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27/10/2008
Assim é a Missa
Segue
abaixo o testemunho da mística católica Catalina Rivas de suas
visões sobre a Missa. Serve para aqueles que acham que Missa é
festa, dança, palmas, show e ceia. Serve até para os padres que
assim entendem. Quando dançam diante do Crucificado! Quanto
Cristo morre, e eles batem palmas!
Bem, na Cruz também havia os que seguiam compungidos os
passos da Vítima, e havia aqueles que galhofavam, escarneciam,
zombavam, escarravam, gritavam... E havia os que batiam palmas, dançavam,
faziam festa e assistiam tudo como se fosse um show.
Ou seja: Cada um escolhe, seu modo de viver a Missa. Quem a vive
compungido e arrependido, em estado de graça a vive para a graça!
Quem a vive entre palmas e festejos, com a alma renegada e em pecado
grave, a vive para sua ruína. Está na Carta aos Coríntios: Bebem a
própria condenação!
TESTEMUNHO DE CATALINA RIVAS
Na maravilhosa catequese com a qual o Senhor e a Virgem Maria nos têm
instruído - em primeiro lugar mostrando-nos o modo de rezar o Santo
Rosário, de rezar com o coração, de meditar e desfrutar os momentos
de encontro com Deus e com nossa Mãe bendita; a maneira de se
confessar bem - está a do conhecimento do que acontece na Santa Missa
e o modo de vivê-la com o coração.
Este é o testemunho que devo e quero dar ao mundo inteiro, para maior
Glória de Deus e para a salvação de todo aquele que queira abrir
seu coração ao Senhor. Para que muitas almas consagradas a Deus
reavivem o fogo do amor a Cristo - as que são donas das mãos que têm
o poder de trazê-Lo à terra para que seja nosso alimento, e as
outras, para que percam o "costume rotineiro" de recebê-Lo
e revivam o assombro do encontro cotidiano com o amor. Para que meus
irmãos e irmãs leigos do mundo inteiro vivam o maior dos Milagres
com o coração: a celebração da Santa Eucaristia.
Era a vigília do dia da Anunciação e os componentes do nosso grupo
tínhamos ido confessar. Algumas das senhoras do grupo de oração não
conseguiram fazê-lo e deixaram sua confissão para o dia seguinte,
antes da Santa Missa.Quando cheguei no dia seguinte à igreja um pouco
atrasada, o senhor Arcebispo e os sacerdotes já estavam saindo do
presbitério: Disse a Virgem com aquela voz tão suave e feminina que
imediatamente enche a alma de doçura:“Hoje é um dia de
aprendizagem para ti e quero que prestes muita atenção, porque do
que fores testemunho hoje, tudo o que viveres neste dia, terás que
dar a conhecer à humanidade”. Fiquei surpresa e sem compreender,
mas procurando estar bem atenta.A primeira coisa que percebi é que
havia um coro de vozes muito belas que cantavam como se estivessem
longe, aproximando-se às vezes e logo se afastava a música como se
fosse com o barulho do vento. O senhor Arcebispo começou a Santa
Missa e, ao chegar a Oração Penitencial, disse a Santíssima
Virgem:“Do fundo de teu coração, pede perdão ao Senhor por todas
as tuas culpas, por tê-Lo ofendido, assim poderás participar
dignamente deste privilégio que é assistir à Santa
Missa.”Certamente que por uma fração de segundo pensei: “Mas se
estou na Graça de Deus, pois acabo de me confessar a noite
passada”.
Ela replicou: “E crês que desde a noite passada não ofendeste ao
Senhor? Deixa-me que te recorde algumas coisas. Quando saías para vir
aqui, a moça que te ajuda se aproximou para te pedir algo e, como
estavas atrasada, com pressa, não respondeste de bom modo. Isso foi
uma falta de caridade de tua parte e dizes não ter ofendido a
Deus?...”
“No caminho para cá, um ônibus atravessou o teu caminho, quase se
chocando contigo, e te expressaste de modo pouco conveniente contra o
pobre homem, em lugar de vires fazendo tuas orações, preparando-te
para a Santa Missa. Faltaste com a caridade e perdeste a paz, a paciência.
E dizes não ter ferido o Senhor?”
“Chegas no último minuto, quando a procissão dos celebrantes está
saindo para celebrar a Missa... e vais participar dela sem uma preparação
prévia...”
-Ah, minha Mãe, não me digais mais, não me recordeis mais coisas
porque morrerei de pesar e vergonha - respondi.
“Por que tendes que chegar no último minuto? Deveríeis estar antes
para poder fazer uma oração e pedir ao Senhor que envie Seu Espírito
Santo, que vos dê um espírito de paz que lance para fora o espírito
do mundo, as preocupações, os problemas e as distrações para
serdes capazes de viver este momento tão sagrado. Mas chegais quase
ao começar da celebração, e participais como se participásseis de
um evento qualquer, sem nenhuma preparação espiritual. Por quê? É
o maior Milagre, ides viver o momento do maior dom da parte do Altíssimo
e não sabeis apreciar.”
