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EM NOME DE ALÁ
(Este texto, eu já havia escrito há um mês atrás, em 01/05/2003, mas tendo em vista a reformulação do site e a alguns desencontros de e-mail, acabou ficando para trás. Agora o reapresento, com as devidas adaptações, porque sempre é possível extrair algo de concreto). Tem sido muito fácil para quem quiser, observar na imensa riqueza de detalhes que trazem os noticiários, qual o destino que o mundo está tomando. Quem presta um pouco de atenção, percebe que há muito mais furos de reportagens nas entrelinhas, do que na própria matéria em si. No dia 01 de abril, fiquei apenas uns minutos assistindo ao noticiário da TV Globo, e tudo o que vi, foi só para me deixar ainda mais apreensivo e, também, mais chocado. De fato, algumas das notícias, são de uma tal forma apavorantes, que nos levam a prever um cenário muito desolador para a atual civilização, que rejeita de todas as formas salvar-se. Numa das notícias, a frase do presidente do Egito, Hosny Mubarac, define a grosso modo, o que causará esta guerra. Ele disse: Não importa que os Estados Unidos e a Inglaterra vençam. O certo é que esta guerra deverá gerar no mundo árabe pelo menos cem novos Bin Laden. Hoje, amanhã, daqui a um mês... Eles virão. E quando vemos que levas de fanatizados, de outros países, adentram o Iraque, com o único objetivo de dar a vida em atentados suicidas, sentimos que o presidente egípcio nos faz saber que, havendo cem novos Bin Laden, certamente haverá comandados para ele, em todo o mundo árabe, e dinheiro é o que não falta por lá. De fato, esta guerra poderá ser amanhã destacada, como aquela que acendeu o estopim do ódio ismaelita, no mundo islâmico em geral. Quando carros bombas explodem no Iraque, quando pessoas fanatizadas não dão o mínimo valor para suas próprias vidas, e mutilam-se em praça pública, então certamente que a barbárie tomou conta das massas e nem o mais renomado cientista será capaz de prever o futuro. Mas, se eles não podem, certo é que os profetas – antigos e atuais – e também a Bíblia, não mentem. E há inúmeras mensagens, dando conta de que – num dia não muito distante – este ódio insano haverá de explodir sobre milhões de inocentes, pois a aparência atual dará lugar à bestialidade plena. Isso levará hordas de assassinos, a invadir países inteiros, dispostos a cometerem as mais inomináveis atrocidades, em nome de Deus, e em nome de deus e algum Alá, porque a maldade haverá de tomar conta dos corações até o seu mais íntimo dos íntimos. Quando eu preparava a série de 12 artigos – Profecias – na medida em que recolhia os textos e os selecionava por categoria, pude perceber que dezenas de profetas antigos, já previram que, num determinado tempo, sem um motivo aparente, as pessoas se tornariam completamente estranhas. Seus comportamentos antes “normais”, até aceitáveis, de uma hora para outra mudariam, levando-as à barbárie, ao vandalismo, ao descontrole emocional, à possessão diabólica, capazes de as tornar mais perigosas que as feras, de modo a fazer sumir completamente de suas almas qualquer centelha de Amor. Ora, em todas as histórias de nações antigas, bárbaras, cruéis, assassinas, sanguinárias, sempre com o correr dos anos, levantaram-se contra elas os gritos e o sangue dos mortos, tal que muitas sucumbiram literalmente afogadas no próprio sangue. Seja porque o número de mortos fez provocar o desequilíbrio daquele povo, seja porque se levantaram contra ele os opositores, e o certo é que todas desapareceram. Na verdade, a opressão contínua, a ferocidade permanente, a escravidão e a exploração, só fazem levantar forças contrárias, que com o tempo se armam, se avolumam, e tomam o poder. Nenhum reino implantado pelo ódio subsiste, porque ódio gera apenas para a ruína. E a história pulula de exemplos: Roma, Babilônia, Egito, todos os reis bárbaros, Átila dos unos, Alarico dos visigodos, Gengis Khan dos mongóis, e também povos espalhados pelos continentes, como astecas, maias, chibchas, kmers, entre outros, todos sucumbiram de certa forma pelo ódio. Ora, na civilização atual não está acontecendo diferente. O exemplo da agressão recente dos EUA, ao pobre e miserável Afeganistão é um apenas. O Bin Laden, seu principal alvo, ainda não foi encontrado e continua solto, e continua ativo. Mas foram milhares os mortos, foram terríveis as destruições e tudo cai no esquecimento aparente. Cai, sim, na memória