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FALSA PAZ


 

    Muitos textos perderam-se pelo caminho, devido às confusões do site. Este foi um deles, datado de 26/03/2003 e há outros ainda. Como sempre há revelações novas, não custa colocá-las ao leitor. O leitor nem imagina as batalhas que tivemos para renovar todo o site, porque certamente o nosso adversário não gosta nada dele. Mas, quem como Deus? Ou se Deus é por nós, quem será contra nós? Vamos ao texto!
 
    Em La Sallete, nas aparições de Nossa Senhora, ela falou às crianças que o mundo, em um tempo determinado, viveria uma falsa paz que duraria 25 anos, depois do qual, muitas confusões aconteceriam. Esta revelação consta do 21º arcano, e continua nos fazendo perguntar: Quando acontecerá este tempo? Na verdade, mesmo se considerando tempos mais antigos, desde aqueles idos de 1846, jamais se poderá dizer que houve algum tipo de paz tão duradoura no mundo. Sempre, em algum lugar da terra, senão em toda ela, as confusões estiverem presentes, de modo que a humanidade sempre foi testemunha do ódio, sossego mesmo jamais teve. As duas grandes guerras são sinais indicativos claros destes últimos dois séculos de trevas.

     Entretanto, num retorno atento aos dias do passado, vamos chegar ao final da década de 1970, quando o gigante russo começou a dar sinais de cansaço, o que levou ao fim da chamada guerra fria, entre os Estados Unidos e a União Soviética. E o tombo dele aconteceu mais adiante, depois do marco histórico da queda do muro de Berlim, e penso que devemos contar estes 25 anos exatamente a partir dali, notadamente depois do início do pontificado de João Paulo II. Se assim for, estaremos vivendo justo o último ano deste tempo de falsa paz. Embora, pensando bem, mesmo assim as coisas não melhoraram. As guerras continuaram em toda a terra, mas na verdade o que começou a se firmar a partir dali, foi a hegemonia do gigante americano, que, sozinho e sem concorrente à altura, passou a ditar as regras mundiais, com certeza a partir da sua gigantesca e opressora economia.

     Ora, a paz que vemos delineada, é na verdade - como sempre foi – ainda uma falsa paz, uma “pax romana”, ou seja, uma paz aparente, firmada no poder das armas, no poder da opressão econômica, que fizeram nascer na gigantesca nação americana um sentimento quase bestial em relação ao resto do mundo. Esta paz – firmada apenas no poder das armas e não da humanidade, nem dos princípios éticos, nem do respeito mútuo – na verdade é mais falsa do que as outras, porque como nenhuma outra, ela é geradora de ódios. Como um depósito escondido e mal contido, este contínuo oprimir sem fronteiras, este lucrar impunemente, explorar sem sentimentos, desprezar com ostensividade, cuspir e escarrar nos tratados internacionais, passar por cima das resoluções da própria ONU, tudo isso, gera um fermento tal na massa oprimida, que fatalmente, dia menos dia, acabará levedando todo o bolo social. E como bomba pior que a atômica – dia menos dia, acabará também por explodir, com conseqüências das mais imprevisíveis.

     Também se considerarmos internamente, em todos os países do mundo, sem exceção, existem verdadeiras guerras em andamento. Quando não se trata de uma revolução civil, ou tribal como especialmente na África, temos as guerras internas, entre polícia e bandido, do qual o Brasil é certamente o maior protagonista. De fato, o que acontece hoje no Rio de Janeiro é típico de um desgoverno, ou seja, do governo que perdeu o controle da situação e assim também São Paulo. E fico a imaginar um Rio de Janeiro, no dia em que, não homens, mas demônios tomarem as rédeas da situação. Adiante vamos falar sobre este momento terrível, do qual jamais poderemos dar uma idéia exata ao leitor. Na verdade, temos alertado a todos para que se preparem. Que não se iludam com esta calma atual porque ela é aparente. Toda esta situação está pendurada por um fio, e a prova que o homem já perdeu as rédeas, é o crescendo da violência no mundo.