Era bastante. Sentia-me tão mal que tive mais do que o suficiente
para pedir perdão a Deus, não somente pelas faltas desse dia, mas
por todas as vezes em que, como muitíssimas outras pessoas, esperei
que terminasse a homilia do sacerdote para entrar na igreja. Pelas
vezes que não soube ou me neguei a compreender o que significava
estar ali, pelas vezes que talvez tendo minha alma cheia de pecados
mais graves, tinha me atrevido a participar da Santa Missa. Era dia de
Festa e se devia recitar o Glória. Disse Nossa Senhora: -“Glorifica
e bendiz com todo o teu amor à Santíssima Trindade em reconhecimento
como Sua criatura”.
Como foi diferente aquele Glória! Logo me vi em um lugar distante,
cheio de luz ante a Presença Majestosa do Trono de Deus, e com todo
amor fui agradecendo ao repetir: “...Senhor Deus, rei dos céus,
Deus Pai Todo-Poderoso: nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós
Vos adoramos, nós Vos glorificamos, nós Vos damos graças por Vossa
imensa Glória. (e evoquei o rosto paterno do Pai, cheio de
bondade...) Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus,
Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai...” e Jesus estava diante de
mim, com esse Rosto cheio de ternura e Misericórdia: “...Só Vós
sois o Santo, só Vós, o Senhor, só Vós, o Altíssimo, Jesus
Cristo, com o Espírito Santo...” o Deus do formoso Amor, Aquele que
neste momento estremecia todo o meu ser... E pedi: “Senhor,
libertai-me de todo mau espírito; meu coração Vos pertence, Senhor
meu. Enviai-me Vossa paz para conseguir tirar o melhor proveito desta
Eucaristia e que minha vida dê seus melhores frutos. Espírito Santo
de Deus, transformai-me, agi em mim, guiai-me. Oh Deus, dai-me os dons
de que necessito para Vos servir melhor...!”Chegou o momento da
Liturgia da Palavra e a Virgem me fez repetir: “Senhor, hoje quero
escutar Vossa Palavra e produzir fruto abundante, que o Vosso Santo
Espírito limpe o terreno de meu coração, para que Vossa Palavra
cresça e se desenvolva; purificai meu coração para que esteja bem
disposto.”
“Quero que estejas atenta às leituras e a toda a homilia do
sacerdote. Recorda que a Bíblia diz que a Palavra de Deus não volta
sem ter dado fruto. Se estiveres atenta, ficará algo em ti de tudo o
que escutares. Deves tratar de lembrar-te o dia todo essas Palavras
que deixaram marca em ti. Serão por vezes duas frases, logo será a
leitura inteira do Evangelho, talvez uma só palavra; saboreia o resto
do dia e isso ganhará carne em ti porque essa é a forma de
transformar a vida, fazendo com que a Palavra de Deus te transforme
totalmente”.
“E agora, diz ao Senhor que estás aqui para escutar o que Ele
quiser dizer hoje ao teu coração”.
Novamente agradeci a Deus por me dar a oportunidade de ouvir Sua
Palavra e Lhe pedi perdão por ter tido o coração tão duro por
tantos anos, e por ter ensinado a meus filhos que deviam ir à Missa
aos domingos porque assim a Igreja mandava, não por amor, por
necessidade de encher-se de Deus... Eu que havia assistido a tantas
Eucaristias, mais por compromisso; e com isso acreditava estar salva.
Vivê-la, nem sonhar; prestar atenção às leituras e à homilia do
sacerdote, muito menos.Quanta dor senti por tantos anos de perda inútil,
por minha ignorância! Quanta superficialidade nas Missas a que
assistimos porque é um casamento, uma Missa por um defunto ou porque
temos que ser vistos com a sociedade! Quanta ignorância sobre nossa
Igreja e sobre os Sacramentos! Quanto desperdício em querer
instruir-nos e sermos cultos nas coisas do mundo, que em um momento
podem desaparecer sem ficarmos com nada, e que no final da vida não
nos servem nem para aumentar em um minuto a nossa existência! E no
entanto, daquilo que nos vai dar um pouco do céu na terra, e portanto
a vida eterna, nada sabemos. E nos consideramos homens e mulheres
cultos!...
Um momento depois chegou o Ofertório e a Santíssima Virgem disse
“Reza assim: (e eu a acompanhava) «Senhor, eu Vos ofereço tudo o
que sou, o que tenho, o que posso, tudo coloco em Vossas mãos.
Edificai Vós, Senhor, com o pouco que sou. Pelos méritos de Vosso
Filho, transformai-me, Deus Altíssimo. Peço-Vos por minha família,
por meus benfeitores, por cada membro de nosso Apostolado, por todas
as pessoas que nos combatem, por aqueles que se encomendam às minhas
pobres orações... Ensinai-me a pôr meu coração no chão para que
o caminhar deles seja menos penoso.» Assim rezavam os santos, assim
desejo que façais”.
