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OS INABALÁVEIS
Claro que temos milhares de pessoas de uma fé simples e completamente conformada com a vontade divina. Entre estes - achados somente entre os pobres – vamos encontrar pessoas que confiam tanto em Deus e na sua misericórdia, que deixam até de executar ao seu lado as tarefas mais essenciais, capazes de junto com a fé e a oração, promoverem o bem de si próprio e dos seus. Isso nós iremos encontrar, por exemplo, entre os habitantes do árido nordeste brasileiro. Lá moram pessoas que nos assombram pela confiança simples e até ingênua com que colocam tudo nas mãos de Deus. Mas vejam, esta fé inoperante e imobilizada, não se coaduna com aquela fé viva do Evangelho, fé dos que não param a espera que as coisas caiam simplesmente do céu, mas agem e fazem a sua parte. O que eu quero dizer, é que a fé deles não é aquela fé que consegue mandar as montanhas se jogarem no mar, nem aquela que arranca árvores e as transplanta noutro lugar. Caso contrário, o Nordeste seria um paraíso. Ou seja, falta aqui um componente interior, absurdamente forte, como a chama abrasada dos vulcões, capazes de aí sim, moverem o coração de Deus.... que por sua vez tudo move! E revendo a história dos homens, contados desde o Gênesis ao Apocalipse, ou seja, desde o início da história humana, até os dias apocalípticos de hoje, encontraremos tão poucos homens e mulheres com esta chama interior profunda, em um tal ímpeto de fé, que seja capaz de mover o coração de Deus, não pela via da misericórdia, mas sim pela via da emoção viva e ardente. De fato, todos os homens e mulheres da história, que chegaram a um tal e assombrado nível de confiança em Deus, somados não passam de um ou dois punhados, embora certamente dezenas de bilhões de seres humanos já existiram, ou ainda existem, desde Adão até hoje. O que falta então, a nós todos, para nos mirarmos no exemplo fabuloso destes poucos heróis verdadeiros, e também conseguirmos dia a dia malhar, mesmo que a ferros, o nosso coração, para que ele adquira aquela fé necessária para mudar até mesmo o curso da história, que parece inexorável? De fato, por não termos muitas pessoas de fé verdadeira entre nós, por não termos entre nós verdadeiros líderes completamente confiados em Deus, também não temos hoje aquela consciência coletiva de fé exemplar, igual a de alguns patriarcas e santos, para através deles o Senhor mudar o curso dos tempos. Nós somos verdadeiros grãos de pó, nada mais que simples poços de miséria, pequenos átomos perdidos no incomensurável tempo e espaço. Mas vejam que, se ligados plenamente em Deus – falo em 100% e mais até que isto – estes grãos de pó podem se tornar em verdadeiros baluartes. Porém, agindo inversamente, ligando-se em homens e confiando em homens, confiando apenas em si mesma, a humanidade tem caminhado de abismo em abismo, de loucura em loucura, até chegar a esta era sepulcral de hoje, onde a cratera do báratro se prepara a fim de nos engolir. Tudo falta de fé! Fé que moldada pela forja da oração, alimentada pelo fogo do amor a Deus, e mantida pela sabedoria profunda da humildade. Adão, acaso foi um homem de fé, nem falemos em Eva? Não! Eles foram os piores exemplos de fé, justo os primeiros seres dotados de uma alma imortal. Sim, eles não precisavam de fé para crer em Deus e nas suas obras - até porque O viam diariamente – mas tinham uma inteligência iluminada o suficiente para perceberem que sem o Criador jamais conseguiriam dar sequer um passo, quanto mais um vôo pelos espaços sem fim, como o faziam. Bastaria eles