     Para os leitores que nos têm acompanhado nos textos, não precisamos lembrar a previsão já feita por nós antes, de que a guerra contra o Iraque seria mais ou menos como a do Afeganistão. E foi assim! Estranhamente, e inexplicavelmente, o efeito da guerra contra o miserável povo afegão, foi de certa forma até mais devastador que nesta pobre escaramuça. Nem mesmo os mais destacados analistas foram capazes de prever uma tão fraca resistência como a do povo iraquiano e suas milícias, que parecem ter sumido, evaporado, sem reagir. Entretanto, quando previmos que isso se daria, não o fizemos apenas em cima da assombrosa diferença bélica entre os atacantes americanos e as “milícias” de Saddam, mas sim baseados na Bíblia, que não abre espaço – neste tempo intermédio de agora – para nenhuma aventura bélica de expressão maior. Ou seja, só poderemos falar em uma guerra de verdade, quando ela for devastadora, de uma tal forma terrível, que será sem dúvida a última guerra que o homem fará sobre a terra.

     Uma pequena análise da questão do Iraque nos faz, entretanto, pensar. O simples fato de que uma minoria de 40% – os maometanos de origem sunita ligados a Saddam – oprimir a maioria xiita durante mais de 20 anos, dentro do próprio país, já foi um gerador de ódios internos sem limites. O fator que mais evidencia isso, é que, embora o exército invasor ainda esteja naquele território – ainda com armas em punho – e embora as facções estejam divididas, não se pode deixar de levar em conta que, a um simples apelo de alguns líderes religiosos, os xiitas conseguiram por em praça pública uma irada multidão de mais de um milhão de pessoas, a lançar gritos de ordem contra a ocupação americana. É para esta semente de ódio explosivo que devemos olhar. De fato, os líderes religiosos xiítas, se souberem explorar este filão, com certeza irão criar um verdadeiro caldeirão naqueles territórios. Aguardem!

     O livro do Apocalipse, em 9,14-15, que fala da sexta trombeta diz: Solta os quatro anjos que estão acorrentados à beira do grande rio Eufrates. E então foram soltos os quatro anjos, para a hora, o dia, o mês, o ano da matança de uma terça parte dos homens. Ora, o Eufrates é o rio que corta todo o Iraque. Naturalmente que os anjos não estão acorrentados ali, mas este texto quer significar que alguns fatores estavam presos, não permitidos por Deus, mas que a um tempo certo haverão de serem liberados para dar curso aos acontecimentos que levarão a esta mortandade toda. E nos quer parecer que o Iraque e tudo o que acontece no mundo palestino, israelense e árabe é certamente este fermento, esta caldeira em ebulição, que fará explodir o mundo mais adiante. Quem sabe agora, ainda, não aconteçam coisas mais graves – quero dizer nos próximos meses – mas certamente, com no decorrer dos dias isso se verificará. Olhemos pois, para os países próximos do grande Rio Eufrates!

       Quem corre o olhar sobre antigas profecias, vez por outra encontra a citação do Iraque. Este país, onde ficava a antiga Mesopotâmia, desde os primórdios da humanidade se viu envolvido em conflitos, e em vista disso, assim como viu nascer e florescer civilizações das mais diversas, também as viu ruir tendo em vista as guerras em que se envolveram. De fato, se a Bíblia contempla as terras de Israel e cercanias com suas histórias, também aquelas terras são palco de contínuas evoluções dos povos. A própria existência da água, dentro de uma região tão árida como aquela, é certamente um fato por demais expressivo. Mas acreditem, todo aquele povo, ou pelo menos na sua mais absoluta maioria, pode até pousar para as câmeras de TV dando abraços e mandando beijos para os soldados americanos, mas com certeza absoluta, o desejo de seus corações é morder neles, se possível matar, e de morte bem violenta. Mesmo as tribos libertas pensam assim, porque ninguém quer ver o outro dominando sobre seu território.

     Assim, cremos que os americanos arrumaram uma bela sarna para se coçarem. Não bastasse o incitamento do povo ao ódio contra o dominador, ainda existem outros pontos de atrito que se vêm somar à mistura do caldeirão. Entre estes, o desejo de autonomia do povo curdo, ao norte, extremamente humilhado que foi por Saddam, é coisa que chama atenção. Tudo isso é semente de encrencas futuras, que só com mais opressão se conseguirá conter. E opressão que gera ainda mais ódio. O fato de os EUA pretenderem conduzir eles próprios o povo, em um governo provisório, implica na manutenção de grandes exércitos de apoio em terras iraquianas, o que soma custos e acumula problemas. Ou seja, eles ali entraram com facilidade, mas certamente não sairão da mesma forma. Tudo leva a crer que eles ainda pagarão muito caro por causa desta agressão, pois certamente não ficará assim.

