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COMPRE O INFERNO!

 

    Já uma vez na terra, Deus teve que demonstrar ao homem que existem limites que ele não pode alcançar. Naquela vez, conforme se pode ler no livro do Gênesis, os homens se puseram a construir para si uma torre tão alta – a Torre de Babel - que fosse capaz de atingir o céu. Grande prova de estupidez, é claro, pois se olhassem ao redor de si, veriam o topo das montanhas já acima de sua construção. Mas os homens tentaram e se deram mal.

    Como o homem – na maioria dos casos – não aprende as lições, a não ser depois de apanhar muito, hoje, novamente, a humanidade se põe a erguer torres e mais torres – os “chifres”(Ap 13), em todos os países da terra, cada uma mais alta que a outra, cada país competindo com o outro “em tecnologia”, todos apenas para poderem dizer: nós somos os melhores! Nós somos os maiores! Ou seja, nem Deus pode conosco!

     Estão ai como símbolo – e cada cidade tem a sua – a torre da Sear’s de Chicago, a maior dos EUA, e estão as torres gêmeas da Malásia, as maiores do mundo, ambas em desafio permanente ao Criador. Assim como estavam as duas torres gêmeas “de saudosa memória”, do mesmo modo irão as outras TODAS sem exceção, a seu dia, a seu tempo, na hora em que Deus assim o decidir.

     Será o homem a acender o rastilho de sua própria ruína. Já retratamos diversas vezes, que é meta da besta, formalizar um “governo único”, a tal da globalização, com o fito de entregar o trono deste governo ao filho das trevas, satanás incarnado. Para formalizar este ato, eles imaginam que é preciso antes quebrar o mundo, ou seja, falir todas as empresas da terra, pois o homem não aceitará de bom grado submeter-se a um tal governo. Assim, imaginam eles, uma vez que a terra estiver falida, e eles tiverem nas mãos todo o dinheiro necessário para implementar este governo, é-lhes possível apresentar seu “plano salvador”, depois de todas as falências, pois os homens não terão outra saída.

      E de certa forma eles tem razão. Só mesmo forçada ao extremo, num momento de última agonia, para a humanidade aceitar um tal projeto monstro, abdicando da liberdade, em nome da “segurança”. Imaginem hoje em dia, onde dentro de um mesmo país ainda se digladiam diferentes etnias pela separação, pela divisão, pela discórdia, se ainda é possível conseguir toda a terra sob uma dominação única. Claro também, em tese não será tão fácil falir o mundo – assim pensam os cegos – uma vez que os indicativos econômicos de alguns países soam mais fortes do que nunca. Ledo engano: é tal a fragilidade do sistema, que ele não resiste ao sopro do Espírito Santo nem por uma semana! Nem por um dia! Eis que para isso o homem inventou um instrumento diabólico chamado Bolsa de Valores”. Já falamos dela antes.

     Vamos explicar aqui novamente as entranhas deste monstro! Verdade é que as pessoas sabem que ele existe, pois todos os dias ouvem nas TVs os indicadores econômicos: subiu tanto! Baixou tanto! E assim vai! Mas, também verdade é que a maioria das pessoas não sabe como ela funciona e imaginam que seja algo apropriado “para medir a saúde econômica das empresas” ou até mesmo a “respeitabilidade de um país”.

    O fato é que a bolsa não serve para nada de bom, honesto ou decente. Então ele é má, desonesta, indecente, é imoral, uma verdadeira praga. Ela é uma mentira, uma monstruosa falácia, criada sobre um artifício diabólico, que não se alimenta do lucro das empresas, mas sim dos boatos do mercado. É ao sabor da boataria, que alguns verdadeiros demônios, vão sugando as economias dos povos e as riquezas da terra.

    Mas estas torres visíveis, de todos os países da terra, trazem por trás de si não só o desafio visível da construção física, mas também, e talvez maior ainda, o desafio do poderio financeiro, da máquina diabólica de acumular riquezas do homem moderno, capaz de desafiar a Deus ao levar avante tão monstruosos e custosos projetos. Eis que, de forma galopante, um pequeno e restrito grupo de pessoas, cuja identidade não é revelada ao mundo, comanda hoje uma máquina monstruosa, um sanguessuga pavoroso, que chupa vorazmente para dentro de suas entranhas malditas, toda a riqueza da terra. Ela é a coisa mais idiota, mais absurda e talvez a mais amaldiçoada, que jamais o homem inventou.

    O demônio, artífice único desta pestilência, escondido sempre em seus maléficos objetivos, ao mostrar seu “aborto” ao mundo, o coloca como “fonte poderosa de captação de recursos para as empresas” e também como “termômetro de medida da saúde das mesmas empresas”, que para isso lançam ações no mercado financeiro. Logo, expondo esta face “bonita”, ele consegue atrair para seu redil uma imensa plêiade de investidores incautos, que, em busca do lucro fácil, do crescimento financeiro rápido, aventuram suas economias – e seus roubos – nesta nefanda criatura, alguns para nunca mais sair dali.