É que assim pede Jesus, que ponhamos o coração no chão para que
eles não sintam a dureza, mas que os aliviemos. Anos depois li um
livrinho de orações de um Santo a quem muito quero: Josemaría
Escrivá de Balaguer - e ali pude encontrar uma oração parecida com
a que me ensinava a Virgem. Talvez esse Santo a quem me encomendo
agradava à Virgem Santíssima com aquelas orações.Logo começaram a
ficar em pé umas figuras que nunca tinha visto antes. Era como se ao
lado de cada pessoa que estava na Catedral, saísse outra pessoa, e o
lugar se encheu de uns personagens jovens, belos. Vestiam-se com túnicas
muito brancas e foram saindo até o caminho central, dirigindo-se para
o Altar.
Disse nossa Mãe: “Observa, são os Anjos da Guarda de cada uma das
pessoas que estão aqui. É o momento em que vosso Anjo da Guarda leva
vossas oferendas e pedidos ante o Altar do Senhor.”
Naquele momento eu estava completamente assombrada, porque esses seres
tinham rostos tão formosos, tão radiantes como não se pode
imaginar. Ostentavam rostos muito lindos, quase femininos, no entanto
a compleição de seus corpos, suas mãos, sua estatura, era de
homens. Os pés descalços não pisavam o solo, mas era como se
deslizassem, escorregassem. Aquela procissão era muito bonita.Alguns
deles tinham como uma fonte de ouro com algo que brilhava muito com
uma luz branco-dourada; disse a Virgem: “São os Anjos da Guarda das
pessoas que estão oferecendo esta Santa Missa por muitas intenções,
aquelas pessoas que estão conscientes do que significa esta celebração,
aquelas que têm algo a oferecer ao Senhor...”
“Oferecei neste momento..., oferecei vossas penas, vossas dores,
vossos sonhos, vossas tristezas, vossas alegrias, vossos pedidos.
Lembrai-vos de que a Missa tem um valor infinito, portanto, sede
generosos em oferecer e em pedir.”
Atrás dos primeiros Anjos vinham outros que nada tinham nas mãos,
levavam-nas vazias. Disse a Virgem: “São os Anjos das pessoas que,
estando aqui, nunca oferecem nada, que não têm interesse em viver
cada momento litúrgico da Missa e não têm oferecimentos para levar
ante o Altar do Senhor.”
Por último iam outros Anjos que estavam meio tristonhos, com as mãos
unidas em oração mas com os olhos baixos. “São os Anjos da Guarda
das pessoas que, estando aqui, não estão, isto é, das pessoas que
vieram forçadas, que vieram por obrigação, mas sem nenhum desejo de
participar da Santa Missa. E os Anjos vão tristes porque não têm o
quê levar diante do Altar, salvo suas próprias orações.”
“Não entristeçais o vosso Anjo da Guarda... Pedi muito, pedi pela
conversão dos pecadores, pela paz do mundo, por vossos familiares,
vossos vizinhos, por aqueles que se encomendam a vossas orações.
Pedi, pedi muito, não somente por vós, mas pelos outros.”
“Lembrai que o oferecimentos que mais agrada ao Senhor é
quando ofereceis a vós mesmos como holocausto, para que Jesus, ao
descer, vos transforme por Seus próprios méritos. Que tendes a
oferecer ao Pai por vós mesmos? O nada e o pecado; mas ao vos
oferecer unidos aos méritos de Jesus, esse oferecimento é agradável
ao Pai.”
Aquele espetáculo, aquela procissão era tão bela, que dificilmente
seria comparável a outra. Todas aquelas criaturas celestes fazendo
uma reverência diante do Altar, umas deixando sua oferenda no chão,
outras prostrando-se de joelhos com o rosto quase ao solo e, assim que
ali chegavam, desapareciam de minha vista. Chegou o momento final do
Prefácio e quando a assembléia dizia: “Santo, Santo, Santo”,
imediatamente tudo o que estava atrás dos celebrantes desapareceu. Do
lado esquerdo do senhor Arcebispo para trás, em forma diagonal,
apareceram milhares de Anjos, pequenos, Anjos grandes, Anjos com asas
imensas, Anjos com asas pequenas, Anjos sem asas, como os anteriores;
todos vestidos com umas túnicas como as albas brancas dos sacerdotes
ou dos coroinhas.Todos se ajoelhavam com as mãos unidas em oração e
em reverência inclinavam a cabeça. Escutava-se uma música
maravilhosa, como se fossem numerosíssimos coros com vozes diferentes
e todos diziam em uníssono com o povo: Santo, Santo, Santo…Havia
chegado o momento da Consagração, o momento do mais maravilhoso
Milagre... Do lado direito do Arcebispo para trás, também em forma
diagonal, uma multidão de pessoas vestia túnicas em tons pastel:
rosa, verde, azul, lilás, amarelo; enfim, de diferentes cores suaves.
