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LAMENTOS DE JESUS
Estas palavras não são minhas! Só as copio de um livro! Que cada texto deste ressoe como uma martelada de advertência em nossas cabeças! Avisos! Lamentos! Pedidos de um Deus! Palavras de Jesus! Que disse Ele?
A minha Igreja deveria ser formada por um imenso exército de
valorosos filhos de Deus. De destemidos e corajosos soldados,
vigilantes e ativos. Todos cheios de entusiasmo, todos e não só uma
pequena elite; armados espiritualmente e couraçados, seriam invencíveis,
porque Eu lhes dei tudo o necessário para isto. (Pg 73) Meu vigário na terra falou: o fumo de satanás entrou na Igreja! Poucos souberam dar um sentido prático a estas palavras! Congregações, Ordens Religiosas, Seminários, Conventos, Colégios, Escolas, Paróquias, Igrejas, o fumo do inferno entrou por todo o lado. O fumo mancha e obscurece. Satanás obscureceu o espírito de muitos que estavam à cabeça das estruturas que deviam servir a uma Pastoral de Salvação. (Pg 78) Há várias razões e veremos outras já a seguir, mas permanece a razão central, a falta de tomada de posição contra satanás, como Eu disse em outras mensagens. Ele é a causa primeira de todo o mal; é o rio lamacento de toda a corrupção que, desde a queda do homem, se despeja sobre a humanidade. (Pg 73) O príncipe das trevas, ao mesmo tempo em que intoxicou a Igreja, espoliando-a, em muitos de seus membros, da vitalidade sobrenatural, mantém bem vivas as próprias forças, tão cheias de um ódio tal que, quando arrebentar, ver-se-ão coisas que a humanidade nunca conheceu. (Pg 72) Satanás está a provocar na Igreja uma terrível crise de fé, que nunca foi tão generalizada. As conseqüências são evidentes. Serve-se do progresso, da moderna tecnologia, tudo, ou quase, a serviço de satanás, do mundo, seu aliado, e das vossas paixões. A concupiscência do espírito e a concupiscência da carne afastaram do Corpo Místico de Cristo, muitos membros destinados ao serviço do bem comum, sacerdotes e almas consagradas. (Pg 72) A quem deve ser imputado este estado de coisas? Àqueles que abriram as portas ao inimigo. Àqueles que nem sequer crêem no inimigo. Àqueles que lhe permitiram uma infiltração usurpadora. Deve ser imputado àqueles que, ainda hoje, desperdiçam seu tempo e a sua energia, e a energia dos outros, que não poderão nunca melhorar uma situação, que é necessário ter coragem de denunciar como gravíssima. (Pg 73) A crise de fé transformou a ação pastoral em muitos ribeiros tortuosos, que não levam as almas a Deus. Também aqui tenho que deplorar uma perda de tempo em demasiadas reuniões. Seriam úteis se tivessem coragem de ir à raiz da questão, de enfrentar o problema no seu ponto crucial. Esta é a conseqüência da crise de fé, que satanás, com perseverante tenacidade, conseguiu trazer à Igreja e ao mundo.(Pg 76)
Qualquer ação pastoral seja qual for a sua natureza, é infecunda se
não assentar nos sólidos fundamentos da fé em Deus, Criador,
Salvador e Redentor, e na existência do implacável inimigo do bem,
satanás. (Pg 76) É tempo de levantar o véu com o qual satanás obscureceu a Verdade. Vós deveis reconhecer que lhe deixastes a faculdade de obscurecer os vossos espíritos e de paralisar as vossas vontades. É necessário despertar. O inimigo não dorme! Ele segue-vos por toda a parte, mas não poderá nada contra vós, se permanecerdes unidos a mim, Jesus. Vós deveis estar conscientemente convencidos de que, com a graça divina, podeis vencer satanás. (85) Hoje o inferno não teme nem bispos nem sacerdotes, à parte as habituais exceções, porque eles não têm a menor visão e, portanto, a convicção de que o problema fundamental da Igreja é a salvação das vossas almas, na luta a