discernirem, que pela sua força e pelo seu poder, jamais conseguiriam criar sequer um átomo novo, um grão de matéria diferente da que Deus já dera força e existência, jamais criar a vida, jamais então manter o sopro dela. Para o Criador foi decepcionante então a atitude de nossos primeiros pais, o que já poderia antecipar ao Criador uma visão futura das trevas que se abateriam no mundo. Passaram-se os tempos, talvez dois milênios ou mais, e o que a humanidade fez foi cada vez mais sublevar-se contra Deus, cada vez mais afrontá-lO, até chegar ao ponto de tentar erguer uma torre – Babel – para poderem esgrimir espadas, atirar flechas, ou medir forças contra o Morador dos Céus, o Rei dos reis e o Senhor dos senhores! Nenhum dos homens de Adão até Noé – a exceção talvez do obscuro Enoc – mereceu qualquer menção como homem de fé. Mas Noé sim! Este homem seguramente tem seu nome escrito entre as grandes estrelas do firmamento. Eu penso até que os astros do Céu, deveriam ter mudado os seus nomes, sendo os mais brilhantes destinados aos homens e as mulheres de grande fé. Imaginem este Noé, um homem simples, morador de um quase deserto, que durante quarenta anos ficou juntando madeira e construindo uma imensa arca maluca, enquanto dizia ao povo: Virá um grande dilúvio, caso vocês não se convertam! E eu pergunto: Hoje temos seis bilhões de seres humanos ainda vivos. Se Deus fizesse esta proposta hoje – mas todos deveriam não conhecer a Bíblia e a história de Noé – você acha quantos encontraríamos capazes de topar esta parada, enfrentando o escárnio da turba, as blasfêmias, os ataques, as gozações e isso durante tantas décadas, esperando por uma chuva hipotética naquele deserto? Mas vejam, tinha que ter uma fé tão forte e tão ardente, que fosse capaz de manter também confiantes todos os seus filhos e noras, assim como sua esposa e companheira. Penso até que, de partida, alguns milhões aceitariam entrar numa luta inglória destas, mesmo que Deus em “pessoa” lhes tivesse pedido. Mas aos primeiros revezes, às primeiras durezas, aos primeiros ataques, à medida que eles se intensificassem, mais e mais levas abandonariam o projeto, até tornar-se adversários e algozes. Acaso não é isto que acontece hoje? Como são poucos, Senhor!! Seguindo no tempo, as gerações depois de Noé, por quase dois mil anos, também não chegaram a produzir um outro homem notável, daqueles forjados no aço mais tenaz, lapidados no diamante duro, e capaz de fazer tremer o coração de Deus. Mas chegamos a outro – ao patriarca Abraão – quem sabe ao maior homem de fé, que jamais existiu. Deus lhe disse: Deixa a tua terra, tua família, e a casa de teu pai, e vai para a terra que eu te mostrar. Farei de ti uma grande nação; eu te abençoarei e exaltarei o teu nome, e tu será uma fonte de bênçãos. Abençoarei aos que te abençoarem e amaldiçoarei aqueles que te amaldiçoarem; todas as famílias da terra serão benditas em ti (Ge 12,1-3).
Negritei de propósito a última frase do versículo acima, para fazer
uma pergunta bem simples ao leitor. Teste sua fé: Acredita mesmo que
ainda hoje, passados quase quatro mil anos, Deus realmente ainda
continua abençoando a TODAS as famílias da terra por causa desta fé
tão forte, tão assombrosa, tão demolidora deste homem gigantesco,
Abraão? Só imagine o imenso dilúvio de bênçãos que Deus já
derramou sobre todos os povos da terra, sobre todos os países, sobre
todas as famílias e todas as pessoas, apenas por causa da fé dele.
Veja, Sara, que não acreditava, engravidou aos 110 anos de idade, porém
Abraão continuava ainda acreditando sem duvidar em seu coração.
