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Pessoas
célebres diante da morte
08.12.2006
- Diante da morte, este momento singular e decisivo, o homem torna-se
mais sério e mais honesto; parece que nesta hora a realidade supera o
orgulho alimentado durante a vida. Muitos ateus, na hora da morte, em
poucas palavras, negaram tudo o que viveram ou ensinaram em vida.
Vejamos o que muitos ateus disseram próximo da morte.
Engels principal propagandista do ateísmo, voltou a reconhecer
Deus: “A vida tem que ser devolvida Àquele que morreu na cruz por
todos os homens” ( Atheismus – ein Weg. P. 170).
Lênin, ao final da sua vida pediu perdão por todos os seus
erros a Deus, ao mundo:
“Cometi um grande erro. A sensação de viver perdido num oceano de
sangue derramado por inumeráveis vítimas, persegue-me. Mas já não
podemos voltar atrás. Para salvar a Rússia tínhamos precisado de
homens como são Francisco de Assis. Dez homens como ele e ter-la-íamos
salvo” ( Prof. Möbius. Bildpost
und Pilger).
Sinoviev, presidente da Internacional Comunista e
colaborador de Lenin, exclamou antes de morrer: “Escuta, Israel, o
Senhor nosso Deus é o único Deus”. (R.
Wurmbrand, Antwort auf Moskaus Bibel. Seewis, 1984. P. 47).
Hans Frank, alemão, ministro do Governo nacional-socialista de
Hitler, disse antes de ser executado: “Aceito a morte como expiação
pela grave injustiça cometida por nós. Mas espero que a misericórdia
divina ainda nos possa salvar” ( Prof. Möbius. Bildpost
und Pilger).
J. V. Ribbentrop, ministro alemão dos Negócios
Estrangeiros do Governo nacional-socialista, disse antes de morrer:
“Espero poder ainda ser salvo e obter misericórdia graças ao
Sangue redentor de Cristo” ( H. Weesling. Was
seid ihr traurig).
Heinrich Heine (1797-1856), o grande blasfemo, conhecido
de Marx e Moses Hess, reconhece honestamente antes de sua morte: “A
velha lira despedaçou-se na rocha que se chama Cristo! Esta lira,
dominada por um espírito maligno, celebrou festas maliciosas. A lira,
que apelou à revolta, que cantou a dúvida, a blasfêmia, a queda. Oh
Senhor, oh Senhor, eu ajoelho-me, perdoa, perdoa-me as minhas canções”.
A empregada de Karl Marx, depois de sua morte, revelou o
seguinte: “Era um homem temente a Deus. Quando esteve gravemente
doente, rezava sozinho no seu quarto, à luz de muitas velas e punha
uma espécie de fita em volta da testa” (S. M. Rii, Karl Marx Master
of Fraud, Nova Iorque, 1962. p. 2).
Marx um dia disse: “Tenho a certeza de que perdi o céu por culpa própria.
A minha alma que antes pertencia a Deus, está destinada ao inferno.
Ah, a eternidade é o nosso tormento, o nosso martírio eterno.” (
D. blasse Maid, Seg. ME. Vol I-1. P. 55-57).
Mao Tse Tung, dirigente comunista da China, declarou em
1971 a um jornalista britânico:
“Em breve vou comparecer diante de Deus”. Em 1936 Mao adoeceu
gravemente e como Membro do Comitê Central do Partido Comunista
“pediu para ser batizado. Foi uma freira católica que o batizou”(
Antw.auf Mosk.Bibel (Nr. 35). P. 47).
Jaroslavski, presidente do Movimento Ateu Internacional pediu,
já no seu leito de morte, a Stalin:
“Queimem todos os meus livros!”. “Olhem, vejam os Santos! Ele já
está há muito tempo à minha espera. Ele está aqui! Queimem os meus
livros!” ( Antw.auf
Mosk.Bibel (Nr. 35). P. 47).
L. Pachmann, campeão de xadrez checo, marxista, secretário do
Sindicato Central, detido em 1969: “Durante os poucos dias que
passei na prisão entre a vida e a morte, recebi de Deus a fé” ( D.
Weg u.d. Wahrheit u.d. Leben, ed. pelo Inf. zentr. Ber.der.
Kirche. p. 11).
“O único mérito no conhecimento da verdade consiste na
disponibilidade da alma de não querer resistir a aceitar uma verdade
eterna, que já não luta contra a sua revelação. Num momento de tal
importância abre-se o caminho que nos leva à verdadeira
felicidade”.
Lemos no Manifesto Comunista: “...mas o comunismo abole as verdades
eternas, suprime a religião e a moral”.
Substituem a verdade pela dialética; o espírito e Deus pelo
materialismo, pelo qual esperam vir a ser salvos, em vez de esperar a
salvação do Criador. Sem pensamento e sem espírito, o homem
torna-se escravo das suas paixões absurdas; é o pecado; e a destruição
da sua personalidade.
Felipe
Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Fonte:cancaonova.com
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