Seus rostos também eram luminosos, cheios de alegria, pareciam ter
todos a mesma idade. Podia-se ver (e não consigo dizer como) que
havia pessoas de diferentes idades, mas todos se assemelhavam nos
rostos, sem rugas, felizes. Todos também se ajoelhavam no canto de
“Santo, Santo, Santo, é o Senhor...”
Disse Nossa Senhora: “São todos os Santos e Bem-aventurados do céu,
e entre eles também estão os vossos antepassados que já gozam da
Presença de Deus”. Então eu A vi. Ali justamente à direita do
senhor Arcebispo... um passo atrás do celebrante, estava um pouco
suspensa acima do solo, ajoelhada sobre tecidos muito finos,
transparentes mas luminosos, como água cristalina, a Santíssima
Virgem, com as mãos unidas, olhando atenta e respeitosamente para o
celebrante. Falava-me dali, mas silenciosamente, diretamente ao coração,
sem olhar para mim.
“Chama a tua atenção o fato de Me ver um pouco atrás do
Monsenhor, não é verdade? Assim deve ser... Com todo o amor que Me
tem o Meu Filho, não Me deu a dignidade que dá a um sacerdote de
poder trazê-Lo em Minhas mãos diariamente, como o fazem as mãos
sacerdotais. Por isso sinto tão profundo respeito por um sacerdote e
por todo o milagre que Deus realiza através dele, que Me obriga a
ajoelhar-Me aqui.”
Deus meu, quanta dignidade, quanta graça derrama o Senhor sobre as
almas sacerdotais e nem nós, talvez nem muitos deles estão
conscientes disso!Diante do altar, começaram a sair umas sombras de
pessoas de cor cinza que levantavam as mãos para cima. Disse a Virgem
Santíssima: “São as almas benditas do Purgatório que estão à
espera das vossas orações para se refrescarem. Não deixeis de rezar
por elas. Pedem por vós, mas não podem pedir por elas mesmas, sois vós
quem deveis pedir por elas para ajudá-las a sair para encontrarem-se
com Deus e Dele gozar eternamente”.
“Vê, aqui estou o tempo todo... As pessoas fazem peregrinações e
procuram os lugares de Minhas aparições, e é bom por todas as graças
que ali recebem, mas em nenhuma aparição, em nenhum lugar estou mais
tempo presente do que na Santa Missa. Ao pé do Altar onde se celebra
a Eucaristia, sempre ireis encontrar-Me; ao pé do Sacrário permaneço
com os Anjos, porque estou sempre com Ele”.
Ver esse rosto formoso da Mãe naquele momento do “Santo”, igual a
todos eles, com o rosto resplandescente, com as mãos juntas à espera
daquele milagre que se repete continuamente, era estar no próprio céu.
E pensar que há gente, pessoas que ficam nesse momento distraídas,
falando... Com pesar digo que há muitos homens, mais do que mulheres,
que de pé cruzam os braços como se rendessem homenagem ao Senhor de
pé, de igual para igual.
Disse a Virgem: “Diz ao ser humano, que nunca um homem é mais homem
do que quando dobra os joelhos diante de Deus”.
O celebrante disse as palavras da “Consagração”. Era uma pessoa
de estatura normal, mas imediatamente começou a crescer, a ficar
cheio de luz, uma luz sobrenatural entre branca e dourada o envolvia e
se fazia muito forte no rosto, de modo que não podia ver seus traços.
Quando elevava a hóstia vi suas mãos e elas tinham umas marcas no
dorso, das quais saía muita luz. Era Jesus!... Era Ele que com Seu
Corpo envolvia o do celebrante como se rodeasse amorosamente as mãos
do senhor Arcebispo. Nesse momento a Hóstia começou a crescer e
crescer, enorme, e nela, o Rosto maravilhoso de Jesus olhando para Seu
povo. Por instinto quis baixar a cabeça e Nossa Senhora disse: “Não
baixes os olhos, levanta-os, contempla-O, cruza olhares com Ele e
repete a oração de Fátima: Senhor, eu creio, adoro, espero e Vos
amo, peço-Vos perdão por aqueles que não crêem, não adoram, não
esperam e não Vos amam. Perdão e Misericórdia... Agora diz a Ele o
quanto O amas, rende homenagem ao Rei dos reis”.Como disse, parecia
que a enorme Hóstia olhava somente para mim, mas soube que assim
contemplava cada pessoa, cheio de amor... Logo abaixei a cabeça até
ter a testa no chão, como faziam todos os Anjos e bem-aventurados do
Céu. Por uma fração de segundo talvez, pensei o que era aquilo, que
Jesus tomava o corpo do celebrante e ao mesmo tempo estava na Hóstia
que, quando o celebrante baixava, tornava-se novamente pequena. Eu
tinha as faces cheias de lágrimas, não podia sair de meu assombro.
