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NO CICLO DE DEUS
A louca aventura humana está chegando ao fim. Seguramente, os reflexos incontestáveis que nós estamos chegando a um extremo tal, já estão presentes. Onde a miséria do homem ficará tão plenamente exposta a ele próprio – mais que miséria loucura plena – de uma tal forma clara e manifesta, que ele, depois de entender isso, jamais e por toda a eternidade quererá desligar-se do seu Criador. Que ele jamais quererá rebelar-se novamente contra seu Deus, assim como o tem feito, mal sabendo da inutilidade de sua revolta. Quero dizer, de nada adianta ao homem de hoje gritar alto – mais para si mesmo – que Deus não existe, porque isso, apenas ele escuta. Deus também ouve e anota. E para Ele nem precisaria gritar.
Tudo voltará ao ciclo
de Deus rapidamente. A natureza inteira solta gritos e clama! Árvores
e animais, todos os seres, animados e inanimados, menos o homem “o
inteligente” dentre eles, aguardam ansiosos que se complete este
ciclo de morte que nós criamos, para que na alegria plena, eles
voltem a respirar as emanações do divino. De fato, qual a planta que
não se contorce entre estes dilúvios de poluição? Entre os ataques
de tantas pragas malfazejas que as dilaceram diariamente, todas
provocadas pelo desequilíbrio causado pela devastação do homem?
Qual o animal, mesmo irracional, que não sente os efeitos negativos
da quebra do ciclo da vida, da quebra súbita da sua cadeia alimentar
– antes tão divinamente perfeita – tudo provocado pela ganância
humana? Verdade, mesmo os mais estúpidos seres vivos, todos sentem
igual e bradam uníssono pelo fim destas calamidades.
O único animal que não
sente mais estas coisas, que não se importa mais com Deus, que já
nem mais sente os influxos da graça divina é o homem, justo o amado
do Pai. “Homo stúpidos”! “Homo besitialis”! Eis que ele
aceitou do diabo o convite de associar-se na rebeldia. Mais espertos e
mais ativos, os espíritos das trevas conseguiram obscurecer a mente
humana! Eles já de tal forma conseguiram sufocar os espíritos,
abafar consciências e contaminar as coisas, de tal modo que os seres
humanos nadam no meio da imundície e sentem-se bem! Vivem todos no
meio de tão degradante miséria moral, como jamais houve outra, nem
haverá, entretanto imaginam que isso é certo. Caminham para o abismo
da morte, mas não sentem o perigo. Enfim, desce sobre toda a terra um
denso véu de morte, mas o homem ri-se de tudo isso, e escarnece de
todos que o alertam. Ou seja, deixa de ser alumiado pela Luz de Deus e
se contenta com a lamparina fumacenta do diabo. Que é o “ciclo de Deus?” O ciclo de Deus, é o caminho da extrema perfeição. Dentro dele, as criaturas todas interagem com o seu Criador, em simbiose perfeita, cada uma delas cumprindo a sua necessitadíssima finalidade. Nem um fio de capim, beira de estrada, destes que ninguém dá qualquer valor, está ali por vontade própria, ou sem necessidade alguma. Da mesma forma, mesmo as mais aparentemente desprezíveis criaturas, têm na verdade um fim e cumprem um papel importante na escala da vida. Neste ciclo de Deus, a presença dos influxos do bem e da bondade, emanam como que músicas celestiais e eternos cantos, de modo que o conjunto de todas coisas criadas responde em esfuziante alegria e explode em vida e crescimento. Só o homem interrompe este ciclo e quebra o perfeito código da vida.
Que é o “ciclo do
homem?” O ciclo do homem é a explosão da loucura. Toda a dita
“civilização moderna” é nada mais que uma pavorosa Babilônia
– assim a Bíblia a chama – eis que formalizada no caos e
estampada na miséria. Como verdadeiros aríetes de guerra, os homens
investem contra Deus, com todas as suas forças, tentando frustrar o
plano divino para a criação e estabelecendo ou outro “código da
vida”. Tomem qualquer setor da atividade humana e percebam se tudo o
que o homem tem feito não é apenas colocar remendos, uns sobre os
outros, mal percebendo que embora tudo, sua nudez fica cada vez mais
exposta? Tudo o que a ciência sem Deus conseguiu criar foram
desastres. Agora mesmo, com a manipulação do próprio código genético,
o homem tenta dar seu último golpe no Criador, dizendo: Eu sou o
criador disso! Oh! Quanta tristeza me dá isso!
