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A nova tática dos corruptores: trocar o proibido pelo polêmico

 

 

18.03.2007
Enviado por Hugo Ferreira Pinto. (SP)

É a nova tática dos corruptores: Apresentam o que há de pior, moralmente falando e não dizem que é proibido e sim que é “polêmico”, enfraquecendo assim a nossa resistência.

“Polêmico” dá-nos a possibilidade, a “liberdade” de polemizar, de discordar, de tentar discutir. Em suma, a polêmica atrai.

Há pouco, foi apresentado como “polêmico”, na Inglaterra, a criação de “contos infantis” destinados a fazer enveredar as crianças no homossexualismo, passando a considerá-lo normal, atraente, benéfico... Um dos contos narra que um Príncipe (conto infantil sem príncipe não dá...) que, desejando se casar, depois de procurar várias Princesas, acabou se decidindo pelo IRMÃO de uma delas, com quem se “casou”.

Então, afirmam, isso aí não é proibido, é simplesmente polêmico...

Como se está tornando “polêmico”, também, a criação de “casais” de bonecas “Barbie” do mesmo sexo. Assim as criancinhas “são arrancadas do seio materno da Igreja, impelidas a renegar e a blasfemar Jesus Cristo e induzidas aos piores excessos de luxúria”, como está na profética Encíclica de Pio XI sobre a reparação (também destes medonhos crimes) ao Sacratíssimo Coração de Jesus.

“Ai de quem escandalizar a um desses pequeninos” (de qualquer idade) (Mc 9,42), de per si capacitados a prestar o “perfeito louvor” (Mt 21,16) a Nosso Senhor Jesus Cristo. Ai daqueles que concordarem com esta infâmia, ao menos com o seu silêncio, pois, bem diz o provérbio, “quem cala consente”. Calam-se, mas tem sempre tempo disponível para proferir “palavras inúteis” (Mt 12,36) ou “vãos discursos” (Ef 5,6) que “atraem a ira de Deus”. Pois o homem será julgado até por essas palavras vãs. (Mt 12,36)

“Polêmica” atrai, do mesmo modo que “apologética” que os inimigos de Deus e da religião, sabedores disso, trataram de abafar e conseguiram fazer desaparecer até a própria palavra...

Finalmente, ai do Apostolado da Oração se – infiel a sua missão e ao seu carisma – não oferecer e não propagar a reparação e o desagravo por tão nefandos e hediondos crimes!!!

E ai, ai, ai dos seus mentores – melhor dito, alguns deles - se dissuadirem os Associados dizendo e ensinando que a “reparação” deixou de ser atual e necessária (coisa do passado) e, sendo incoerentes, não trataram de suprimir a “reparação de nossas ofensas” da redação oficial do Oferecimento do dia (24 horas diárias reparadoras!); ou fazem tão pouco caso disso que acreditam (e nisso estão certos) que a repetição “automática” do Oferecimento acabará por esvaecer essa incômoda palavra!

Devemos repetir uma e muitas vezes que o Brasil (e o mundo todo) estão próximos à destruição total NÃO PELO PECADO, que avassala tudo, mas pela falta de reparação ao pecado. Os cientistas estão começando a acordar e já nos falam de tais cataclismos.

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FRUTOS ESPERADOS DA CONSCIENTE

“REPARAÇÃO DE NOSSAS OFENSAS”

(CONTIDA NO OFERECIMENTO DO APOSTOLADO DA ORAÇÃO)

“Desta prática, santamente renovada e estendida a toda a Igreja, grandes e assinalados bens nos apraz esperar, tanto para os indivíduos como para a sociedade religiosa , doméstica e civil, porquanto o próprio Redentor prometeu a Santa Margarida Maria ‘cumular com a plenitude de suas graças os que prestassem esta honra a seu Coração’. Os pecadores, com certeza, ‘contemplando a quem transpassaram’ (Jo 19,37) movidos pelo pranto da Igreja universal a detestar as injúrias feitas ao Sumo Rei, “reentrarão em si mesmos” (Is 46,8), receando não venha a acontecer que, obstinando-se em seus pecados, ao verem aquele a quem feriram “vir sobre as nuvens do céu” (Mt 26,64), lastimem tarde demais a irreparável desgraça (cf. Ap 1,7).”

“Quanto aos justos, hão de crescer ainda mais em justiça e santidade (Ap 21,11) e consagrar-se, com renovado fervor, ao serviço de seu divino Rei, a quem vêem desprezado e combatido e tão gravemente injuriado; acima de tudo, crescerá neles o zelo pela salvação das almas, ao ouvirem o queixume da vítima: ‘Que utilidade há na efusão do meu sangue?” (Sl 19,10) e ao relembrarem, ao mesmo tempo, a alegria deste Coração Sacratíssimo ‘por um só pecador que se converter’ (Lc 15,7). E é o que antes de tudo esperamos nós e com toda a alma desejamos que a justiça de Deus – propensa a perdoar Sodoma por amor de dez justos* – muito mais se digne de usar de misericórdia para com toda a família humana, quando lhe dirigirem súplicas e desagravos OS FIÉIS TODOS, junto com Cristo, mediador e cabeça.” (“Miserentissimus Redemptor” 22). “Os fiéis todos” – depois de Pio XI outros Papas, culminando com João Paulo II, tem insistido e insistido – parece que inutilmente - que o “Oferecimento reparador” do Apostolado da Oração é para “os fiéis todos” e não apenas para um grupinho de fervorosas Senhoras idosas. “Todos”, sem exceção de um só, é a expressão literal de Pio XI e de Pio XII. O mesmo João Paulo II, com outros termos.

* Sabemos que, por falta da reparação, Sodoma pereceu miseravelmente e que Deus aceitou apenas um único intercessor, Lot, para poupar a cidadezinha de homossexuais chamada Segor, (Gn 19,21) tão má que o próprio Lot teve depois que fugir dela e foi, com suas filhas, morar numa caverna (Gn 19,30).

 

Fonte: Portal Anjo

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