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Saiba
porque a Igreja não aceita o aborto
Segundo o Novo Catecismo da Igreja Católica
(N.2270, 2271, 2272, 2273, 2274 e 2275), a vida humana deve ser
respeitada de maneira absoluta a partir do momento da concepção.
Desde o primeiro momento de sua existência, o ser humano deve ver
reconhecidos os seus direitos de pessoa, entre os quais o direito
inviolável de todo ser inocente à vida.
Desde o primeiro século a Igreja afirmou a maldade moral de todo
aborto provocado. Este ensinamento não mudou. Continua invariável. O
aborto direto, quer dizer, querido como um fim ou como um meio, é
gravemente contrário à lei moral: não matarás o embrião por
aborto e não farás perecer o recém-nascido.
A cooperação formal para um aborto constitui uma falta grave. A
Igreja sanciona com uma pena
Canônica de excomunhão este delito contra a vida humana. Quem
provoca aborto, seguindo-se o efeito, incorre em excomunhão latae
sententiae pelo próprio fato de cometer o delito e nas condições
previstas pelo direito.
Com isso a Igreja não quer restringir o campo da misericórdia.
Manifesta, sim, a gravidade do crime cometido, o prejuízo irreparável
causado ao inocente morto, a seus pais e a toda a sociedade.
O direito inalienável de todo indivíduo humano inocente à vida
constitui um elemento constituitivo da sociedade civil e de sua
legislação.
Visto que deve ser tratado como uma pessoa desde a concepção, o
embrião deverá ser defendido em sua integridade, cuidado e curado,
na medida do possível, como qualquer outro ser humano.
Fonte: Revista Jesus Vive e é o Senhor
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