|
|
|
www.paideamor.com.br |
|
ARREBATAMENTO
Diversas pessoas nos têm telefonado - e escrito – perguntando sobre como e quando se dará o “arrebatamento”. Muitas destas pessoas de fato se preocupam com o seu futuro e o futuro de seus filhos, pois sentem a proximidade cada vez maior daquele dia fatídico em que estaremos diante do Senhor para o julgamento do Grande Dia. E embora que, mesmo entre estas, encontremos pessoas que parece apenas estarem interessadas na preservação de seu corpo físico – poucas – verdade é que a maioria se preocupa é com suas almas e com a salvação eterna de seus entes queridos. Este tema do arrebatamento, na verdade, é pouco estudado dentro da Igreja Católica. Sabemos, porém, é que algumas correntes e denominações evangélicas têm se aprofundado e difundido demais este grande acontecimento, de algum dia incerto e futuro, ao qual têm dado grande ênfase. Mas, verdade, é que o fazem como se fossem eles os eleitos de Deus, os únicos a se salvarem fisicamente para habitar na Nova Terra, pois julgam que Deus os preservará das catástrofes finais, “arrebatando-os” para lugares seguros, antes que elas venham a ocorrer.
Só
dizemos: pobres deles, que se deixam iludir desta forma por satanás!
E perguntamos: do onde lhes vem esta absurda “certeza”? Onde está
a GARANTIA da salvação, senão apenas com aqueles que se alimentam
da Carne e do Sangue de Cristo, para terem a vida eterna, ou seja, os
bons católicos que vão receber dignamente o Corpo do Senhor? E por
isso dizemos: uma categoria especial dos nossos irmãos “evangélicos”
– aqueles que saíram da Igreja Católica em busca de sua religião
de conveniência - certamente que, antes de ser arrebatada, terá que
responder a uma dura pergunta do Pai: quem vos mandou abandonar a
verdadeira Igreja e cair na mentira? Porque fugiram da unidade sob
Pedro e combateram a verdade em nome da heresia? Depois, se eles
tiverem uma resposta para dar a estas perguntas, quem sabe o Senhor os
arrebate, pois só serão levados, aqueles que quiserem ser santos e
submetem a viver como santos, dentro da verdadeira unidade. Por outro lado, ninguém estará completamente a salvo das catástrofes da grande tribulação, pois nenhum centímetro quadrado deste planeta terra ficará sem ser chocalhado, batido e revirado. Na verdade, nós já estamos vivendo esta tribulação final, embora ainda no seu início, pois já se faz ouvir o rufar das asas dos anjos, e o troar das trombetas do Apocalipse. O Mundo prepara-se para ser imolado, porque rejeita ouvir estas trombetas de Deus, anunciando o fim do Tempo das nações pagãs, o último “tempo” da redenção, e achegada do “Tempo do Pai Eterno”, quando o universo inteiro mergulhará para sempre no ciclo de Deus. E muitos, porque preferem sempre buscar saídas e escapatórias, põe-se a conjecturar em busca de subterfúgios, que só os faz é iludir. Assim, a nosso ver, o arrebatamento se dará de diversas formas, em diferentes tempos, cada um com uma finalidade específica. Na verdade, em diferentes momentos deste tempo final, o próprio Deus terá que intervir diretamente nos destinos do homem, porque quer “preservar uma semente da casa de Jacó” para a posteridade, pois se não intervier a tempo, “criatura alguma escaparia” (Mt 24,22). E a única forma de salvar estas pessoas da morte física, será retira-las dos locais onde as catástrofes destruirão todas as coisas e seres vivos, para coloca-las em locais onde os dilúvios de fogo, mar, gelo, pedras e lama não afundarão tudo. Pois é o Senhor quem nos diz, que “naquela noite dois estarão numa cama: um será tomado e o outro deixado; duas mulheres estarão moendo juntas: uma será tomada e outra deixada. Dois homens estarão no campo: um será tomado e outro deixado” (Lc 17,34-36). Observem que, pela frase de Jesus, este dia acontecerá em toda a terra ao mesmo tempo, uma vez que, nalguns lugares será dia, noutros será noite. Trata-se, entretanto, de um dia desconhecido dos homens e até mesmo do próprio Jesus, que diz: “quando a aquele dia e aquela hora, ninguém o sabe... mas somente o Pai”(Mt 24,36). E justamente por isso avisa: “Velai sobre vós mesmos, para que os vossos corações se tornem pesados com o excesso de comer, com a embriaguez e com as preocupações da vida; para que aquele dia não vos apanhe de improviso” (Lc 21,34). O primeiro arrebatamento neste sentido se dará por ocasião da perseguição da Igreja, quando os bons serão encurralados pelos maus, pois Jesus bem avisou: “sereis entregues aos tormentos, matar-vos-ão e sereis por Minha causa objeto de ódio para todas as nações” (Mt 24,9). Nestes tempos, os perseguidos da fé serão arrebatados para locais que nossa