Imediatamente o Monsenhor disse as palavras da consagração do vinho
e, junto com suas palavras, começaram uns relâmpagos no céu e ao
fundo. A igreja não tinha teto nem paredes, estava tudo escuro,
somente aquela luz brilhante no Altar. Logo vi, suspenso no ar, Jesus
crucificado, da cabeça até a cintura. A haste transversal da cruz
estava sustida por umas mãos grandes, fortes. Do meio daquele
resplendor se desprendeu uma luzinha como de uma pomba muito pequena e
muito brilhante; velozmente, deu uma volta em toda a igreja e foi
pousar no ombro esquerdo do senhor Arcebispo que continuava sendo
Jesus, porque eu podia distinguir Seus cabelos e Suas chagas
luminosas, Seu corpo grande, mas não via Seu Rosto. Acima, Jesus
crucificado estava com o rosto caído sobre o ombro direito. Eu podia
contemplar o rosto e os braços machucados e descarnados. Do lado
direito tinha uma ferida no peito e saía aos borbotões, para a
esquerda sangue e à direita penso que água, mas muito brilhante;
eram mais jorros de luz que se iam dirigindo para os fiéis,
movendo-se à direita e à esquerda. Espantava-me a quantidade de
sangue que fluía para dentro do Cálice! Pensei que iria transbordar
e manchar todo o Altar, mas não caiu uma só gota!
Nesse momento, disse a Virgem: “Este é o milagre dos milagres; já
te repeti, para o Senhor não existe tempo nem distância e, no
momento da consagração, toda a assembléia é transportada ao pé do
Calvário no instante da crucificação de Jesus”.
Alguém pode imaginar isso? Nossos olhos não podem ver, mas estamos
todos lá, no momento em que O estão crucificando e Ele está pedindo
perdão ao Pai, não somente por aqueles que O matam, mas por cada um
de nossos pecados: “Pai, perdoai-os, não sabem o que fazem!” A
partir daquele dia, não me importa se me tomam por louca, mas peço a
todos que se ajoelhem, que tratem de viver com o coração e toda a
sensibilidade de que são capazes, aquele privilégio que o Senhor nos
concede.Quando íamos rezar o Pai Nosso, o Senhor falou pela primeira
vez durante a celebração, e disse: “Espero, quero que rezes com a
maior profundidade que sejas capaz, e que neste momento, tragas a tua
memória a pessoa ou as pessoas que mais mal te hajam feito durante
tua vida, para que as abraces junto a teu peito e lhes digas de todo
coração: “Em Nome de Jesus eu te perdôo e te desejo a paz. Em
Nome de Jesus te peço perdão e desejo minha paz.” Se essa pessoa
merecer a paz, recebê-la-á e lhe fará muito bem; se essa pessoa não
for capaz de se abrir para a paz, essa paz voltara ao teu coração.
Mas não quero que recebas e dês a paz a outras pessoas quando não
fores capaz de perdoar e sentir essa paz primeiro em teu coração.”
“Cuidado com o que fazeis” – continuou o Senhor - “Vós
repetis no Pai Nosso: perdoai-nos assim como perdoamos a quem nos têm
ofendido. Se vós sois capazes de perdoar e não esquecer, como alguns
dizem, estais condicionando o perdão de Deus. Estais dizendo:
perdoa-me somente como eu sou capaz de perdoar, e não mais que
isso.”
Não sei como explicar minha dor, ao compreender o quanto podemos
ferir ao Senhor e quanto podemos ferir a nós mesmos com tantos
rancores, sentimentos maus e coisas feias que nascem dos complexos e
das susceptibilidades. Perdoei, perdoei de coração e pedi perdão a
todos o que me haviam machucado alguma vez, para sentir a paz do
Senhor. O celebrante dizia: “...dai-nos a paz e a unidade”... e
então: “a paz do Senhor esteja convosco...” Imediatamente vi que
entre algumas pessoas que se abraçavam (não todas), aparecia uma luz
muito intensa; soube que era Jesus e praticamente me atirei para abraçar
a pessoa que estava ao meu lado. Pude sentir verdadeiramente o abraço
do Senhor nessa luz, era Ele que me abraçava para me dar Sua paz,
porque nesse momento eu havia sido capaz de perdoar e de tirar de meu
coração toda dor que sentia contra outras pessoas. É isso o que
Jesus quer, compartilhar esse momento de alegria abraçando-nos para
desejar-nos Sua Paz. Chegou o momento da comunhão dos celebrantes e
voltei a notar a presença de todos os sacerdotes junto ao Monsenhor.