conduzir contra os que querem a sua perdição. Pelo contrário, reagem negativamente diante destas realidades espirituais, diante dos meus prementes apelos. Isso significa que eles não procuram as almas, mas procuram-se a si mesmos, na sua sutil e aveludada presunção. (Pg 88) É tempo de banir o formalismo, tornado estéril. É preciso voltar a assentar os pés na terra, olhar em face à realidade pela qual Jesus veio ao mundo, enviado pelo amor infinito do Pai. Jesus veio para arrancar as almas de satanás, com um preço infinito de sofrimentos e de humilhações, vencendo assim o seu maléfico inimigo. (P8 91) Satanás está sempre alerta, pronto para armar ciladas, às almas imprudentes e incautas, para as tornar suas vítimas. Há na terra, não milhares, mas milhões de pessoas que sofrem, física, moral e espiritualmente por sua causa. Há algumas pessoas que estão em hospitais de loucos não por causa da verdadeira doença, mas por causa dele, que soube camuflar sua presença, para levar ao desencorajamento e ao desespero. Tem o mundo sob sua tirania e o mundo, estupidamente, não acredita nisso. (Pg 93)
Se os homens não quiserem compreender e não quiserem acolher Àquele
que passa, então, eles verão a terrível cólera de Deus. O
cataclismo que se abaterá sobre a humanidade será tal, que mudará
toda a topografia da terra; a humanidade será reestruturada e acabará
a perturbadora tirania de satanás. Vencido pela Minha Santíssima Mãe,
ele será, juntamente com as suas tropas, encerrado no maldito
inferno. (Pg 105) O desgaste é generalizado, tanto na base como no vértice. Muitos não o querem admitir porque admiti-lo significaria em parte, que se é co-responsável desta desastrosa situação, e porque para admiti-lo seria preciso uma tal dose de humildade que não é possível encontrar, porque se houvesse esta virtude com a qual Eu venci satanás e as suas legiões, também eles venceriam as forças do mal. (Pg 132) Do temor de Deus, hoje nem se fala, fala-se do Amor de Deus, mas do temor não, porque eles dizem que o temor não se concilia e não se pode conciliar com o amor. Tal como na sua insensatez, acham irreconciliáveis, Misericórdia e Justiça. Em suma, hoje, aceitam-se as coisas que convêm e repudiam-se as que perturbam. (Pg 133) Os homens dizem que não temem a Deus; isso é uma terrível blasfêmia, da qual se pode prever as terríveis conseqüências nesta terra e para além da vida terrena, como aconteceu nos tempos passados. Tempos de cegueira, tempos de obscurecimento, porque tempos do orgulho. Este homem, menos que um verme, que rasteja na lama e no pó da terra, que tem a duração de um dia, ensoberbecido pela sua ciência e sua tecnologia ousa desafiar o Criador do Universo. Até quando? (Pg 133) Os homens caídos em poder de satanás estão a caminho do turbilhão que os engolirá. Eles recusaram e recusam a verdade e a luz e por isso não se apercebem do abismo. Há um lado pavorosamente trágico em toda esta perversão, um lado cuja iniqüidade é sem limites, cuja perfídia é diabolicamente mantida escondida para a maioria, para as vítimas do demônio, do ódio ilimitado, com o qual as forças do inferno tiranizam esta pobre humanidade, sem excluir a minha Igreja; não se quer ver este lado trágico, não se quer crer e sofrem-se as suas conseqüências nefastas. (Pg 132) Deus é terrível na sua cólera! Ai dos que desafiam a cólera de Deus, repousando na cômoda idéia de que em Deus não há senão Amor e Misericórdia. Muitos condenados quereriam voltar atrás e reformar as suas idéias, pois agora vêem e compreendem claro, o astucioso engano de satanás e a sua feroz maldade. (Pg 133) Fim... Estas palavras, extraídas das mensagens de Jesus ao Padre Otávio Michelini da Itália, soam em nossas cabeças