    Ora, a mínimo e lógico raciocínio, indica que, uma vez obtido o recurso captado no mercado, cessa-se por completo o vínculo da empresa com a bolsa. Tudo, pois, o que acontecer a partir dali, corre por conta da simples matemática do lucro fácil e do boato dirigido e orquestrado. Se aqueles recursos forem bem administrados, logicamente que a empresa terá bons resultados. Se foram mal administrados, terá prejuízos. O óbvio! Mas isso tudo, acontece de fato longe da Bolsa e independentemente dela.

    Claro, que, a primeira vista tudo fica bem. Quando a empresa tem bons lucros, as ações dela valorizam na bolsa, e os acionistas recebem seus dividendos (depois, é claro, da pavorosa mordida do leão). O grande e pavoroso ardil, é que, a partir de um certo momento, com a crescente e artificiosa valorização das empresas, suas ações passam a ultrapassar em até dezenas e mesmo centenas de vezes o valor real de mercado das próprias empresas. É mais ou menos como o colecionador que compra um quadro que acaba valorizando demais. Mas que acontecerá se for descoberto que o quadro é falso? Entenderam? Ação é sempre e invariavelmente um título falso. E ponto final!

    Já Nossa Senhora havia falado em 1846 em La Salete, que os últimos tempos seria precedidos de 25 anos de uma “falsa paz”. E, verdade, este último quarto de século, foi um tempo de falsa paz. De lucros fartos e crescentes, de progresso financeiro estupendo. De novas e incríveis invenções. Especialmente, foi um tempo de vertiginoso crescimento dos computadores, a máquina das máquinas, que permite esta assombrosa manipulação de dados e esta incrível rapidez das comunicações. E isso tudo, verdade também, está baseado em pressupostos falsos, em bases irreais e absurdas, que agora tendem a vir a tona.

    Ou seja, se uma empresa vale na realidade, por exemplo, R$ 20 bilhões, isso contando todo seu capital, mas que, pela elevação artificial dos preços das ações, estivesse, por exemplo, 60 vezes acima do valor do mercado, se comprada nas bolsas o investidor teria de pagar R$ 1,2 trilhões. Ou seja, um completo absurdo! Significa então que, a Bolsa é uma furada, é uma arma diabólica, que se bem manipulada, pode sugar todas as riquezas da terra em poucos dias, caso um grupo solerte e bandido, aja de forma orquestrada e dirigida com este pavoroso intuito.

     A Bolsa de Valores então, é a forma mais rápida de enriquecer a alguns poucos e de roubar descaradamente aos incautos. E o combustível que alimenta este monstro é apenas o boato. Sim, o boato! Quem é dono do boato, é dono da Bolsa! Quem sabe provocar as tendências de mercado e se antecipar na venda de suas posições acionárias, pode muito fácil acumular capitais em tal volume, capazes de fazer do Bill Gates um reles mendigo em poucos dias. Basta agir em grupo! Basta ter nos governos os postos-chave, as pessoas que possam antecipar medidas governamentais que influirão no mercado, para que se consume a mais descarada ladroagem que existe na terra. Tudo em plena luz do dia!

     E eles jogam com pessoas e com países. Um exemplo é o recente “efeito Argentina”, que até recentemente punha o Brasil em calafrios. Por que motivo a besta nos atrelou de início à economia Argentina? Que é que temos afinal com nossos “hermanos”? Muito pouco! Mas enquanto os sequazes do inferno nos mantinham cangados a ela, mal se dava um espirro em Buenos Aires, para as Bolsas brasileiras suassem frio. E que aconteceu quando aqueles “senhores bonzinhos”, nos resolveram livrar deste vínculo? O Brasil parou imediatamente de tremer enquanto a Argentina é há seis meses que “bate panelas”.

     Agora, por exemplo, as entidades internacionais da besta acharam por bem elevar a taxa de risco da economia brasileira, apenas por conta da liderança de Lula nas pesquisas eleitoreiras. Sim representa certamente um retrocesso para o Brasil, pois enquanto nós aqui sinalizamos pelo caminho da esquerda, a Europa inteira, sem exceção de seus quase vinte governos, voltou-se para a direita. Afinal o Brasil é pródigo em andar na contramão da história. Eis ai mais um boato! E as pessoas então fogem para o dólar, para a poupança, todo mundo querendo ser mais esperto que a besta. Grandes imbecis! Todos bestializados!

     Enfim, se mencionamos este fato político, que para mim pouco importa, pois tenho quase certeza de que o próximo presidente que assumir o governo brasileiro não chegará ao fim do mandato, eis que, a meu ver, as coisas explodirão antes, é para mostrar o quanto os boatos podem prejudicar países, enganar povos, e roubar economias.