Vamos estabelecer
agora alguns comparativos, entre o que significa o verdadeiro ciclo de
Deus e o pobre arremedo que o homem tenta criar. Esta tentativa de
frustrar o plano divino, convite de satanás, começou já com Adão e
Eva, e perdura até os nossos dias. Então vejamos: -
No ciclo de Deus, as coisas todas se resolvem na paz, na tranqüilidade
e na segurança;
= No ciclo do homem, tudo se resolve na base da discussão, da intranqüilidade
e do ódio; -
No ciclo de Deus, a natureza canta hinos sob os influxos benéficos da
divina graça;
= No ciclo do homem, roncam as motosserras e destroem-se todos os
meio-ambientes; -
No ciclo de Deus, a perfeição se executa através dos milênios de
evolução perfeita;
= No ciclo do homem, tudo deve ser feito na base do imediato e da
nenhuma espera; -
No ciclo de Deus as relações humanas são direcionadas pelo amor, síntese
divina;
= No ciclo do homem, os conflitos são resolvidos na base da guerra em
do ódio infernal; -
No ciclo de Deus, o Criador se apresenta humilde como receptáculo e
fonte do amor;
= No ciclo do homem, este se apresenta arrogante, como gerador e fonte
do ódio maldito; -
No ciclo de Deus toda a vida tem papel importante e nenhuma criatura
é posta de lado;
= No ciclo do homem, todas as criaturas são descartáveis, inclusive
o homem que se aborta; -
No ciclo de Deus, todas as criaturas são Dele dependentes e Nele se
comprazem;
= No ciclo do homem, todos são iludidos por satanás, vivem, na
desgraça e acham ótimo; -
No ciclo de Deus, os recursos são bem distribuídos, e nada falta
para pessoa alguma;
= No ciclo do homem, as riquezas estão nas mãos de poucos e milhares
morrem de fome; -
No ciclo de Deus os homens se conduzem pela oração e se moldam pelo
sacrifício;
= No ciclo do homem, eles se conduzem pelos vícios e só pensam na
vida fácil; -
No ciclo de Deus, os homens são governados por homens de Deus,
moldados na fé;
= No ciclo do homem, eles são governados por homens de Satanás,
atoas & ateus; -
No ciclo de Deus, a única religião é a católica, fundada na Igreja
sob Pedro;
= No ciclo do homem, a religião é qualquer uma, desde que leve ao
inferno. -
No ciclo de Deus, a oração é o único caminho para chegar até o
abraço Eterno.
= No ciclo do homem, a blasfêmia contra o Eterno, é o brado dos que
se querem perder.
Fiquemos apenas nestes campos! Tracemos, agora, num mesmo
conjunto tudo aquilo que vem do ciclo de Deus: Paz, tranqüilidade,
segurança, harmonia, graça, benção, calma, paciência, alegria,
criação, perfeição, evolução harmônica, respeito à natureza,
Deus antes de tudo, humildade, amor antes a Deus, amor aos irmãos,
igualdade de direitos, partilha, dependência de Deus, direito à
vida, alegria em Deus, adoração somente a Deus, recursos para todos,
vida de oração, aceitação da cruz, governantes de Deus, só a
religião católica, sob Pedro, que conduz ao céu. Imaginem um mundo
moldado apenas dentro destes parâmetros divinos? Isso significa o
ciclo de Deus. O ritmo de Deus! Perfeita disposição de Deus.
Conformidade com Deus! Agora, sinta o contrário e compreendam o abismo que separa uns de outros. Em que se tem moldado o ciclo do homem? Guerra, intranqüilidade, insegurança, desarmonia, desgraça, maldição, angustia, stress, impaciência, morte, imperfeição, enxertias e clones, falta de respeito à natureza, poluição, arrogância, amor antes a si mesmo, ódio aos irmãos, desigualdade de direitos, acúmulo exagerado de riquezas, blasfêmias contra Deus, “alegria” em seguir satanás, riqueza como ídolo, nenhuma oração, aborto, negação e rejeição da cruz, governos por homens do mal, qualquer religião, ídolos, culto ao corpo, adoração ao próprio homem, adoração até a satanás, enfim, todos a caminho do inferno. É alarmante a diferença entre um e outro ciclo. Há um abismo que vai entre uma e outra proposta.