Mãe previamente prepara, em diferentes estados do Brasil, onde poderão se manter em estado de maior oração, intercedendo por um mundo que desaba e desaparece no caos. O segundo, se dará quando começarem as grandes catástrofes e fenômenos climáticos de universal amplitude, que arrombarão terras e mares, produzindo a maior catástrofe talvez, como jamais terá havido, especialmente depois que o homem nela existe. Nestes momentos até mesmo muitos dos primeiros refúgios já não estarão seguros. Será então neste momento que o Pai, Amor e Misericórdia, levará tais pessoas para lugares onde a terra será batida em menor intensidade. Então, sem mesmo as pessoas procurarem, elas se verão nestes locais seguros, apenas pelo poder de Deus. O que se pede das pessoas é uma coisa só: espera confiante em Deus em espírito de oração! O modo principal, entretanto, de se analisar o que será o arrebatamento, está definido por São Paulo em 1 Tes, 4,16-17: “Quando o Senhor, ao sinal dado, à voz do arcanjo e ao som da trombeta divina, descer do céu, então os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro. Em seguida nós, os vivos que estivermos lá, seremos arrebatados com eles nas nuvens, para o encontro com o Senhor nos ares. E assim estaremos para sempre com o Senhor”. Vemos então, que este arrebatamento – o verdadeiro, aliás – aqui citado por São Paulo, se refere ao epílogo da transição para o Novo Reino. Deverá ser algo de extraordinário, de grandioso e de incrível, prova do poder infinito deste nosso Deus maravilhoso e Pai. E haverá então o Grande Julgamento das pessoas, porque as nações já terão sido julgadas, uma a uma, pesadas e medidas no cadinho da ira de Deus. A terra estará já toda mudada. A geografia de todos os continentes terá sido redefinida. Pois neste momento é que se abrirão “os livros, e ainda um outro livro que é o livro da vida. E os mortos foram julgados conforme o que estava escrito neste livro, segundo as suas obras. O mar restituiu os mortos que nele estavam. Do mesmo modo a morte e a morada subterrânea. Cada um foi julgado de acordo com suas obras” (Ap 20,12-13). Não adianta, pois, fugir! E o profeta Amós assim fala para não deixar nenhuma dúvida: “Mesmo que desçam a morada dos mortos, minha mão os arrancará de lá; ainda que subam aos céus, eu os farei descer dali; se se esconderem no cimo do Carmelo eu os irei buscar e os tirarei de lá; se se ocultarem dos meus olhos no fundo do mar, lá ordenarei que o dragão os morda” (9,2-3). Para que, pois, esta preocupação exagerada em achar refúgios e em comprar lotes e construir casas neles. Acaso você imagina passar por cima da lei que diz: julgarei TODA a criação! E ainda: abalarei céus e terra – oráculo do Senhor!? Assim, ninguém estará seguro, a não ser em Deus! A não ser confiando plenamente em Deus e acima de tudo se mantendo preparado “para o encontro com o Senhor nos ares”. Preparado para ser “cordeiro” e não “cabrito”, no dia do grande julgamento. Só isso é o que importa. Pois São Pedro assim diz sobre este dia: “Uma vez que todas estas coisas se hão de desagregar, considerai qual deve ser a santidade de vossa vida e a vossa piedade”. O resto - e isso inclui todas as riquezas que você tiver, digo todas sem exceção, estas, como prova de sua conversão - você as deve colocar inteiramente nas mãos de Deus, pois todos nós iremos perder TUDO, para só então, sermos TUDO em Deus. Use-as, pois, agora para ajudar na evangelização e adquira com elas tesouros para o céu “onde o ladrão não rouba, nem a traça consome”. Enfim, se você quer ser achado digno deste arrebatamento, siga corretamente os pedidos de Nossa Senhora: reze o Rosário, confesse-se, viva a Santa Missa com a vida, jejum regularmente e leia a Bíblia. Quem estiver rezando, certamente que terá uma chance. Que não estiver, não terá nenhuma! A Nova Terra, a Jerusalém Celeste (Ap 21,3) morada de Deus com os homens, é terra destinada aos Santos e aos que rezam! É destinada aos que sabem obedecer e aos prudentes. Pois os que não rezam, não obedecem, não querem ser santos nem são prudentes, estes todos, que o Pai os julgue! Deste modo, os que estiverem em vigília constante, haverão de encontra seus refúgios de uma forma natural, pois já bem antes das catástrofes o Espírito do Senhor os “guiará por caminhos seguros”(Sl 23). Estes todos acharão de forma tão fácil onde devem permanecer, ou serão retirados de forma tão inusitada, que nem saberão como e porque aconteceu. Deste modo, a palavra final é: Confia no Senhor e Reze muito! Deixa o resto por conta de Deus! Fiquem com Deus! Fonte: Recados do Aarão |
|
Copyright © Pai de Amor - Todos os direitos reservados. |