Pense então: Que seria do mundo, se nós tivéssemos não só um
homem de tal envergadura a cada mil anos, mas sim pelo menos centenas
deles? E muitos ainda em cada tempo? Depois de Josué, o terceiro gigante na arte superior de acreditar plenamente em Deus – algo acima até de um dom – e durante muitos séculos novamente não se pode encontrar em Israel, algum nome que merecesse esta condição de estrela de primeira grandeza. Nem mesmo a Davi e Salomão, embora os inúmeros dons que receberam de Deus, se pode dar o mérito desta fé absoluta, pois se a tivessem não teriam cometido tantos deslizes em seus mandatos, mal agradecendo tantas graças recebidas. Verdade é que, quem tem realmente fé em Deus, absoluta e perfeita, não comete pecados tão infantis como os deles. Vejam, porém, que Deus depositou por Davi, embora tantos deslizes, em todas as gerações que se seguiram, um novo dilúvio de bênçãos. Depois destes, a qual deles até Jesus, se pode dar a bandeira da fé? Aos profetas, quem sabe apenas a Daniel, como o mais perfeitamente coberto pela armadura e o capacete da fé, como diz São Paulo. Sim, temos pessoas extraordinárias, e entre eles nós poderíamos citar Judas Macabeu. Ele foi uma pessoa extraordinária, imbuída de um profundo sentimento de defesa de seu povo, de uma fé inabalável de quem, mal armado, com poucos homens, conseguiu assombrosas vitórias sobre seus inimigos, tudo pelo poder do Deus de Israel, em Quem ele confiava. Mas eu seria injusto aqui, se deixasse de citar, também desse tempo, a viúva Macabeu, que viu seus sete filhos serem trucidados em sua frente, do mais velho até o mais novo, sem fraquejar, sem trair ao seu Deus, até ela própria dar a vida por amor a sua fé e ao seu Deus. Exemplos deste tipo, somente nós iremos encontrar mais tarde, na assombrosa saga dos milhões de mártires que deram a vida pela sua fé, pela sua Igreja, mas estes, de muito poucos deles, restou um exemplo de fé tão grande, que, ultrapassando o tempo inteiro de suas vidas, desde a infância, pudesse chegar à eternidade, pelos séculos dos séculos. Chegamos ao tempo de Jesus! Como não creditar uma fé excepcional a Joaquim e Ana, os pais de Nossa Senhora? Como não creditar fé excepcional a homens como o velho Simeão e outros tantos sacerdotes? Como não creditar uma fé poderosa a José, o nutrício pai de Jesus? Mas certamente que a criatura de maior fé, de mais perfeita conformidade e aceitação da vontade divina, de mais profunda consciência do poder de Deus, portadora da mais alta e mais sublime humildade, foi certamente Maria Santíssima. Ninguém, desde as eras mais remotas e até ao mais recôndito fim dos fins, haverá de ser possuído de uma tão arrasadora fé. Eu me tenho tornado suspeito em defesa desta mulher única e exemplar, e penso até que muitos acham que exagero em seus atributos, entretanto, sinto e sei, que por mais que me esforce jamais conseguirei explicar perfeitamente esta fé de Nossa Senhora. Ela foi completamente, integralmente, perfeita e humildemente toda de Deus, não somente teve uma grande fé Nele. É isso que a diferencia e a distancia mais dos mortais comuns: A humildade de serva de Deus! Também daquele tempo, entre os apóstolos, talvez somente André possa merecer a estrela maior, porque acreditou sem ver, desde o primeiro instante. Dos outros, a maioria é um desastre e Tomé certamente é o pior exemplo. Pedro também, como fica bem claro no episódio de andar sobre as águas e nas próprias traições. Mas vejam, mesmo assim Deus edificou sobre ele a sua Igreja, eis que santa e pecadora. No mais, ficam alguns exemplos de grande fé, retirados dos Evangelhos, como são o caso do Centurião Romano e seu criado, da mulher que sofria do fluxo de sangue e daquela que Jesus falou sobre as migalhas aos cães. Estes, de um modo especial, foram pessoas de grande fé inata. Sim, porque a fé pode ser também adquirida, moldada e forjada com o tempo, galgando