Quando ele comungava, disse a Virgem:
“Este é o momento de pedir pelo celebrante e por todos os
sacerdotes que o acompanham; repete Comigo: Senhor, bendizei-os,
santificai-os, ajudai-os, purificai-os, amai-os, cuidai e sustentai-os
com Vosso Amor... Lembrai de todos os sacerdotes do mundo, rezai por
todas as almas consagradas...”
Queridos irmãos, esse é o momento em que devemos pedir porque eles são
Igreja, como também somos nós os leigos. Muitas vezes os leigos
exigimos muito dos sacerdotes, mas somos incapazes de rezar por eles,
de entender que são pessoas humanas, de compreender e avaliar a solidão
que muitas vezes pode rodear um sacerdote. Devemos compreender que os
sacerdotes são pessoas como nós e que precisam de compreensão,
cuidado, que precisam de afeto, atenção de nossa parte, porque estão
dando suas vidas por cada um de nós, como Jesus, consagrando-se a
Ele.
O Senhor quer que as pessoas do rebanho que Deus lhe recomendou, reze
e ajude na santificação de seu Pastor. Algum dia, quando estivermos
do outro lado, compreenderemos a maravilha que o Senhor fez ao nos dar
sacerdotes que nos ajudem a salvar nossas almas.
As pessoas começaram a sair dos bancos para ir comungar. Havia
chegado o grande momento do encontro, da “Comunhão”; o Senhor me
disse: “Espera um momento, quero que observes algo...” por um
impulso interior levantei os olhos até a pessoa que ia receber a
comunhão na língua, das mãos do sacerdote. Devo esclarecer que esta
pessoa era uma das senhoras de nosso grupo que na noite anterior não
tinha conseguido se confessar e o fez naquela manhã, antes da Santa
Missa. Quando o sacerdote colocava a Sagrada Forma sobre sua língua,
como um flash de luz, aquela luz muito dourada-branca atravessou essa
pessoa pelas costas primeiro e foi pelos lados nas costas, nos ombros
e na cabeça. Disse o Senhor:
“É assim que Me comprazo em abraçar uma alma que vem com o coração
limpo para Me receber”
O tom da voz de Jesus era de uma pessoa feliz. Eu estava atônita
vendo essa amiga voltar para seu assento rodeada de luz, abraçada
pelo Senhor, e pensei na maravilha que perdemos tantas vezes por ir
com nossas pequenas ou grandes faltas receber Jesus, quando deve ser
uma festa.Muitas vezes dizemos que não há sacerdotes para
confessar-se a todo momento, e o problema está em outro lado: o
problema está em nossa facilidade para voltar a cair no mal. Por
outro lado, assim como nos esforçamos para encontrar um salão de
beleza ou os senhores um barbeiro quando temos uma festa, temos que
nos esforçar também em procurar um sacerdote quando precisamos que
tire todas essas coisas sujas de nós, mas não ter a desfaçatez de
receber a Jesus em qualquer momento com o coração cheio de coisas
feias. Quando me dirigia para receber a comunhão, Jesus repetia: “A
última ceia foi o momento de maior intimidade com os Meus. Nessa hora
do amor, instaurei o que diante dos olhos dos homens poderia ser a
maior loucura: fazer-me prisioneiro do Amor. Instaurei a Eucaristia.
Quis permanecer convosco até a consumação dos séculos, porque Meu
Amor não podia suportar que ficassem órfãos aqueles a quem amava
mais do que a Minha vida...”
Recebi aquela Hóstia, que tinha um sabor diferente, era uma mistura
de sangue e incenso que me inundou inteira. Sentia tanto amor que me
corriam as lágrimas sem poder detê-las... Quando cheguei ao meu
banco, ao ajoelhar-me disse o Senhor: “Escuta...” E num instante
comecei a escutar dentro de mim as orações de uma senhora que estava
sentada à minha frente e que acabava de comungar.O que ela dizia sem
abrir a boca era mais ou menos assim: “Senhor, lembra-te que estamos
no final do mês e que não tenho dinheiro para pagar o aluguel, a
mensalidade do automóvel, a escola das crianças, tens que fazer algo
para me ajudar... Por favor, faz com que meu marido deixe de beber
tanto, não posso suportar mais suas bebedeiras e meu filho menor vai
perder o ano outra vez se não o ajudares, ele tem provas nesta
semana....... E não te esqueças da vizinha que precisa se mudar de
casa, que se mude de uma vez porque eu não a agüento... etc., etc.
”
Logo o senhor Arcebispo disse: “Oremos” e obviamente toda a
assembléia se pôs de pé para a oração final. Jesus disse em um
tom triste: “Percebeste? Nem uma só vez Me disse que Me ama, nem
uma só vez agradeceu o dom que lhe fiz de baixar Minha Divindade até
sua pobre humanidade, para elevá-la até Mim. Nem uma só vez disse:
obrigada, Senhor. Foi uma ladainha de pedidos... e assim são quase
todos os que vêm Me receber.”