como um gongo de final de era. Nelas estão expressas parte do imenso abismo em que a Igreja Católica está metida – e nós junto com ela – fruto destas incomensuráveis dilacerações internas, que fazem coexistirem mais protestantes dentro da nossa própria Igreja, que a soma de todos os evangélicos da terra. De fato, há mais adversários de Jesus dentro da Sua própria Igreja, que dentro das seitas que nos atacam. Prova de que nós devemos rezar e muito pela nossa Igreja, humildemente prostrados aos pés de Jesus, porque só assim poderemos manter viva, ainda, uma centelha de esperança. Senão, será o fim! Na verdade, agora não adianta mais, nem mesmo engalfinhar-se em batalhas corpo a corpo, contra padres e bispos, contra estes terríveis “teólogos e doutores modernos”, nem contra estes milhares de leigos, cheios de idéias abomináveis sobre o que é ser Igreja e o que significa de fato seguir a Jesus Cristo, simplesmente porque é tarde. O próprio Papa João Paulo II já declarou isso em uma de suas primeiras viagens à Alemanha. É tarde, porque tudo já avançou demais. Já passamos dos dias em que as orações fiéis de milhares mantinham longe da Igreja as garras do maldito, pois elas formavam um poderoso escudo protetor. Mas o amaldiçoado das trevas conseguiu pouco a pouco, agindo com pertinácia e esperteza, imobilizar praticamente a maioria dos sacerdotes da terra, aí inclusos bispos e cardeais. De fato, a maioria deles está espiritualmente morto. O grande câncer que corrói as entranhas da nossa Igreja, começou nela a se enquistar exatamente a partir dos seminários. Muitos padres não são maus, mas mal instruídos e até malignamente preparados. De fato, foi muito fácil para satanás encher a maioria dos seminários da terra de formadores modernistas, de falsos teólogos fantasiosos, de mil e um padres cheios de idéias nocivas. Ao invés de povoar os seminários de padres santos como o Cura D´Ars, embora inaptos para letras e números, muitos bispos e superiores gerais das diferentes ordens do clero preferiam enchê-las de letrados modernistas, de reitores inteligentes, mas não santos, eis que já mortos pela falta de oração, já imobilizados pela falta de amor à Eucaristia e pior que isto, cheios de idéias heréticas sobre a Igreja de Jesus. O resultado foi este estado de morte, de quase completa treva, que somente uma ação poderosíssima do Espírito Santo poderá reavivar e iluminar. Depois de conquistar os seminários, foi fácil chegar às paróquias, e contaminar toda a vida do povo. Padres cheios de idéias erradas, porque assim instruídos, mais voltados para a administração dos caixas das Igrejas que dos sacramentos, conseguiram reduzir o rebanho realmente fiel a João Paulo II, a um número assombrosamente pequeno. Quando, noutro dia, vi um bispo alegrar-se grandemente ao citar a descarada desobediência de alguns de seus pares, que por raiva do Papa deixaram vazar para o público leigo envenenado um documento sigiloso achando isto certo, meu coração pareceu estar sendo torcido, tal como uma lavadeira torce um lençol, ou uma toalha. Que sofrimento, Senhor, perceber que eles perderam já de todo o sentido de obediência, por que simplesmente expulsaram de suas pobres almas e corações, a humildade, que os poderia salvar e junto com eles a Igreja. Porque a catástrofe vem, e vem pela carga máxima, a Bíblia não mente. E foi a falta de oração de nós todos, o tiro de partida. Hoje corremos contra o tempo, numa dupla raia onde o diabo está muito na nossa frente. Naturalmente que não devemos desesperar-nos. Hoje é terceiro Domingo do Advento, e é dedicado à alegria. O desespero é impróprio dos filhos de Deus e a falta de alegria em nossos corações é ponto para satanás, que faz de tudo para