do agressor, mas jamais da cabeça do povo agredido. Aquele que sai vencido de uma guerra, o perdedor, nunca esquece as mágoas e os rancores, mesmo que passem séculos – antes os acumula e os faz fermentar – pois o grito dos antepassados mortos haverá sempre de ecoar nos ouvidos deles: meu pai, meu avô, minha família, meus filhos, eles lembrarão, todos os que tiveram parentes mortos, jamais serão esquecidos. Eu citaria como exemplo o Japão, covardemente agredido pelos EUA na segunda Guerra, especialmente com as bombas atômicas. Hoje, aparentemente, as feridas estão saradas. Aparentemente, devido às relações econômicas, tudo parece estar calmo nas relações deles. Mas podem ter certeza absoluta, se algum dia, por algum motivo, por uma coisa até mínima e aparentemente sem importância, o Japão se ver agredido pelo Tio Sam, eles irão se vingar com toda a crueldade que puderem. Tudo é questão de tempo. Só o amor seria capaz de apagar o ódio, mas o Japão, não é uma nação do amor porque não é uma nação que aceita facilmente a Jesus. É apenas uma nação da paz aparente e da calma escondida, pois satanás pode incendiar isso em poucos dias. Basta um pretexto qualquer, até mesmo idiota. Os velhos podem até ter perdoado porque cansaram de odiar, os pais podem até ter esquecido, mas os filhos não esquecerão jamais. Um dia esta sede mortal de vingança acabará por explodir! Agora imaginem as nações árabes. Elas são formadas essencialmente pelos ismaelitas, uma sofrida e aguerrida raça de descendentes do grande patriarca Abraão. O ódio que Ismael devota hoje a Judá, ou seja, o ódio que os palestinos devotam aos judeus, não vem apenas de algumas décadas, de alguns séculos, mas é guardado, fermentado, cozido e temperado em sangue, em milhares de anos de história. A centelha já foi acesa em torno de 1.750 anos antes de Cristo, e jamais deixou de fumegar. Pela história, este rastilho de horrores, já produziu uma tão vasta cadeia de ódio, que aparentemente hoje ela já faz parte intrínseca daquele povo sofrido e disposto a fazer sofrer. Está nas veias, está no sangue! Ou seja, os ismaelitas já nascem tendo no sangue a centelha do ódio a qualquer preço, pois são, com certeza, um dos poucos povos da terra a serem capazes de atar quilos de explosivos ao próprio corpo, apenas com o intuito bestial de matar o máximo possível de adversários, mesmo que sejam de todo inocentes. Que outro povo da terra faz isso? O Japão com os seus kamikazes? Pois é exatamente contra este tipo de gente, que Inglaterra e Estados Unidos lutam. O poderoso, o assombroso arsenal americano e aliado, faz supor que no fim eles esmaguem qualquer tipo de resistência no Iraque. Pode durar até um tempo, entretanto, mais dia menos dia, os cães ferozes do exército aliado, irão plantar a bandeira americana em solo proibido. Eles podem até desfilar, depois, com tanques e blindados, com bandeiras brancas em cima, entretanto, se eles ouvissem o ranger dos dentes, as espumas interiores de ódio que partem dos derrotados, certamente eles dariam meia volta e partiriam para longe. Não são só cem Bin Laden que os americanos foram buscar no Iraque. São milhares deles! Veja os dados que anotei hoje ao meio dia: 01 - Um professor iraquiano ganhava em 91, antes da primeira guerra o equivalente a US$ 230,00 por mês. Agora ganha o equivalente a US$ 3,00. 02 - Um trabalhador na agricultura ganha em torno de D$ 1.000 por mês > mas um simples maço de cigarros custa D$ 1.500 (mil e quinhentos dinares). 03 - Os soldados estão recebendo o seguinte para lutar pelo Saddam: Comida e um maço de cigarros por dia. E por isso eles morrem! Por isso são capazes de se fazerem explodir. Por outro lado, como obrigar alguém morrer por uma coisa tão insignificante? Só por ódio! 04 - O Kuwait está fazendo um aqueduto para empurrar 1,5 milhões de litros de água por dia para o Iraque que morre de sede > eles querem doar > os ingleses querem doar > os americanos exigem cobrar, para arrecadar para a " reconstrução do Iraque". Acaso os árabes não têm razão em chamar aos EUA de o grande satã? Imaginem a miséria do povo. Imaginem a fome, pois sua terra é um deserto e com poucas opções de plantio. Em outras reportagens, citou-se que há oito anos os Estados Unidos bombardeiam as plantações iraquianas com vírus e bactérias nocivas, para frustrar as colheitas. Por motivo do embargo econômico, 20 milhões de iraquianos são subsidiados por cestas básicas, que