“Morri por amor e estou ressuscitado. Por amor espero a cada um de vós
e por amor permaneço convosco..., mas vós não percebeis que preciso
de vosso amor. Lembrai que sou o Mendigo do Amor nesta hora sublime
para a alma.”
Percebeis que Ele, o Amor, está pedindo nosso amor e não o damos? E
mais, evitamos ir a esse encontro com o Amor dos Amores, com o único
amor que se dá em permanente oblação.Quando o celebrante ia dar a bênção,
a Santíssima Virgem disse: “Atenção, cuidado... Vós fazeis um
rabisco em lugar do sinal da Cruz. Lembra que esta bênção pode ser
a última que recebes em tua vida, das mãos de um sacerdote. Tu não
sabes se, saindo daqui, vais morrer ou não, e não sabes se terás a
oportunidade de que outro sacerdote te dê uma bênçãos. Essas mãos
consagradas estão te dando a bênção em Nome da Santíssima
Trindade, portanto, faz o sinal da Cruz com respeito e como se fosse o
último de tua vida.”
Quantas coisas perdemos ao não compreender e não participar todos os
dias da Santa Missa! Por que não fazer um esforço de começar o dia
meia hora antes para correr à Santa Missa e receber todas as bênçãos
que o Senhor quer derramar sobre nós?Estou consciente de que nem
todos, por suas obrigações, podem fazê-lo diariamente, pelo menos
duas ou três vezes por semana sim, e no entanto tantos se esquivam da
Missa do domingo com o pequeno pretexto de que têm uma criança
pequena ou duas ou dez e portanto não podem assistir à Missa... Como
fazem quanto têm outro tipo de compromissos importantes? Levam todos
os filhos ou se revezam e o esposo vai uma hora e a esposa outra hora,
mas cumprem o compromisso com Deus. Temos tempo para estudar, para
trabalhar, para nos divertir, para descansar, mas NÃO TEMOS TEMPO
PARA IR AO MENOS NO DOMINGO À SANTA MISSA. Jesus me pediu que ficasse
com Ele ainda uns minutos depois de terminada a Missa. Ele disse:
“Não saiais às pressas assim que terminada a Missa; ficai um
momento em Minha Companhia, desfrutai dela e deixai-Me desfrutar da
vossa...”
Eu tinha ouvido alguém dizer, quando era criança, que o Senhor
permanecia conosco até uns 5 ou 10 minutos depois da comunhão.
Perguntei a Ele nesse momento:
- Senhor, na verdade, quanto tempo permaneces depois da comunhão
conosco?
Suponho que o Senhor deve ter rido de minha tolice, pois respondeu:
“Todo o tempo que quiseres ter-Me contigo. Se me falares o dia todo,
dedicando-me umas palavras durante tuas tarefas, Eu te escutarei. Eu
estou sempre convosco, sois vós que Me deixais. Vós saís da Missa e
acabou o dia de guarda, compriram a obrigação com o dia do Senhor e
fim, não pensais que gostaria de compartilhar de vossa vida familiar,
ao menos nesse dia.”
“Vós tendes em vossas casas um lugar para tudo e um cômodo para
cada atividade: um para dormir, outro para cozinhar, outro para comer,
etc. etc. Qual é o lugar que fizestes para Mim? Deve ser um lugar não
apenas onde tendes uma imagem que está empoeirada o tempo todo, mas
um lugar onde ao menos 5 minutos por dia a família se reúna para
agradecer pelo dia, pelo dom da vida, para pedir por suas necessidades
do dia, pedir bênçãos, proteção, saúde... Tudo tem um lugar em
vossas casas, menos Eu”.
“Os homens programam seu dia, sua semana, seu semestre, suas férias,
etc. Sabem que dia vão descansar, que dia ir ao cinema ou a uma
festa, visitar a avó ou os netos, os filhos, os amigos, suas diversões.
Quantas famílias dizem uma vez ao mês, pelo menos: “Este é o dia
em que visitamos Jesus no Sacrário” e vem toda a família conversar
Comigo, sentar-se diante de Mim e conversar Comigo, contar-Me como
foram desde a última visita, contar-Me os problemas, as dificuldades
que têm, pedir-Me o que precisam... Fazer-Me participar de suas
coisas? Quantas vezes?”
“Eu sei tudo, leio até o mais profundo de vossos corações e
mentes, mas Me agrada que Me conteis vós mesmos vossas coisas, que Me
participeis como a um familiar, como ao amigo mais íntimo. Quantas
graças perde o homem por não Me dar um lugar em sua vida!”
Quando fiquei aquele dia com Ele e em muitos outros dias, Ele nos
passou vários ensinamentos e hoje quero compartilhar convosco nesta
missão que me deram. Jesus disse:
“Quis salvar Minha criatura, porque o momento de vos abrir a porta
do céu foi concebido com demasiada dor...” “Lembra que nenhuma mãe
alimentou a seu filho com sua carne; Eu cheguei a esse extremo de Amor
para vos comunicar meus méritos.”