     Ora, quem observa as cenas de autoflagelação dos xiítas, mostradas pelas televisões do mundo inteiro, onde os jovens furiosos se mutilavam com cutelos e facas, rostos em sangue, corpos dilacerados, lembrará imediatamente dos milhares de homens bombas que naquelas regiões estão dispostos a morrer, desde que levem junto muitos outros ao túmulo. Sinto que a resistência do povo iraquiano – se foi num momento sufocada pela assombrosa diferença do poderio bélico – logo se fará sentir em pequenas escaramuças, em ataques suicidas, em ações não só dentro do Iraque, mas em muitos lugares da terra, especialmente onde houver cidadãos americanos, e em outros países que apoiaram a guerra sem dúvida. Não só o povo iraquiano estará envolvido nestas ações, como certamente todas as nações islâmicas, pois votadas de interdito já desde antes de haverem nascido.

     Certas profecias dão conta de que, a um tempo determinado e futuro – não distante ao que tudo indica – todos estes povos árabes e muçulmanos se unirão como se fossem uma nação só. Atiçadas por um espírito de fanatismo religioso levado ao grau extremo de ferocidade, elas tomarão rumo especialmente da pobre Europa, hoje uma terra paganizada, uma terra que se faz maldita em seu verdadeiro desprezo contra Deus, e exatamente por se fazer maldita atrairá também a maldição. E então, num tempo ímpar da história do mundo, todos os ódios acumulados por estas nações, belicosas e fanatizadas, haverão de explodir a um só grito. E ninguém, analista político algum, cientista de qualquer espécie, poderá então fazer sequer uma idéia do que acontecerá, pois toda a terra sentirá seus efeitos devastadores.

     Já colocamos isso diversas vezes, mas não custa lembrar. Muitas pessoas duvidam de que estas profecias possam se cumprir num espaço de tempo muito curto. Ontem mesmo falando com um divulgador de nossos livros, ele dizia que tem a maior dificuldade em aceitar que estas coisas aconteçam, ainda, por exemplo, dentro do mandado de João Paulo II, pois sua saúde precária não lhe aparenta dar muitos anos de vida. Entretanto, o que muitos esquecem de considerar, é que haverá um dia em que os “freios” de Deus contra a loucura humana, não irão mais funcionar. E haverá um tempo, aquele do “silêncio do céu” citado em Apocalipse 8,1: Fez-se silêncio no céu, de cerca de meia hora. Pensamos que este silêncio parcial do céu – porque o silêncio total significaria o extermínio completo da raça humana em alguns minutos, pelos demônios – não deve passar de meio ano.

     Ou seja, os anjos acorrentados à beira do Eufrates, serão soltos apenas para que abram as portas do inferno, a fim de que este se derrame sobre a terra. Jesus tem falado aos seus profetas, que se Deus permitisse aos demônios esganarem as pessoas com as próprias garras, em menos de um minuto eles matariam todos nós. E como eles não podem fazer isso diretamente – pois obedecem a Deus – terão que instigar, que agir sobre os homens para que eles se tornem ainda mais maus.

     Então multidões de pessoas – os que hoje não rezam, não acreditam em nada, não se preparam – se tornarão completamente irreconhecíveis. Na verdade, isso não aconteceu antes, porque Deus Misericordioso tem imensa pena de nós homens, e na Sua Paciência inexplicável – para os padrões de entendimento humano – jamais permitiu que os demônios ultrapassassem certos limites, mas virá o dia, e dia não longínquo, em que – por força da nossa livre vontade em os acolher – eles serão soltos destas amarras, exatamente para que o homem prove o sabor do inferno aqui na terra, coisa que ele sempre quis.

     Vejam! Há muitos séculos que Deus vem dando todas as chances ao homem! Ele nos legou o Evangelho e a Doutrina do amor e nos deu Jesus Seu Filho, nos deixou a Igreja, os sacramentos e todos os caminhos de salvação. Entretanto, Deus não cobra resultados. Deus não exige comportamentos! Deus não castiga e por isso muitas pessoas confundem tudo aquilo que virá como um castigo, quando na verdade trata-se apenas de expressão da vontade humana.