provêem do programa da ONU “Petróleo por comida”, onde a cada seis meses os iraquianos podem gastar cinco bilhões de dólares em alimentos, em troca de petróleo. Ora, este projeto, embora pareça caridoso, na verdade é diabólico. E é por uma série de motivos escusos: 01 – Os iraquianos não podem escolher a comida que compram, não podem comprar verduras e frutas frescas, e em vista disso a desnutrição do povo é assombrosa; 02 – Eles se obrigam a comprar as comidas dos países selecionados pela besta, de modo a pagarem um preço exorbitante pelos produtos; 03 – Na outra ponta, por terem a segunda maior reserva de petróleo do mundo, ao embargarem a venda de petróleo, os controladores estabelecem o preço do produto, uma vez que, pela facilidade iraquiana de exportação e também o aumento da oferta, fatalmente faria baixar os preços do produto no mundo. Com isso lucram as companhias americanas e lucra a gang internacional do petróleo. Na área interna, sob a era Saddam, o Iraque já torrou cem bilhões de dólares ou mais, em três guerras sucessivas. Na primeira, que durou oito anos e resultou em nada, contra o regime dos aiatolás do Irã, onde foram inclusive apoiados pelos americanos. Na segunda, em 1991, a primeira Guerra do Golfo – sob a égide de Bush pai – com o saldo de milhares de vidas. Agora, com a terceira explosão de afronta, esta bestial guerra que hoje se trava naquelas terras. Acresce-se a isso o fato de a maioria das riquezas do país estarem sendo manipuladas por Saddam e sua família – não os defendamos jamais – direcionadas especificamente ao aumento de seu patrimônio pessoal e particular, como a construção de palácios mirabolantes e outras obras faraônicas. Assim, devido a estes tremendos obstáculos, a imensa população de pobres sofre os mais inauditos horrores. Somente nos últimos dez anos, tendo em vista os efeitos do embargo, da fome daí resultante, e da absoluta falta de recursos, acredita-se que em torno de 500 mil crianças perderam a vida. Além disso, a maioria da juventude está desempregada, e sua força produtiva fica à espera de cestas básicas, o que levou a um aumento acentuado no analfabetismo – num país que já se orgulhava de seu elevado sistema de ensino – além do que aumentou drasticamente o número de divórcios e também a prostituição. Ora, como se poderá dar alguma educação a um povo que paga apenas três dólares mensais aos seus professores? E como manter vivo, num emprego, a quem recebe meio maço de cigarros ao mês? Assim como tantos, também eu fiquei surpreso com a pouca resistência das tropas do Iraque e das milícias de Saddam. Entretanto, algumas coisas nos levam a crer que fomos tolos em superestimar aquelas forças. A primeira é que é muito difícil fazer alguém morrer por apenas um prato de comida e um maço de cigarros. A segunda é que o Iraque estava de tal modo enfraquecido – além de sufocado pelo embargo da ONU – que não teve condições de repor e renovar seu armamento que estava sucateado. A terceira, não menos importante, é que Saddam tinha muito mais opositores ao seu regime – em especial os curdos e os xiitas – que defensores. Assim, embora o povo odeie aos americanos pela invasão, de certa forma agradece a eles por haverem sido libertos daquele ditador feroz e desumano. Mas, creiam, aquelas bombas lançadas em solo iraquiano, haverão de ecoar por ali por muito tempo ainda. Com certeza, os anjos do Apocalipse, que estavam acorrentados à beira do Eufrates, foram soltos! Eis que estão estabelecidas todas as bases para a explosão do ódio. O que acontecerá com a guerra, daqui por diante eu não sei. Nossa Senhora tem dito ao Cláudio que ela não irá mais parar, servindo apenas para carregar o ódio árabe contra o Ocidente, em especial contra os países atacantes e contra Israel seu eterno rival. Na verdade, por hora até podem ter cessado as escaramuças e as bombas, mas certamente que as bombas de ódio dos milhares de corações humilhados daquele povo, haverão de continuar troando ainda por muito tempo. Agora tudo parecerá apenas cinza! Mas certamente por baixo jamais apagarão as brasas. A semente do ódio não deixa jamais de germinar. Um dia ela explode e mesmo que morra, haverá sempre de deixar novas sementes. E não só no Iraque, mas em todo o mundo árabe e muçulmano, pois como disse recentemente o xeque Ahmed Yassin o fundador e líder do grupo guerrilheiro Hamas: "O mundo verá nossa resposta em breve, se Deus quiser", ameaçou. Com a participação ativa do Hamas, a atual fase do conflito no Oriente Médio, iniciada em 2000, já provocou a morte de pelo menos 1.923 palestinos e 725 israelenses. "Todas as opções estão abertas como resposta, a começar por modos que já usamos e continuamos a usar, assim como novas formas de resistência que o inimigo verá pela primeira vez", disse o dirigente.