“A Santa Missa seu Eu mesmo prolongando a Minha vida e Meu sacrifício
na Cruz entre vós. Sem os méritos de Minha vida e de Meu sangue, que
tendes para apresentar-vos diante do Pai? O nada, a miséria e o
pecado...”
“Vós deveríeis exceder em virtude aos Anjos e Arcanjos, porque
eles não têm a dita de Me receber como alimento, e vós sim. Eles
bebem uma gota do manancial, mas vós que tendes a graça de Me
receber, tendes todo o oceano para beber.”
Outra coisa que o Senhor disse com dor foi das pessoas que fazem de
seu encontro com Ele um hábito. Daquelas que perderam o assombro de
cada encontro com Ele. Que a rotina torna certas pessoas tão tíbias,
que não têm nada novo para dizer a Jesus ao recebê-Lo. Das não
poucas almas consagradas que perdem o entusiasmo de se enamorar pelo
Senhor e fazem de sua vocação um ofício, uma profissão à qual não
se entregam mais do que lhe é exigido, mas sem sentimento...
Logo o Senhor me falou dos frutos que cada comunhão deve dar em nós.
É que acontece que há muita gente que recebe o Senhor diariamente e
que não muda de vida. Que tem muitas horas de oração e faz muitas
obras, etc. etc. Mas sua vida não se vai transformando, e uma vida
que não vai se transformando não pode dar verdadeiros frutos para o
Senhor. Os méritos que recebemos na Eucaristia devem dar frutos de
conversão em nós e frutos de caridade para com nossos irmãos.
Os leigos temos um papel muito importante dentro de nossa Igreja, não
temos nenhum direito de nos calar diante do envio que o Senhor nos
faz, como a todo batizado, para ir anunciar a Boa Nova. Não temos
nenhum direito de absorver todos estes conhecimentos e não os dar aos
demais e permitir que nossos irmãos morram de fome tendo conosco
tanto pão em nossas mãos.Não podemos ver que nossa Igreja esteja
desmoronando, porque estamos cômodos em nossas Paróquias, em nossas
casas, recebendo e recebendo tanto do Senhor. Sua Palavra, as homilias
do sacerdote, as peregrinações, a Misericórdia de Deus no
Sacramento da Confissão, a união maravilhosa com o alimento da
comunhão, as palestras destes e daqueles pregadores. Em outras
palavras, estamos recebendo tanto e não temos a coragem de sair de
nossas comodidades, de ir a uma prisão, a um instituto correcional,
falar ao mais necessitado, dizer-lhe que não se entregue, que nasceu
católica e que sua Igreja precisa dele, ali, sofredor, porque essa
sua dor vai servir para redimir a outros, porque esse sacrifício vai
lhe ganhar a vida eterna. Não somos capazes de ir onde estão os
doentes terminais nos hospitais e, rezando o terço da Divina Misericórdia,
ajudá-los com nossa oração nesse momento de luta entre o bem e o
mal, para livrá-los das armadilhas e tentações do demônio. Todo
moribundo tem medo e só tomar a mão de um deles e falar-lhe do amor
de Deus e da maravilha que o espera no Céu junto a Jesus e Maria,
junto aos seus entes queridos que partiram, já os reconforta. O
momento que estamos vivendo não admite filiações com a indiferença.
Temos que ser a grande mão dos nossos sacerdotes para ir onde eles não
podem chegar. Mas para isso, para ter a coragem, devemos receber
Jesus, viver com Jesus, alimentarmo-nos de Jesus. Temos medo de nos
comprometer um pouco mais e, quando o Senhor diz: “Buscai primeiro o
Reino de Deus e tudo o mais lhe será acrescentado”, é tudo, irmãos!
É buscar o Reino de Deus por todos os meios e com todos os meios e...
abrir as mãos para receber TUDO por acréscimo; porque é o Patrão
que melhor paga, o único que está atento a tuas menores
necessidades!
…
Irmão, irmã, obrigada por me haveres permitido cumprir com a missão
que me foi confiada: fazer chegar estas páginas até ti.
Na próxima vez que assistires à Santa Missa, vive-a. Sei que o
Senhor cumprirá contigo a promessa de que “Nunca mais tua Missa
voltará a ser como antes”; e, quando O receberes: Ama-O!
Experimenta a doçura de te sentir repousando entre as dobras de Seu
lado aberto por ti, para deixar-te Sua Igreja e Sua Mãe, para te
abrir as portas da Casa de Seu Pai, para que sejas capaz de comprovar
Seu Amor Misericordioso através deste testemunho e trates de
corresponder a ele com teu pequeno amor.
Que Deus te abençoe nesta Páscoa da Ressurreição.
Tua irmã em Jesus Cristo Vivo,
Catalina
Missionária leiga do Coração Eucarístico de Jesus
(gentileza Gionava)
Fonte: Recados do Aarão

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