manter-nos tristes. Nós, sim, devemos é ter fé em nosso Senhor, Jesus Cristo, que nos disse: No mundo, havereis de ter aflições, mas, coragem, Eu venci o mundo! De fato, não podemos ser mensageiros da desgraça, mas sim arautos da esperança. Embora saibamos que as desgraças virão para todos, porque os homens decidiram desafiar a Deus, isso não nos deve desanimar, nem tampouco manter-nos imobilizados. Nossa grande missão agora, exato quando tudo parece perdido para a Igreja, é levar a todos os nossos irmãos uma mensagem de esperança. Deus não está tendo tanta paciência conosco inutilmente. Cada dia que nós avançamos entre estas aflições, é mais um dia para salvar almas, um dia para levar a todos uma mensagem de vida, uma mensagem maravilhosa sobre o novo Reino que vem. Nestes tempos de final de ano, quando os textos bíblicos nos alertam para a chegada do Reino, da Nova Terra, milhões de sacerdotes em todo o mundo perdem uma rara oportunidade de falar abertamente sobre a grande e próxima vitória de Deus sobre as hostes do báratro nefando. Na verdade, eles deveriam levar a todos esta mensagem de esperança, de salvação, de libertação real e total, perfeita e definitiva, porque a grande libertação que nós esperamos não é aquela de nosso corpo cansado e sofrido, mas da nossa alma torturada, que por tantos mil anos tem sido prisioneira de satanás e de seus influxos maléficos. Sim, o Natal do Jesus Menino é fonte de esperança. Mas o grande natal que esperamos, é aquele onde Jesus não virá mais como criança, e sim como Juiz. Para o desespero dos rebeldes, para o arrependimento profundo dos relapsos, o acordar dos tíbios e dos mornos, e para a grande, a estonteante, a indescritível alegria dos justos. O leitor sabe o estado triste em que se encontra a Igreja. Por hora, saiba que este estado pavoroso, ainda se ampliará mais, pois já descarrilou o trem do abismo. Agora, e por hora, será ainda um profundo mergulhar nas trevas da apostasia. É preciso que assim sejam, não somente porque as profecias assim o determinam, mas simplesmente porque, quanto mais profundo a Igreja cair, quanto mais perto satanás estiver de sentar no trono de Pedro, para dali comandar o povo de Deus, maior será também o levantar. Muito mais poderosos serão o seu reerguer, o seu sobrepor e o sobrepujar da Igreja Católica, a única Igreja de Cristo, que com João Paulo II, e ainda sob o comando dele, irá triunfar sobre todas as correntes heréticas, sobre todos os movimentos divisores, sobre todos os bandos de fariseus “doutores” modernistas, racionalistas, utopistas e comunistas, além de ateus e atoas, de maçons e mafiosos, que serão antes esmagados e triturados pelo furacão do Espírito de Deus, que virá fazer novas todas as coisas. Então se admirarão, os povos e as nações da terra, diante do imenso poder de Deus. Ele, de fato, quer assim, porque somente desta forma, mostrando ao mundo inteiro o Seu poder inominável sobre todo o Universo e sobre todas as criaturas, o Senhor poderá fazer com que se abale a estrutura dos desafiadores, para que nunca mais sequer ensaiem uma nova rebelião contra Ele. Se a apostasia fosse pequena, se o desafio fosse pequeno, se as abominações fossem poucas, se os pecados fosse mínimos, se o poder aparentemente indestrutível do inferno e o seu domínio, hoje, sobre os homens parecesse insignificante, também a vitória posterior de Deus, pareceria pequena. É, então, deixando que todos os abismos se abram diante de nós, é, então, agora, deixando que mergulhemos nas trevas da morte, num vôo livre e cego por algum tempo, que depois nos parecerá maravilhosa ao extremo a Luz salvadora de Deus. Mas vos digo, está de todo descartada a conversão superficial. Estamos chegando