu para ver com detalhes”, contou a
pediatra.
A criança surpreende os médicos desde o nascimento. Bebês com
quadro de anencefalia (ausência de cérebro) costumam viver apenas
minutos ou horas após o parto. A menina já vai completar 1 ano. O
exame mostrou que ela tem a coluna e a medula, assim como o mesencéfalo,
que faz parte do tronco cerebral. Além disso, ela possui o conduto
auditivo, que garante a audição.
Ela deixou o hospital em abril e recebe cuidados especiais em casa. Os
equipamentos necessários para manter o bebê vivo foram emprestados
pela prefeitura de Patrocínio Paulista, que alugou as máquinas. A
criança recebe desde setembro um benefício assistencial ao portador
de deficiência. No valor de um salário mínimo (R$ 380), o benefício
é pago pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).
Fonte: G1
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Lembrando...
Na data de 03.06.2007 -
Hoje faz 3128 dias que o ex-Ministro José Serra assinou a Norma Técnica
do Aborto em 9 de novembro de 1998.
Hoje faz 900 dias que o ex-Ministro Humberto Costa divulgou mais uma
Norma Técnica do Aborto em 15 de dezembro de 2004.
Hoje faz 801 dias dias que o presidente Lula sancionou a Lei de
Biossegurança, que permite a destruição de embriões humanos, em 24
de março de 2005.
Hoje faz 640 dias dias que o Ministro Saraiva Felipe editou a portaria
1508, que oficializou a prática do aborto no SUS, em 1º de setembro
de 2005.
Marcela: o fato que faz calar o argumento
Quando o menino Jesus nasceu, “o rei Herodes ficou alarmado, e com
ele Jerusalém inteira” (Mt 2,3). A pequena Marcela, de maneira
semelhante, está causando grandes incômodos entre os defensores do
aborto de anencéfalos.
Os abortistas insistem em dizer que um bebê com anencefalia nunca
poderá viver mais que uma semana após o nascimento. Marcela, porém,
já passou de dois meses de nascida, engordando em média cem gramas
por semana. Em 30/01/2007, ela pesava 2,9 kg , com 50 cm de altura.
Os abortistas dizem e repetem que a mulher grávida de um anencéfalo
carrega um “peso inútil” e que seria desumano exigir da mãe o
sacrifício de não matar o bebê. Marcela, porém, longe de ser inútil,
está fazendo a felicidade da família. Pelo simples fato de existir,
ela é um presente para sua mãe.
Os abortistas, repetindo o que lamentavelmente disse o Conselho
Federal de Medicina, afirmam que o anencéfalo é um “natimorto
cerebral”, de modo que os órgãos poderiam ser extraídos dele,
antes mesmo que a respiração cessasse (!). A exuberante atividade
vital de Marcela, porém, faz cair por terra a idéia de que ela está
“morta”. Impossível aceitar que a menina seja apenas um repositório
de órgãos para transplante.
Os abortistas afirmam que o anencéfalo não pode sentir dor, nem ter
consciência. No entanto, Marcela reage a todos os estímulos
nervosos. Mamou no peito durante a primeira semana de nascida, e agora
é alimentada por uma sonda. Sua mãe Cacilda e sua irmã Débora dão
testemunho de ela chega a sorrir!
E Marcela veio nascer justamente na Diocese de Franca. Na mesma
diocese em que, poucos dias antes, em 8 de novembro de 2006, uma
mulher de 30 anos havia abortado sua filha anencéfala de sete meses,
depois de obter autorização de um juiz! Na mesma diocese em que Dom
Diógenes protestara veementemente contra a atitude desse juiz!
Entre as visitas que Marcela recebeu está a de uma mãe que abortou
seu bebê anencéfalo. Acerca dela, Sra. Cacilda comenta: “A gente vê
que ela está sofrendo, que está arrependida. Ela ficou
emocionada”.
“Conta-se que Diógenes, diante de quem Zenão de Eléia desenvolvia
seus argumentos contra a possibilidade do movimento, contentou-se, em
vez de qualquer resposta, em levantar-se e andar...”.[1]
De maneira análoga, diante de todos os defensores da Argüição de
Descumprimento de Preceito Fundamental 54 (ADPF 54), em juízo no
Supremo Tribunal Federal, que pretende declarar lícito o aborto de
bebês anencéfalos, a pequena Marcela, em vez de dar qualquer
resposta, contenta-se em permanecer viva junto de sua mãe.
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis
www.providaanapolis.org.b
{1] MARITAIN, Jacques. Elementos de filosofia I: introdução geral à
filosofia. 17. ed. Rio de Janeiro: Agir, 1994. p. 88
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Marcela: a anencéfala que desafia os abortistas
(nascida em 20/11/2006, ela permanece viva e recebendo cuidados da mãe)
A Diocese de Franca (SP) e, mais especificamente, a cidade de Patrocínio
Paulista, foram agraciadas com um presente do Céu: Marcela de Jesus
Ferreira, uma menina anencéfala, filha de Cacilda Galante Ferreira
(36 anos) e Dionísio Justino Ferreira (46 anos). Aos quatro meses de
gestação, Sra. Cacilda soube que seu bebê era anencéfalo e recebeu
a sugestão de "interromper a gravidez" ou "antecipar o
parto". Católica e temente a Deus, Sra. Cacilda rejeitou
totalmente a idéia do aborto. Marcela nasceu na Santa Casa da Patrocínio
Paulista no dia 20 de novembro de 2006. O Diácono Fábio Costa
batizou-a logo após o nascimento. Mas a criança, contrariando os
prognósticos, permanece viva até o dia de hoje, com 28 dias de
nascida. "A Marcela é um anjinho, muito amada. Ela é muito
bonitinha", diz Sra. Cacilda. Para as mães, ela tem a seguinte
mensagem: "Acreditem em Deus. Deus é o mais importante na vida
da gente. Só ele dá a vida. Só ele tem o direito de tirar". E
acrescenta: "Que as mães que têm crianças saudáveis nunca se
esqueçam de agradecer a Deus".
"Sofrer a gente sofre, mas ela não pertence a mim, mas a Deus, e
eu cuido dela aqui [...]. Enquanto isso, cada segundo da vida dela é
precioso pra mim" (Cacilda Galante Ferreira, mãe de Marcela.
Fonte: Portal Anjo
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