A diferença entre um
e outro significa a escolha dos caminhos definidos por Jesus quando
diz: “Estreita é a porta que conduz ao céu; larga é a porta
que leva à perdição”. E por certo, não é verdade que o
caminho da porta estreita signifique decididamente apenas dor e
sofrimento. O próprio Jesus desfaz este engano ao dizer: Meu fardo
é leve, me jugo é suave. Tanto
mais suave e mais leve seria, quanto mais pessoas estivessem dispostas
a se voltarem apenas para o ciclo do Deus e da vida, deixando de lado
a “cultura da morte” fruto podre do ciclo do homem, que vive
divorciado de Deus. O fato é que a porta larga é a porta do
imediato, do que “parece” melhor, do que “parece” mais
simples, do que “parece” mais delicioso, que “parece” dar
melhores e imediatos resultados. Ora a criação divina obedece a uma ordem eterna que se aperfeiçoa em si mesma. Para que tivéssemos o pão à nossa mesa, primeiro Deus teve que fundir as rochas em brasa, daí fazer surgir o solo fértil, depois aperfeiçoar a semente até faze-la pão da vida do corpo e depois Pão da Vida Eterna. Entre um momento e outro, certamente que houve bilênios de tempo. E este Pão continuará Eterno, porque é perfeito Aquele que o criou e Amor Infinito Quem tudo assim dispôs. É, pois, na perfeição eterna Daquele que é o autor único da vida, que se sublima todo o ciclo divino. Vejam o homem! Que faz ele em revolta aberta contra o criador? Primeiro esmera-se em destruir os solos pela exploração gananciosa, depois vai aos laboratórios “criar” novas e mais “produtivas” sementes de trigo. Daí vai aos produtos transgênicos, na verdade nada mais que abortos da natureza, cujas sementes nem inflorescência produzem, nem vida geram. São, portanto, grãos abortivos e quase “sintéticos”. Estas plantas, para subsistirem dependem de agrotóxicos e de adubos químicos, sem os quais nada produzem, pois não contêm mais defesas naturais contra as pragas e nem força têm para produzirem sem agentes químicos. Com isso, lá adiante, degenera-se a vida do homem, que – organismos enfraquecidos – sucumbe frente a qualquer doença, uma vez que é obrigado a alimentar-se de produtos geneticamente mortos, gerados por uma industria da morte, pois do lucro. Assim, cedo ou tarde tudo terá de voltar ao ciclo de Deus. Desde Adão e Eva, há tantos milênios atrás, temos tentado romper as cadeias que nos prendem ao Criador, porque o ódio da serpente em nós disseminado a isso nos coage. Entretanto, Olhos Eternos vigiam nossos passos. Olhos Eternos e amorosos, pois não fosse o amor de Deus para conosco, já há muitos séculos teríamos sido fulminados pela justiça divina. Ninguém de nós teria tanta paciência nem tanta condescendência. Na verdade, ainda hoje o Criador continua nos dando chances novas de conversão e aguardando sinais – mesmo mínimos – de nossa boa vontade. Porque, queiramos ou não, revoltemo-nos ou não, num dado momento haveremos de chegar ao ponto “omega” da civilização atual. Na verdade o Criador se obriga a agir com muita rapidez, sob pena de que suas rebeldes criaturinhas acabem por morrer longe Dele. É de fato impossível ir avante, tendo que caminhar sobre tantos remendos da civilização de hoje. Eu a compararia a estes “asfaltos” bem antigos, ou “calçamentos” feitos dentro dos bairros pobres e sem infra-estrutura, onde a cada dia se abre um buraco novo e se tapa mal. Com o tempo, a estrada fica tão intransitável que melhor seria não ter calçamento algum. Esta a estrada do homem moderno. Este caminho de pegar sempre os atalhos, de buscar só o mais fácil, de repente acaba esburacando a estrada de tal forma que se torna intransitável. É que o demônio não se conforma em só fisgar as almas na eternidade; normalmente ele já cobra seu preço ainda aqui. Mas, bestializado, o homem não percebe que com Deus a gente chegaria bem antes, e muito mais fácil, pois como disse: Seu jugo é suave! Que será da humanidade quando ela voltar a viver em Deus? Há um abismo descomunal entre a proposta divina e a nossa. Este abismo é um abismo de fogo. Os homens que optam já cedo pelo caminho estreito, durante toda a sua vida vão transpondo pequenas fogueiras que surgem à sua frente. Cada dia um novo passo, cada dia uma nova vitória com Deus. Para estes, quando chega o fim da vida, eles terão passados por todas as instâncias purificadoras de sua existência e a reta final é apenas jogar-se nos braços do Eterno.
Já os que rejeitam a
Cruz, que “pulam” sobre todos os obstáculos diários postos no
seu caminho, os que evitam passar por dentro dos pequenos fogos do dia
a dia, estes ao final da vida se encontrarão fatalmente diante de uma
montanha de fogo para chegar até Deus, meta de todos nós. Na
verdade, todos eles têm diante de si duas fogueiras: a primeira, mais
branda, é acesa pelo fogo purificador do purgatório; a segunda,
intransponível é acesa pelo fogo da Justiça eterna. Aqueles que se
curvam, mesmo que no mesmo instante, imploram compaixão e misericórdia,
conseguem de joelhos, atravessar lentamente pelo seu abismo. Já os
que não se curvam, que não imploram perdão, estes, de pé,
atiram-se no infinito. Ninguém chega diante de Deus em pé! Mesmo os
que não precisam se dobram! Mas a misericórdia do Altíssimo é a toda a prova. Num dado momento, haverá de, ainda em vida para muitos de nós, provocar uma imensa explosão do fogo do se Divino Espírito. Será um momento de acordar esplendoroso. Será um momento indescritível de perdão. Nunca, em todos os tempos idos, o Senhor Se permitiu uma tão grande explosão de Amor. Jamais, em tempos futuros algo assim acontecerá. Será de um momento para outro e acontecerá com todos os homens – bons e maus – ao mesmo tempo. Será para a maioria dos homens como o acordar de um sono de morte eterna. Difícil acordar, difícil aceitar, difícil se dobrar na direção da Luz, quem já se havia torcido ao primado das trevas.