ao tempo final dos tíbios e dos mornos, cada um deverá escolher de que lado quer estar. Luz ou trevas, um só caminho, e caminho eterno. Alegria ou ódio para sempre, cada um é livre para optar. Acabou-se o tempo daqueles católicos nefastos, fingidos, sacripantas, que se aproveitavam da vida como se ela nunca fosse ter fim, quem sabe esperando – muito perigosamente – que mais tarde, ao se achegar a morte, haveria ainda tempo de dar uma enganada em Deus. Ou seja, chegou o fim dos tempos, de todos aqueles que imaginaram que se fosse ter um Céu aqui em vida e um paraíso na eternidade. Milhares de católicos têm sido assim, têm agido assim, e chegaram a ponto de taxar de cruel a Deus, de blasfemar contra Ele, caso não cumpra com estes seus desejos insanos. Todos os católicos, todos os padres e bispos, que trabalham para o mundo e as suas coisas, se encaixam neste grupo de risco. Seguir a Jesus implica em Cruz. Implica em renunciar-se a si mesmo, tomar esta Cruz diária da dor e do sofrimento, e caminhar pelo vale de lágrimas, único caminho para chegar até a mansão celeste, nosso último porto. Por que se fecham, adiante, todos os nossos caminhos? Porque já não temos uma Igreja dos sacramentos, verdadeiras tábuas de salvação, em especial uma Igreja da Confissão e da Eucaristia. Aquela substituída pela absolvição geral e comunitária, esta sendo lentamente desfigurada por mil intercalações anômalas e deformantes. Um bispo me disse pessoalmente, que o sacerdote tem liberdade para 43 momentos variantes dentro da Santa Missa. Por que não rasgam o missal? Sem ação diante de tal loucura, me limitei a chorar em meu coração, porque se o pensamento dele chegou a este desvario, não adiantará argumento algum, e ademais o pensamento dele já foi transferido para seus padres e formadores. Quem desfigura a Santa Missa, faz a mesma coisa daqueles que desfiguraram a Santa Face de Cristo com escarros e murros, pois é Ele o Sacerdote Eterno, que incorpora o celebrante naquele momento raro do Sacrifício Supremo. Mais uma frase dele me deixou pasmo: “Como se poderá tirar do povo africano a dança e o ritmo? Isso é como lhes tirar a própria alma. E nós, brasileiros, todos temos deste sangue a nos correr nas veias. Temos que permitir os tambores e o ritmo”. Mais um esmagar para mim, que impotente apanhava cada frase destas como uma martelada. E o sentimento que me explodia no interior era de lhe suplicar: Uma hora só! Apenas uma hora de Santa Missa verdadeira! Será isso demais para todos os povos, se sujeitarem ao rito romano e cumprirem fielmente o Missal, devotamente, sem digressões quanto menos desvarios? Acaso os povos não podem, em obediência à Igreja Romana, cumprir pelo menos durante a Missa, aquilo que o Papa determina e a Igreja manda? Nem me refiro aqui aos satânicos cultos afro que se fazem, porque estes já condenados duramente pelo Papa, e quem os executa ainda, está buscando o inferno para si e os seus. Eu pediria a todos os outros pelo menos um instante de meditação, de silêncio, para ouvirem os gemidos de Jesus sendo macerado pela visão de nossos pecados no Horto das Oliveiras, sendo açoitado pelos golpes dos soldados, sendo dilacerado pelos guardas dos pontífices infernais e caminhando entre gritos rumo a Cruz e ao martírio. Sim, em cada Missa isto de novo ocorre. E os nossos santos já viram que nela isto acontece a cada vez, pois Missa é Sacrifício, e sacrifício de morte, embora incruento. E quando a banda batuca, zabumba, plange atabaques e faz rufar pandeiros, nada mais faz que incitar a turba dos soldados, para que mais se exacerbem com o cheiro do sangue novo sendo derramado, e se tornem ainda mais feras diante do inocente cordeiro, da vítima santa, sendo