     Assim, meu amigo investidor, meu querido e perfeito idiota como eu já fui. Tente, por favor, tente, mudar a direção de sua vista para o pregão da Bolsa e para o índice Bovespa e olhe para o próprio nariz! Olhou bem? Sabe aqueles bois do interior, aos quais se impõe um argola nas ventas para que obedeçam mais facilmente? Pois você tem uma bela argola no nariz! Eu também a tive por cinco anos seguidos quando aplicava nas bolsas. Até que, pela graça de Deus, percebi minha argola. E cai fora! Deus seja louvado que percebi em tempo!

     Mas perceba o quanto o bicho é asqueroso e insaciável! Os atuais escândalos da Enro, Worldcom, Xerox, Vivendi & Outras, já deixaram de ser novidade. Ontem mesmo, dia 29/07, uma nova gigante das tele dos EUA, a Qwest, anunciou balanços fraudulentos, e o mercado nem sequer tomou conhecimento. É que as ações estão tão “baixas” para eles, que o diabo lhes atiçou uma gula maior que o novo risco. Isso, entretanto, é apenas questão momentânea. Logo, logo, será revelada ao mundo, em toda a sua magnitude avassaladora, a monumental fraude que é o mercado financeiro internacional, bolsas & bancos & outros parasitas da sociedade “moderna”.

     Isso acontecerá ao sopro do divino Espírito Santo. Por hora, enquanto o Papa João Paulo II estiver no seu trono do Vaticano, tudo continuará normal, com altos e baixos. Mas fatalmente chegará o momento, em que os investidores perceberão que 1 + 000 não é igual a 100, como o diabo os induz a crer. Ou seja, que um papel, mesmo que apenas papel, nem sempre vale o que está escrito nele, mas sim, o que na realidade se paga a vista, em ouro por ele. Então, quando os olhos de todos se abrirem para esta matemática do absurdo, o mundo financeiro verá que tem nas suas mão apenas vento. Aliás, como sempre teve!

      Ai será tarde para os incautos. Porque a besta, saturada de lucros & golpes, terá em suas sujas mãos todo o dinheiro e todo o ouro e as riquezas da terra, enquanto milhares de pequenos investidores estarão na rua da amargura, alguns na completa miséria. “Punham sua confiança no ouro”, diz a Bíblia, e por isso ei-los agora em pleno desespero. E é só por isso que insistimos tanto nesta questão da falência do mundo. Exatamente para que pelo menos alguns “incautos” acordem a tempo e caiam fora antes da explosão final.

      De qualquer forma:

1 – Mesmo que você fuja dos investimentos na Bolsa, de nada adiantará;

2 – Mesmo que você ponha seu dinheiro na poupança, de nada adiantará;

3 – Mesmo que você aplique seu dinheiro em ouro, de nada adiantará;

4 – Mesmo que você invista em outros papéis, de nada adiantará;

5 – Mesmo que você compre o nojento dólar ou o podre euro, de nada adiantará;

      Porque, naquele dia tudo irá pelos ares:

1 – Quem fugir da armadilha, cairá no laço; 2 – Quem fugir do laço cairá na fossa; 3 – Quem fugir da fossa, da armadilha e do laço, irá a falência assim mesmo;

      Pois com absoluta certeza:

1 – Mesmo que você se esconda no alto das montanhas como a águia, lá Deus o achará;

2 – Mesmo que se esconda no fundo do mar como um peixe, ali mesmo será achado;

3 – Mesmo que você tenha todo o ouro do mundo, isso não lhe comprará um lugar feliz na eternidade;

4 – Mesmo que você domine toda a riqueza da terra, isso não lhe dará condições de adquirir nem mesmo um segundo a mais de vida;

3 – Mesmo que você tenha toda a riqueza do universo, e todo o poder do mundo, isso não lhe dará sequer o direito de pedir a Deus que o salve da morte eterna;

       Na verdade:

1 – É aqui na terra, que determinamos o nosso destino eterno;

2 – É aqui, enquanto vivos, que podemos adquirir tesouros para o céu... ou o inferno!  

3 – Depois, na eternidade, para os que viveram apenas para a loucura da riqueza terrena, restará apenas o tormento sem fim. Não há dois caminhos! Você, investidor, decide!

4 – Todos perderemos tudo! Deus passará uma borracha por cima de tudo o que temos! O que é nada mais que o dono da vinha vindo buscar com juros o dinheiro que nos deu!

      O que você vai Lhe apresentar? Ações? Aplicações? Ouro? Diamantes? Empresas? Ora, deixa eu rir. O dono virá buscar somente almas! Quantas almas você tem para apresentar a Ele? Nenhuma? Nem a sua? Nem a de sua família? De seus filhos? Você não os ensinou a rezar, só a ganhar dinheiro? Então experimente negociar agora diretamente com o diabo! Quem sabe com esta riqueza toda, você compre um grau mais alto na hierarquia do inferno! Sim, pague em dólar!

       Você tem apenas alguns dias para decidir! Só alguns dias!

Fonte: Recados do Aarão

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