     Noutro dia, na páscoa, conversando com duas de minhas irmãs que ainda não estão no caminho, quando lhes coloquei diante dos olhos algumas profecias que falam em catástrofes, em morte e destruição da humanidade, imediatamente me pareceu ver em seus olhos uma centelha de ódio contra Deus, que permite uma tal coisa. E quantos milhões de pessoas pensam como elas? Aliás, esta é uma das astúcias de satanás: Promover o caos, e colocar a culpa em Deus! Eis porque esta geração maldita de hoje chega ao desplante de achar que Lúcifer foi um injustiçado. Mal observa ela que todas as desgraças, todas as doenças do mundo, são o preço que satanás cobra para deixar o mundo em uma certa paz, ainda que relativa ou falsa.

     E que acontecerá quando não mais houver nenhuma paz na terra? Que farão homens comandados pelos demônios? Que farão homens dirigidos pelos espíritos infernais? Tenho plena certeza de que, muitos de nós, iremos ver nossos amigos – pelo menos dizem que são – cometerem as barbaridades mais incríveis. De uma hora para outra, e sem motivo aparente, eles serão capazes de matar, fria e covardemente, e isso sem sentirem peso algum na consciência. Como que cegados completamente, lhes parecerá bom eliminar algumas pessoas, para o bem do mundo futuro, e sem sentir remorso algum, eles puxarão o gatilho ou espetarão a faca, pois um espírito de torpor e de cegueira lhes empanará o entendimento.

    Imaginem, então, se dentre nosso meio “civilizado” e “religioso” isso se fará, que não cometerão povos bestializados e insanos? Que não farão as massas enfurecidas por um sentimento “religioso” exacerbado, se incitadas ainda à violência por seus líderes religiosos, elas que assim já não têm controle de seus atos? Ora, na presente guerra contra o Iraque, com mais de 25 mil bombas jogadas apenas pelos invasores, e afora os tiros de canhão, de fuzil e metralhadora, e mais, com as munições gastas pelas milícias de Saddam, conta-se que o número total de mortos não passou de quatro mil, que farão os povos para se matarem à razão de uma terça parte da humanidade? Onde achar bombas para tantas mortes, se serão lançadas apenas três ogivas nucleares? Como então matar tanta gente?
     Ora, na matemática direta isso significaria 6,25 bombas por pessoa, ou 12,5 bilhões de bombas para matar esta terça parte dos homens. Onde está isso? Quem tem uma tal quantidade de armas? Na verdade, hoje, enquanto o céu ainda detém os freios dos maus, eles “polidamente” se restringem a apenas atingir “alvos militares” e a “matar soldados”. Entretanto, quando os anjos do inferno forem soltos, ninguém mais se preocupará em atacar apenas alvos militares ou a matar somente soldados, mas sim eles se voltarão contra as populações civis, crianças, mulheres, velhos, grávidas, jovens, não importa, todos serão alvos de ataque. E não somente se usarão bombas, mas sim o que estiver ao alcance. Penso, inclusive, que em muitos lugares, serão as armas brancas, facas e espadas, os objetos da matança. Porque isso proporciona sem dúvida um “prazer” maior ao celerado, o fato de ver escorrer o sangue das vítimas.

     Isso explica, certamente, que alguns rios da Europa, notadamente Rodano e Reno, ficarão completamente tintos de sangue por largas extensões. E explica certamente as profecias bíblicas que falam que, naqueles dias, o sangue se acumulará nas ruas até a altura do freio dos cavalos, ou seja, um metro de altura. Cremos que isso não acontecerá no sentido lato da palavra – o sangue em si – mas sim que os cadáveres se empilharão nas ruas até esta altura, porque ninguém é capaz de fazer a conta de até onde chegará a bestialidade humana. De fato, o uso de agentes químicos venenosos, o uso de doenças inoculadas, o uso de gazes tóxicos e coisas do gênero, do qual não escapam nem os escaravelhos do quintal, nem os rebanhos, também não pouparão sequer as árvores e jamais aos seres humanos, este o grande objetivo.