esmagada pelo peso de nossos pecados, de nossas faltas e de nossas milhões de iniqüidades. Também, assim, palmas e risos, abraços e cânticos não sacros, são elementos incitadores de crueldade e de sede de vingança, de exacerbação do ódio e do vil desprezo, jamais gestos de louvor ou formas de compunção interior. Quem não aceita a Missa como Sacrifício, e Sacrifício de Morte, repete o mesmo gesto de escárnio dos que batiam em Jesus de olhos vendados, e diziam: adivinha quem te bateu? Faz o mesmo gesto da turba e dos carrascos, que cuspiam e escarravam Nele, já com os olhos irrigados de sangue e cobertos de escarros. Repete as mesmas blasfêmias dos assassinos sanguinários que gritavam em coro: Crucifica-o! Crucifica-o! Quem nunca entendeu isto, nunca entendeu nem minimamente o que é uma Santa Missa! Quem entendeu, mas não vive, é membro de um novo Sinédrio que condena. Quem sabe disso e não alerta, é um novo Pilatos que lava as mãos! Não sejamos túmulos do Espírito Santo! Quem sabe e vai para a Santa Missa sem o devido respeito, é turba que aplaude os golpes cruéis e com apupos anima aos carrascos. Quem vai a Mesa Sagrada, consciente de que está com a alma em pecado, se faz sepulcro de morte. Não há contemporizações nem meio termo! Ou se vive a Santa Missa como Sacrifício, da Nova e Eterna Aliança, de Deus com os homens, assim como o ensina a verdadeira Igreja de Jesus, por seu grande Papa João Paulo II, ou se pratica a “abominação da desolação” de que falou Daniel. Os homens estão escolhendo este caminho! Que aguardem o porvir! Está muito próximo o novo dilúvio universal. Dilúvio de fogo, de água, de gelo, de ventos e de tormentas inomináveis. E a Igreja Católica estará no meio do redemoinho. Hoje, e por causa destas coisas, a nossa Igreja está em frangalhos. Mas ela continua a ser a única Arca, a única Barca, capaz de recolher todos os náufragos deste tempo final que a ela acorrerem. Quem não se agarrar a ela, estará fora da Nova Terra. Mas milhões de escarnecedores fazem pouco caso da Igreja de João Paulo II, a quem julgam velho, a quem querem fazer louco. Milhões de “católicos” ao invés de taparem os rombos no casco da Barca de Pedro, esmeram-se em fazer mais buracos de divisão e de discórdia, de desrespeito e falta de oração e amor à verdade. Nos tempos de Noé, também havia uma arca, para singrar a tempestade. Também havia escarnecedores e blasfemadores, nada, então, diferente de hoje. Ninguém ajudou Noé, e somente quatro famílias ficaram vivas. Poucos ajudam João Paulo II em seu calvário e poucos parecem dispostos a ajudar a Igreja de Jesus. Então poucos serão os que ficarão. E o mestre falou: Será como nos tempos de Noé. Ninguém ligava para os avisos dele! Até que veio o dilúvio e levou a todos! E virá um novo dilúvio, e levará bilhões de seres humanos. Os maus irão todos!
Da nossa Igreja, deveremos então tapar os rombos, colocar neles o
betume das nossas preces e a liga suave de nossos cantos. Untar com
amor e obediência! Unir com a força da caridade e selar com o poder
da humildade, vivendo a partilha. Não ouçamos as palavras dos
blasfemos nem demos ouvidos aos detratores da Igreja. O fel de suas próprias
palavras será amargo ao gosto e lhes atormentará as entranhas no
momento oportuno. Toda esta apostasia pode ser arrasada e destruída
pelo poder das orações. Vamos ao Rosário! Unamos, então, num coro
confiante de milhares de vozes humildes. Velhos e jovens, adultos e
crianças, todos são chamados! Uma batalha nos espera, Jesus o
General em Chefe, Maria a Comandante! A meta a vitória sobre o
inferno, o prêmio o novo Reino. Quem vem? Quem fica? Conversão é
hoje! Amanhã é instrução do maldito! |
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