degraus contínuos rumo a uma intimidade maior com Deus. Verdade é que muitos se perdem pelo caminho e fogem ao primeiro embate, mas muitos também adquirem grande força, capaz de fazer os mesmos milagres que Jesus fazia, “e até maiores”. Na Igreja primitiva, temos pelo menos três séculos de martírios contínuos. Mas a grande maioria deles, embora um testemunho espantoso de fé, foi demonstrado apenas e frutificou, só ou como arraigados à velha tradição, eles nem podiam demonstrar esta fé tão superior à qual me refiro. Paulo, quem sabe, porque desde a infância um perfeito seguidor de sua fé, e depois capaz das maiores demonstrações da fé mais viva. Sim, não resta dúvida de que, mais que os próprios apóstolos, ele foi um exemplo de tenacidade, de entrega humilde, de conformidade com a divina vontade. Dentre os que nasceram cristãos a história não conseguiu talvez produzir mais nenhum novo Abraão, um novo Noé. Obviamente que não podemos ignorar os grandes santos da nossa Igreja. Em especial aqueles que deram a vida por ela. Como não se emocionar diante de pessoas que foram capazes de se deixar queimar a fogo brando, começando apenas pelos pés em contato com as brasas, fogo este alimentado pela graxa do tutano do osso, que escorria lentamente. E assim também as mãos, até chegarem ao ombro. Tudo isso sem blasfemar, apenas por acreditar em Deus! Quem de nós hoje faria isto? Quem teria uma depois de conhecerem a Jesus Cristo e a Sua doutrina de Amor. Antes, como pagãos, tal fé? Ou o exemplo de Santa Serafina, uma pequena cuja fé mudou toda uma cidade. Ela aos dez anos contraiu uma doença pavorosa, que fez do corpo dela uma inteira chaga viva, desde a planta dos pés até o couro cabeludo. A doença não a matava, mas a medicina também não conseguia cura. Então, deitada sobre uma cama de tábuas secas, sem jamais sair dali, sem nenhum conforto, ela passou cinco anos, dia e noite, rezando alegremente, cantando hinos de louvor a Deus cheia de grande fé e amor, até conseguir que toda a cidade se curvasse diante de seu exemplo, e parasse a destruição das famílias. Sem nenhum gemido, sem nenhuma lágrima, sem nenhuma reclamação! Quem de nós faria isto? Onde uma tal fé? Claro que nos comove a fé simples e extraordinária de um São Francisco. Como não se curvar diante de um homem cuja fé singela e de criança, foi capaz de despi-lo de toda e qualquer ligação com o mundo. Como não se curvar diante da fé de um São Bernardo de Claraval, cujo auto-domínio o levou ao extremo de matar em si todo o paladar pela comida, a se privar das menores delícias para seu corpo que era imolado, mas que com isso era também capaz de realizar dezenas de milagres de cura num só dia? Sim, falo em fé capaz de realizar milagres, iguais aos de Jesus. Quantos santos o fizeram na história? Sim, foram milhares e certamente que o céu da eternidade jamais ficará sem brilho, porque assim o promete a palavra eterna: Brilharão como as estrelas do firmamento! Eis, então, os grandes homens e mulheres que povoaram os séculos. Também o Cura D’Ars, na França, também na Itália o Frei Pio, em nosso século, foram homens de uma envergadura de tal modo assombrosa, que jamais os séculos apagarão seu brilho. Frei Pio, fez na verdade milhares de milagres estupendos. Curas magistrais! Conversões sem conta, e um tão grande número de pessoas conduziu para Deus, que dificilmente alguém o deve ter ultrapassado, a não ser claro, Nossa Senhora. De fato, esta fé, este domínio superior de seus próprios corpos e sentimentos, instintos e vontades, é difícil de obter. Chegamos ao nosso tempo! Quantos homens de real fé temos agora, século XXI? Quantos são os homens – vivos – que de tal forma estão ligados em Deus, até o ponto de se igualarem aos santos do passado? Ao que se saiba, Abraão não fez nenhum milagre! Também Noé não o havia feito e assim outros de outros tempos! Então, não é preciso realizar milagres