     O homem, na verdade, construiu para si uma frágil civilização, cujos comandos não passam de arremedos. O exemplo típico da pneumonia asiática – a pedra da vez da imprensa mundial – é prova da fragilidade humana. Por qual motivo ele começou na China. Nunca esqueçam a grande nação chinesa, com sua quinta população incontável, quando quiserem olhar o futuro da humanidade. A China se prepara como nenhuma nação para a guerra. Enquanto o ocidente dorme, ou parou de criar novas armas, os chineses constroem nas escondidas um arsenal novinho em folha, com as armas mais modernas, e todos os meios possíveis de destruição em massa. E entre eles, certamente, estão os vírus inoculáveis de doenças contagiosas, coisas que não só eles desenvolvem, mas que muitos países possuem. Porque não considerar que este vírus escapou de algum laboratório chinês, para ser assim tão devastador?

     Ora, fala-se que os Estados Unidos têm os vírus de em torno de 160 doenças, não só guardados em seu estado natural, mas com um efeito destruidor multiplicado ao extremo, de modo que qualquer um deles posto no meio do povo, pode levar ao óbito em poucos dias milhares de pessoas. O grande poder de um vírus destes, é que ele pode ser levado às escondidas para o meio da nação que se quer contaminar e lá ser largado. Enquanto isso, as populações do agressor podem ser imunizadas com um antídoto, pois ninguém é louco de enfurecer um vírus num laboratório, sem manter também o agente imunizador. E assim, em tempos de paz logo se perceberia quem foi o agressor, entretanto, em tempos de guerra, quem se preocuparia com isso?

     Lembram-se de alguns anos atrás, quando explodiu aquela epidemia de cólera, vinda do Peru? Ora, aquele vírus já se considerava erradicado há muitas décadas. Como foi surgir assim de repente lá no alto dos Andes? Jamais alguém me poderá convencer de que aquilo não foi um teste feito por alguma destas potências do mal, para ver como o vírus reage no meio do povo e como funcionam os antídotos. Muitos sabem que já, em diversos países, morreram cientistas em certos laboratórios, pelo fato de haverem se contaminado com certos vírus de doenças ainda incuráveis. O que não estará preparado então, para esta humanidade tão odiosa? Que ao invés de buscar a cura dos males, os fomenta e procura ainda aumentar o poder destruidor?

     É destas coisas que fará uso o homem para se matar, para se autodestruir. E Deus se obrigará a frear o curso dos acontecimentos, sob pena de sucumbirem todos os homens da face da terra. De fato, as mesmas profecias nas quais me baseio para fazer estas colocações, dão conta de que, a um dado momento, sem qualquer motivo aparente, as forças agressoras perderão o ímpeto. Quando tudo parecer perdido, então o poder destruidor se aquietará. Os povos ismaelitas, os muçulmanos em geral, praticamente desaparecerão da face da terra, engolfados no próprio ódio. Muitos, porém, se converterão ao cristianismo e sobreviverão à hecatombe. Mas não serão forças humanas quem sustarão seus ódios e sim uma força invisível, da parte de Deus. Para mostrar ao homem que existe só um Senhor, que existe este Senhor, e que todo aquele que não se submeter a este Senhor, não herdará o Reino que Ele preparou para os homens de boa vontade.
 
     A sorte do mundo foi lançada nas margens do Rio Eufrates. E para que os leitores melhor se conscientizem disso, lembro que no capítulo 16, do Apocalipse está dito: O sexto anjo derramou sua taça sobre o grande rio Eufrates, e secaram-se as suas águas para que se abrisse caminho para os reis do oriente. Esta invasão se dará certamente contra Israel, naquele que será o início da derrocada final, dando curso à 3ª Guerra Mundial. E acontecerá em muitos lugares da terra aquele oráculo que assim diz: Os vivos invejarão os mortos!

     É por isso que Nossa Senhora repete tanto: Rezem! Rezem! Rezem! Se a guerra não puder ser evitada com as orações, certamente nos darão forças para vivê-la! Lembremo-nos de que a única paz possível é aquela que vem de Cristo. Vivamos na certeza da ressurreição meritória de Jesus, que nos dá a esperança de que, se este mundo está para apagar suas luzes, certamente depois dele virá um outro onde nós jamais teremos que viver tantas angústias.

O Rosário de Maria continua sendo a principal arma. A Eucaristia o Grande Escudo!

Com ambos, difícil! Sem nenhum, impossível!

Fonte: Recados do Aarão

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