(recorte de jornal enviado sem título) E veja agora a resposta do lado americano: "Quer seja o Iraque ou qualquer inimigo dos Estados Unidos e seus aliados, eu diria a vocês que somos tão dominantes no espaço que tenho dó de um país que se levantar contra nós" disse o major-general Franklin Blaisdell. "Muitos deles, infelizmente, não acho que entendem quão realmente poderosos somos", acrescentou Blaisdell, diretor da U.S. Space Operations and Integration (Agência de Operações Espaciais e Integração dos EUA), no Pentágono”(mesmo jornal). Sim eu não poderia citar toda a enormidade de textos que me enviam, mas fico com estes dois para ilustrar o meu ponto de vista. De fato, ambos não sabem o que fazem, nem o que dizem. Ora, quando dois lados tão bestializados estão postos frente a frente, não tenham dúvidas de que algo horrendo está em curso. Na verdade, os EUA podem até esmagar, por hora, os miseráveis do Iraque – eles sabiam que eram miseráveis antes de os atacar e sabiam que não tinham as tais armas de destruição em massa, tudo pretexto insano – mas com certeza eles podem aguardar a resposta para breve. Inúmeras são as profecias que se referem a ambos os lados da guerra. À nação americana, eis o que diz o Senhor: Confiastes em vossa política, e no grande número de vossos soldados (Os 10,13). Já mil vezes na história Deus mostrou aos arrogantes, o quão pouco caso faz dos valentes. Justo esta nação que dizia: Eu serei sempre soberana e perpétua! Ela que dizia: Eu e nada mais que eu! Não conhecerei a viuvez nem a perda de meus filhos. Estas duas desgraças virão sobre ti num só dia: A perda de teus filhos e a viuvez te atormentarão ao mesmo tempo, a despeito de todos os teus sortilégios e todos os teus encantos. Ela que dizia: Ninguém me vê! E ainda: Eu e nada mais que eu! Repentinamente alcançar-te-á uma ruína que não terá sabido evitar (Is 47,7-11). Sim, o poderio deles é em armas e aviões. Mas armas quebram e aviões caem. Porém filhos e maridos morrem! E aí chegará para eles o luto e a viuvez! Infelizmente – já relatamos isso em diversos artigos – temos a dizer que a sorte do povo ismaelita não é melhor. Quem sabe seja ainda pior que a das outras nações arrogantes que hoje supliciam a terra. O decreto de Sara, a esposa de Abraão, passado a Ismael, o filho da escrava Agar: Ele não será herdeiro como meu filho Isaac, foi certamente fiel e verdadeiro. Infelizmente os palestinos e árabes não herdarão a terra, a não ser em uma pequena, ínfima quantia que se converterá ao catolicismo. Sabemos que os estados Unidos têm um projeto de criação de um estado palestino, com área já delimitada, mas ele esbarra em mil e um contratempos. Creio que até se podem iniciar as conversações sobre isso, mas se o mundo levou algumas décadas para criar um estado judeu, certamente levará outras tantas até se criar o tal estado palestino. E até lá, meus amigos, tudo já aconteceu! A panela de pressão do ódio explodirá antes! Aguardem! Assim, este povo, disposto a morrer por Maomé, disposto a matar em nome de Alá, aos poucos elimina todas as possibilidades de adentrar no coração de Deus Amor, porque embora na raiz ele seja descendente, assim como Israel, do mesmo pai Abraão, a ele não está destinado à posse da terra, nem a herança prometida aos filhos de Deus. Não, isso não quer dizer que se perderão todos eternamente. Isso quer dizer apenas que a terra pela qual derramam seu sangue lhes será tirada completamente. Pois só o Amor sobreviverá! As profecias indicam que estes povos muçulmanos a um só tempo, como se fosse uma só nação, num tempo futuro invadirão a Europa. Mas eles não irão para lá com o fito apenas de levar a doutrina de Maomé, e sim, antes, de levar a espada e a morte. A ruína e a desolação. O terror e o espanto. Os cadáveres e o sangue! Eles irão lá para devolver em horrores as bombas que receberam sobre suas casas. Questão de tempo! Eles despejarão milhares de toneladas de produtos químicos sobre populações indefesas, de modo a matar cidades inteiras, onde os cadáveres se empilharão a metros de altura. E morrerão