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ISRAEL, MEU ELEITO !
Nos últimos meses, as pessoas têm se acostumado a assistir nos noticiários das TVs e também nos jornais, enfoques sobre a guerra entre israelenses e palestinos. Cada um, é claro, toma suas posições, faz seus cálculos e raciocina em cima da própria lógica. Mal sabem as pessoas que, em se tratando de povo judeu, a lógica humana nunca prevalece. E pela lógica, a questão entre estes dois povos já deveria ter se definido ha muito tempo. Afinal, os povos palestinos e árabes, vizinhos de Israel e seus desafetos, somam mais de 57 vezes em número o povo judeu. Também o poderio econômico dos povos árabes é muito superior ao deles. Também a necessidade de conviverem com o inimigo dentro da sua própria casa – caso dos palestinos que trabalham em Israel – é causa de muitos atentados, que têm tirado muitas vidas preciosas deste pequeno povo, o eleito de Deus. Assim, a primeira vista, poderemos pensar que a questão de Israel é uma causa perdida. Que, mais dia menos dia, este pequeno povo será esmagado pelas forças inimigas que o rodeiam, trazendo enfim a paz para o Oriente Médio. Nada mais enganoso! Nem mesmo a pretensa “proteção”, pois apenas interesseira, dos EUA àquele pequeno país, pode ser citada como motivo pelo qual Israel ainda não foi subjugado. Nada disso! O que, na verdade, mantêm Israel funcionando, é o poder de Deus. O que esquecem muitos analistas e historiadores, é buscar lá atrás, nas brumas do tempo, aquilo que o Senhor Javé determinou para a descendência de Abraão e a casa de Jacó. O que conta não é o número do povo judeu, mas sim a Palavra do mesmo Deus que os dispersou entre os povos da terra, “porque o Senhor terá compaixão de Jacó e ainda dará a Israel a sua predileção e os restabelecerá na sua terra, os estrangeiros se reunirão a eles e se agregarão à casa de Jacó. Os povos virão busca-lo para conduzi-lo à sua morada. Possui-los-á a casa de Israel na terra do Senhor, como servos e servas. Conservarão prisioneiros aqueles que os tinham detido e dominarão sobre seus opressores” (Is 14,1-2). Sim, esquecem tudo isso os desafiadores de Deus, em seus arrogantes prognósticos. Na verdade, está muito perto o tempo de o Senhor voltar a ter compaixão sobre a casa de Jacó, pois ele é sem dúvida o povo da Sua predileção. E Israel jamais será dominado, seja por quem for, nem que seja por todos os exércitos do mundo; ao contrario, Israel dominará sobre muitos. E, verdade, isso ainda nunca aconteceu a este povo. Desde os idos do profeta Isaias, nos tempos do exílio, até sua volta, a reconstrução da cidade “em tempos difíceis” (Dn 9,25), e depois logo a dominação romana por muitas décadas. Enfim, o longo exílio de mais de 1900 anos disperso entre os povos da terra, nada disso foi capaz de quebrar a unidade deste povo, exemplo único na história mundial. Em nosso livreto, “O Milagre do Fim”, colocamos algumas chamadas de atenção sobre este povo, para que os leitores não se deixem levar pelas aparências. Não se iludam os nossos amigos, diante da aparente fragilidade deste pequeno estado. Não se iludam também diante do pretenso poderio dos exércitos árabes. Ainda que eles fossem mil vezes mais fortes, mesmo assim não os suplantariam. E mais, ainda que se unam todos os povos da terra contra eles, com todos os seus exércitos, com todas as suas ogivas nucleares. Ainda que eles plantem um tanque de guerra em cada quadra de Israel, e que destinem um míssil teleguiado para cada prédio de Jerusalém, ainda assim eles jamais destruirão Israel. Isso não é simples suposição minha: á palavra de Javé, o Senhor dos Exércitos! Ora, a simples menção que faço de coisas de – aparentemente – tamanho contra-senso, deve levar muitos leitores ao desdém. Quem sabe um olhar de mofa! Quem sabe um sorriso condescendente, igual a aqueles que se destina a um sujeito que perdeu o uso da razão. Sabe, um destes sentimentos de pena e compaixão. Pois bem, eu lhes digo, é questão de tempo para prova. Peço apenas mais algum tempo, e os fatos que se sucederem no mundo, indo ao roldão de mil dilúvios, haverão de provar quem tem razão: os cépticos ou aquele que se firma na Palavra de Deus, eterna e imutável, verdade absoluta e perfeita! E esta Palavra diz: “Eis a praga com que o Senhor ferirá todos os povos que atacarem Jerusalém: apodrecerá sua carne, estando eles ainda em pé; seus olhos apodrecerão dentro de suas órbitas e apodrecer-lhes-á a língua dentro da boca. Naquele dia o Senhor semeará pânico no meio deles, de sorte que se atacarão mutuamente e levantarão as mãos uns contra os outros” (Zc 14,12-13). Acaso algum dia já aconteceu isso? Acaso, sendo isso Palavra de Deus, deixará de se cumprir algum dia? Então aguardem, a