de curas físicas para ser tido como um homem de fé, basta realizar obras da fé. Quais são as obras da fé? Acaso dar comida e matar a fome dos pobres? Não, isto nunca foi obra da fé. Isto é um preceito cristão, a que todos somos obrigados. A fé que eu me refiro, é aquela que mantém a chama de Deus, que Nele confia profundamente e inabalavelmente. Sim, falo de uma fé igual a do nosso querido João Paulo II. Não será a fé deste homem, ainda maior que a fé de um Abraão? De um Noé? Sim, se por quarenta anos Noé construía a sua arca no deserto das areias da palestina, com toda a certeza João Paulo II, não lhe fica atrás. Hoje, ainda, com muitos agravantes. Vejam que, naquele tempo, eram poucos os adversários, hoje são inúmeros. Naquele tempo, com certeza, pelo menos não tentaram destruir o trabalho de Noé, apenas o ridicularizavam. Hoje, porém, não conformados em ridicularizar de João Paulo II, milhares de opositores trabalham furiosos exatamente para destruir a Barca da Igreja de Jesus Cristo. Que tem feito este grande Papa, senão tapar buracos e fazer remendos? Quantos pedidos de perdão ele já fez, que sararam sérias brechas? Mais de 100 pedidos! Eis que hoje, ele tem que lutar contra a rebeldia dos próprios operários, a desobediência do clero, e até mesmo contra o ódio que lhe devotam, este pior que o ataque físico! Quantos rombos no casco deste barco já não fizeram os maçons infiltrados dentro das hostes santas? Quantos estragos já não fizeram os miseráveis modernistas demolidores, cujo lugar no inferno está assegurado desde sempre, caso não se convertam? Quantas desgraças já não causaram à Igreja os comunistas e todos os que os seguem? Quantas maldições já não nos atraíram a teologia da libertação e todas as suas “fome zero”? Quantas tristezas já não lhe causaram as modificações nos ritos, as contradições da doutrina, a falta de catequese, a demolidora desgraça que se abate sobre quase todos os seminários da terra, a falta de amor à administração dos sacramentos e esta assombrosa inércia que se abate sobre uma Igreja à beira da morte, porque não fala mais da vida eterna? Quem ainda fala sobre os novíssimos, Céu, Inferno e Purgatório? Quantos têm coragem de falar sobre o fim dos tempos? Quanto a estes Nossa Senhor nos mostrou pelo Cláudio o seguinte texto: Não obstante, também muitos chefes creram Nele, mas por causa dos fariseus não se manifestavam, com medo de serem expulsos das sinagoga. Assim, preferiram a glória dos homens àquela de Deus (Jo 12, 42,43) Fica então claro! Poucos, muito poucos! E João Paulo II, por mais de cinqüenta vezes tentou nos alertar sobre isto. Nenhum homem, nenhum padre, nenhum bispo, pode dizer que tem fé de verdade, se não consegue perceber os sinais destes tempos do fim. Se não tem coragem de falar sobre eles. E se não o fazem, é porque sua fé está morta ou quase ou porque a covardia – própria dos que não acreditam – já os tomou por inteiro. Vejam, são somente aqueles homens da Igreja verdadeira, que têm seus joelhos cravados fundo em oração, que conseguem discernir estes sinais e compreender seus efeitos. A prova maior de que são poucos padres os que percebem estes sinais é exatamente a falta de oração confiante. E eis aí uma igreja de mortos vivos, de simulacros, de fantasmas assombrados, cada um vagando numa direção qualquer. Vidas sem sentido, porque não é sentido eterno!
Termino com uma frase que ouvi de meu amigo Frei Luiz: “Todo
batizado, que vive em estado de graça, está em condições de fazer
as mesmas obras de Jesus”. Mas para isso, é preciso forjar minha fé,
dia após dia, noite após noite, dominando meus instintos, esmagando
minhas vontades, triturando o próprio “eu” até o NADA, quando
então Deus será TUDO em nós. E você? Quer ser estrela deste
pequeno firmamento? Coragem, Jesus venceu o mundo! Mas, tenhamos fé!
Nós vamos vencer com Ele! |
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