junto, desde os insetos até os animais. Porque o nome único que terão nas suas frontes será: Ódio! É por isso que certamente Nossa Senhora diz que o conflito não mais acabará. Eu gostaria que o leitor atento se fizesse agora uma pergunta: Como matar por uma guerra, dois bilhões de seres humanos, soltando apenas três bombas atômicas? Observe o dilúvio de mais de 25 mil bombas que a coalizão americana despejou sobre Bagdá e outras cidades do Iraque, apenas nas primeiras semanas. Observe o volume de soldados atirando de ambos os lados. Ora, mesmo que estas bombas todas fossem atiradas sobre populações civis é extremamente difícil matar grandes quantidades de pessoas. Um milhão de mortos é difícil! Imaginem duas mil vezes a mais que esta quantia e isso em não mais que três meses de guerra! Não sei se me entenderam? Que farão estes povos, para matar uma quantidade tão grande de pessoas? Somente pelo ódio infinito e da maldade extrema. A profecias falam que alguns rios da Europa, como o Reno e Ródano, chegarão a ficar por grandes extensões, completamente vermelhos de tantos cadáveres e tanto sangue derramado. Ora, para derramar este sangue humano, que em alguns lugares, chegará segundo a Bíblia até à altura do freio dos cavalos – cerca de um metro – somente se eles forem mutilados, esfaqueados e despedaçados, senão o sangue fica preso nos corpos e não tinge a água. Isso indica não só uma ferocidade extrema, uma crueldade sem limites, como é impossível encontrar em qualquer dos dicionários da terra um termo apropriado para definir tanto demonismo. Sim, o mundo passará por isso, especialmente a Europa que se tornou pagã novamente. Ela certamente pagará caro a sua rejeição ao Criador, e pagará com o sangue de incontáveis filhos. Então, é justo este ódio extremo que hoje é atiçado pelos americanos. Quando em todos os países se formam cadeias de boicote aos produtos americanos – coca-cola e McDonald’s – com certeza isso provoca o riso dos mais exaltados e cegos habitantes daquele país, que sabem que estas coisas são “fogo de palha”. Especialmente aqui, no Brasil, isso não dura nem uma semana. Mas quando as pesquisas apontam que hoje, em torno de 50% dos americanos declaram estarem a favor de que, se para vencer a guerra for preciso matar todos os iraquianos, mesmo os inocentes, as crianças, os velhos e as mulheres, e tudo bem, então percebemos que esta mesma ferocidade está também plantada na alma americana, que parece tão feliz, tão de bem com a vida, tão educada e tão justa e cumpridora dos direitos humanos. Então nós percebemos que, à cada ataque terrorista implementado pelos árabes, aos cidadãos dos Estados Unidos, estes responderão também com ódio e com morte. E esta cadeia de ódio sobre ódio, meus amigos, é que está preste a decretar o fim da raça humana. Tudo em nome de deus e de alá. Deixo este deus em letra minúscula, porque certamente o deus que Bush diz estar ao seu lado, assim como o alá pelo qual matam os árabes, nada têm a ver com um Deus verdade, cujo nome seja Amor e Misericórdia. Sinto um cheiro de morte no ar. Ouço um grito de dor a troar pelo infinito! Vejo um halo de morte a atiçar o apetite dos tubarões humanos assassinos sedentos de sangue. A confusão não mais irá parar, até desembocar na Terceira Guerra Mundial. Então virá o fim! Felizmente não o fim da raça humana – pois Deus irá intervir a tempo – mas o fim desta geração cruel, deste homem mau e capaz de odiar tanto. Vocês não imaginam o quanto estas explosões de ódio prejudicam o processo de salvação das almas e como isso quase interrompe o fluxo para o Céu. Sim, porque o que salva e redime é o amor! Enfim, acredito que, por hora, as coisas ficarão assim! Os EUA tentarão formar um governo, que há muito custo funcionará, não pela eficiência dos administradores, mas sim pela presença das forças americanas. Mas não é para isso que devemos olhar! Meu sentir me avisa, de que toda esta calmaria atual, esta euforia americana pela vitória rápida e até inesperada, logo dará lugar a atentados terroristas que explodirão em alguns lugares. Basta um só momento de descuido e cidadãos americanos estarão sendo massacrados por ai. E junto com eles, outros povos sofrerão ataques. Pura estupidez! Onde estão os estoques de produtos químicos do Iraque? Muito sangue ainda correrá por conta disso. Que Deus tenha misericórdia de nós! Fonte: Recados do Aarão |
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