chegada do Dia do Senhor, aquele, que “virá como um ladrão”, e que cairá sobre a terra como um laço! Vejam! Analisando bem, Israel, sozinho, é uma nulidade. Seu exército, embora entre os mais bem preparados e eficientes do mundo, sozinho, tem pouco poder de fogo. Na verdade, sozinhos, em poucas horas seriam varridos da face da terra. Ademais, este mesmo exército de Israel, hoje dá provas de ineficiência. Atira no prédio de Arafat e acerta no seu helicóptero, entre outras barbaridades mais. Prova de que, sozinho, ele nada pode! Mas eles têm Deus ao seu lado, mesmo que - não se negue - seus soldados sejam realmente arrogantes e maus. Embora muitos não acreditem nisso, a verdade é que Javé não esquece a Sua promessa. E é Ele quem diz pela boca do profeta Isaías: “se te castiguei na minha cólera, na minha bondade tenho piedade de ti” (6 ,10). E assim por centenas de versículos, Deus vai desfilando suas promessas, derramando seu amor sem conta por este povo, embora O tenha afrontado quase infinitas vezes. Para todos aqueles, pois, que odeiam Israel e o povo judeu, seja dito: atentai para as palavras do Senhor! Não provoqueis ainda mais a Sua cólera! Pois “Aquele que dispersou Israel o reunirá e o guardará qual pastor o seu rebanho” (Jr 31,10). E se o Senhor o guardará, “quem é como Deus?” Atentem assim, todos aqueles que acompanham as hostilidades em Jerusalém: mesmo que, por hora, aconteçam ainda situações escabrosas como a da Basílica da Natividade e até mesmo coisas piores, mesmo que continuem os atentados diários, não é este o rumo verdadeiro da guerra. Não serão em si os palestinos sozinhos a se lançarem sobre Israel, o pequeno protegido do Senhor. Quando vier o momento oportuno, sobre ele se lançarão em peso todos os povos, conduzidos pelo ódio monumental e arrogante do anticristo e seus sequazes. “Então sairá o Senhor e pelejará contra aquelas nações: Ele combaterá como o sabe fazer em tempo de guerra”(Zc 14,3). E acontecerá a mais humilhante de todas as derrotas, como jamais houve antes nem haverá depois. Eis que todo o poderio militar e todo aquele imenso número de soldados, está fadado – decreto divino – a perecer nas terras de Israel. Aguardem, pois a seqüência: 1) Por hora só escaramuças; 2) Mais adiante, um ataque espião dos estados Unidos contra Israel que atinge Jerusalém; 3) Israel declara guerra aos 10 reis do anticristo, ou seja, a todos os poderosos da terra; 4) As tropas mundiais, em número de 200 milhões de soldados (Ap 9,16) se atirarão contra o pequeno Israel para o arrasar (Ez 38,15); 5) Deus intervém diretamente na batalha (Zc 14,3) (Ez 38,18); 6) Israel vence a guerra contra todo aquele monstruoso exército (Ez 38,22); 7) Israel leva sete meses para enterrar os milhões de cadáveres dos adversários que juncam seu solo (Ez 39,12); 8) O povo judeu reconhece que a vitória não é devida a eles em si, mas sim a Deus (Zc 12,5); 9) Acontece a Santa Missa no Calvário, celebrada por João Paulo II; 10) O povo judeu se converte em número expressivo e aceita Jesus como o seu Messias (Zc 12,10-13) e com esta atitude escancara as portas para a chegada do seu Jesus, Aquele mesmo que eles mataram, e O acolhe, agora, e para sempre. Sim, Israel voltará proximamente à casa paterna. Filho pródigo, exilado por vinte séculos entre as “nações pagãs”, agora já está reunido e de posse de sua antiga terra. E Deus o Pai, aguarda paciente sua reconciliação e não se duvide disso, “pois se o seu pecado ocasionou a riqueza do mundo, e a sua decadência a riqueza dos pagãos, que não fará a sua conversão em massa?”(Rom 11,12). Pois “Deus não repeliu o seu povo que Ele de antemão distinguiu”(11,2). E se Deus o distinguiu e se Deus a ele prometeu, Sua aliança é eterna e Seu decreto imutável. Pode, pois, cair todo o universo em cima de Israel, mas se for esta a vontade de Deus, nem um só fio de cabelo de seu povo será arrancado. Rezemos todos pela conversão da casa de Israel. Para que toda a casa se converta. Este fato é a única condição e sinal faltante, para que aconteça finalmente o retorno glorioso do Senhor que vem. E quando olharmos para o povo judeu, não nos fixemos nos fariseus que o governam nem tampouco nos extremistas que sobre ele exerceu sua arrogância. Lembremos antes do povo ordeiro e trabalhador, cuja “população recolhida de entre os pagãos, que, residindo no umbigo da terra, se ocupa agora com a criação e o comércio” (Ez 38,12). Lembremos que eles são as primícias, a raiz, que embora por um tempo separada do tronco da Árvore da Vida, logo voltará a ser enxertada (Rom 11,24) para produzir frutos eternos. Israel pertence a Deus! Ai dos que conceberem o mau desígnio de o atacar? Fonte: Recados do Aarão |
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