E rapidamente, como o
seio de uma mãe única de todos os homens, o Coração amoroso do
Pai, irá se abrir de par a par, a fim de acolher seus pequeninos
rebeldes. Deus, mesmo que Infinito e Eterno, voltar-se-á por uma enésima
vez para sua criatura, o homem, para o acolher de braços abertos. O
caminho único para este retorno ao Pai será o pedido contrito de
perdão. Pedido de perdão de quem se reconhece pecador e falho, e não
impõe qualquer condição para seu retorno. Os que impõem condições
são os rebeldes! Lúcifer é pai deles! Aos que retornarem como
filhos pródigos, o coração magnífico de Deus acolherá feliz! Em verdade, há 7200 anos Deus nos deu esta missão: “Multiplicai-vos, enchei a terra e dominai-a” (Gn 1,28), tudo isso Eu te dou, em troca do reconhecimento de que Eu Sou teu Único Deus, Pai, Criador e Senhor absoluto. Entretanto, não levou muito tempo e já “o Senhor viu que a maldade dos homens era grande na terra e que todos os pensamentos de seu coração estavam continuamente voltados para o mal. E o Senhor arrependeu-se de ter criado o homem na terra e teve o coração ferido de íntima dor”(Gn 6,5-6). E você sabe muito bem o que aconteceu! “Veio o dilúvio e levou a todos” (Mt 24,39).
Agora, porém, será
diferente. Agora será definitivo! Não haverá mais tempo! Todos terão
que reconhecer o primado de Deus, que hoje, assim como o fez nos últimos
7200 anos, nada mais faz do que o mesmo que fez a Nabucodonosor, cujo
“coração tendo-se engrandecido e seu espírito tendo se endurecido
na presunção, foi deposto de seu trono e despojado de sua glória.
Foi expulso do meio dos homens e tornando-se seu coração semelhante
ao dos animais, ficou em companhia dos animais selvagens, pastando
ervas como os bois, e seu corpo foi molhado pelo orvalho do céu até
que reconhecesse que o Deus Altíssimo domina sobre a
realeza humana e ai eleva quem a Ele apraz!” (Dn 5,20) E
quando o rei O reconheceu, Deus o reabilitou em sua realeza!
Também dirá aos
rebeldes do mundo, aos que não querem reconhecer, assim como disse ao
blasfemo Baltazar, filho de Nabucodonosor nos mesmos termos: “Tu,
Baltasar, também sabias tudo isso e não humilhaste o teu coração.
Tu te ergueste contra o Senhor do Céu... deste louvor aos
deuses de prata e ouro, bronze, ferro, madeira e pedra, cegos surdos e
impassíveis em lugar de dar glória ao Deus de Quem depende o teu
sopro vital e todo o teu destino” (Dn 5,23). Aos que negam
taxativamente, o fogo da condenação e da morte!
E a toda a humanidade
dirá nas mesmas palavras sábias de Daniel. MENE: Contei cada
um dos 7200 anos de teu reinado – o homem é rei da criação – e
de teu domínio sobre todos os seres vivos e as coisas criadas, e
deles hoje dou cabo! TEQUEL: Medi o número infinito de tuas más
ações sobre a terra nestes anos e achei-os em pesadas demais! PERES:
Acaba hoje aqui o teu primado sobre a criação que doravante passa
totalmente para o Meu domínio eterno. E Meu Reino, não terá fim!
Por hora, que o injusto faça ainda injustiças, o impuro pratique
impurezas. Que o justo faça justiça e o santo santifique-se ainda
mais. Eis que Eu venho em breve!(Ap 22,11-12). Há alguns dias
ainda para você decidir!
O ciclo de Deus nos
levará à Jerusalém Celeste, Deus entre os homens, para o início
do Império TOTAL de Nosso Senhor Jesus Cristo. Só o PERDÃO
fará voltar tudo para Ele. Mas o perdão precisa ser pedido, implorado! A
graça do Senhor Jesus esteja com todos!
(Ap 22,21) Para
os braços de Jesus que vem... Fonte: Recados do Aarão |
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