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02/10/2007
Nossos
anjos
O
Anjo da Guarda
Em homenagem aos nossos bons Anjos da Guarda colocamos estas histórias
acontecidas com padre Pio. São amostras do quanto eles nos ajudam e
protegem.
Um ítalo-americano que viveu na Califórnia, freqüentemente pedia a
seu Anjo da Guarda, que por piedade levasse um importante recado ao
Padre Pio. Um dia depois da confissão, ele falou na igreja com Padre
Pio, perguntando se o Anjo da Guarda havia lhe dado o recado. O Padre
Pio respondeu: Tu crês que sou "surdo"? E o Padre Pio
repetiu o que ele há poucos dias antes havia dito ao seu Anjo da
Guarda.
O Padre Linio contou que estava rezando ao meu anjo da guarda para que
interviesse e falasse ao Padre Pio em favor de uma senhora que estava
muito mal. Porém parecia que as coisas não mudavam em anda.
Encontrei o Padre Pio e disse: Padre pedi a meu Anjo da Guarda que
pedisse ao senhor por aquela senhora. É possível que não tenha
feito? Respondeu o Padre Pio: E tu o que crês? Que ele seja
desobediente como tu e eu?
O Padre Eusébio narra: Estava viajando a Londres em avião, contra o
conselho do Padre pio que não quis que eu usasse aquele meio de
transporte. Em quanto sobrevoávamos o canal da Mancha uma violenta
tempestade abateu sobre o avião, e nos encontrávamos em grave
perigo. Entre o terror geral, eu recitei o ato de contrição e não
sabendo outra coisa a fazer, mandei ao Padre Pio, um pedido pelo meu
Anjo da Guarda, suplicando ajuda urgente. De regresso a San Giovanni
Rotondo fui ver o Padre Pio. "Menino", me disse. -
"Como estás? " "Passastes bem o tempo todo?" -
"Padre!, eu disse, estive a ponto de morrer" - Então porque
não obedeces?" - "Porém eu rezei ao meu Anjo da
Guarda"... "É menos mal que ele chegou a tempo!
Um advogado de Fano, Itália estava regressando à sua casa em
Bolonha. Ele estava dirigindo seu veículo que era modelo Fiat 1100.
No carro encontravam-se sua mulher e seus dois filhos. Num certo
momento, sentindo-se cansado, o advogado foi substituído no volante
pelo seu filho mais velho, Guido, o qual se encontrava dormindo. Após
alguns quilômetros perto de San Lázaro, também o filho dormiu.
Quando acordou deu-se conta que se encontrava a um par de quilômetros
do povoado de Imola. Assustado ele gritou: - “Quem havia dirigido o
carro? Tinha-lhes acontecido algo... Não - responderam todos. O filho
mais velho despertou e disse que havia dormido profundamente. A mulher
e o filho mais novo, incrédulo e maravilhado, disseram haver
percebido um modo de dirigir o carro diferente do usual: às vezes o
carro esteve a ponto de se chocar com outros veículos, porém na última
hora, não acontecia devido a manobras perfeitas. Também a maneira de
fazer as curvas era diferente. “Sobre tudo”disse a mulher não
colidimos pelo fato de vocês estarem dormindo o tempo todo, não
respondendo as nossas perguntas. Disse o marido: “Eu não pude
contestar porque adormeci”. Entretanto quem tinha conduzido o automóvel?
Que havia impedido os acidentes?... Alguns meses depois o advogado foi
a San Giovanni Rotondo e o Padre Pio quando o viu, apoiando sua mão
no ombro dele, disse: “Tu ficastes dormindo e o Anjo da Guarda
conduziu o veículo”. O mistério foi revelado.
Uma filha espiritual do Padre Pio estava caminhando para o Convento em
uma estrada pelo campo. O padre Pio a esperava no Convento dos
Capuchinhos. Eram dias de inverno e nevava, o que dificultava
caminhar. Ao longo do caminho ela acreditava que não conseguiria
chegar até o Convento na hora marcada. Cheia de fé, ela rogou ao seu
anjo da guarda para que avisasse a Padre Pio que chegaria atrasada
para o seu compromisso, devido ao mal tempo. Chegando ao Convento ela
constatou com grande alegria que o monge a aguardava em uma janela, da
qual ele lhe sorriu, cumprimentando-a.
Um homem certa vez contou: “Padre Pio, parava freqüentemente na
sacristia para cumprimentar suas crianças e amigos espirituais, com
um beijo. Um senhor comentou que um homem naquela posição deveria
cumprimentá-los somente com a bênção, e não com um beijo”. Para
a surpresa daquele senhor, no dia 24 de dezembro de 1958, estando em
confissão com Padre Pio, quando estava ao fim, seu coração
palpitava fortemente e estava tão emocionado que perguntou ao Padre
Pio: “Padre, hoje é Natal e eu posso lhe cumprimentar com um
beijo?” Pio com uma doçura que não se consegue descrever, mas
somente imaginar, lhe respondeu: “À frente meu filho, não percamos
mais tempo!”. Ele me abraçou e eu o beijei como um pássaro,
alegre, e saí daquele lugar cheio de alegrias celestiais, fora
aqueles carinhos na cabeça que ele me deu, o que dizer deles!
Depois de algum tempo, antes de partir para St. Giovani Rotondo, quis
obter um sinal particular de predileção do Padre Pio. A benção
dele não era suficiente. Eu também queria que me cumprimentasse com
aqueles carinhos na cabeça, que eram para mim o de um verdadeiro pai.
Tenho que dizer que eu como um menino, nunca senti falta dos carinhos
do Padre Pio. Mas num certo dia, na sacristia tinha muitas pessoas
querendo cumprimentar Padre Pio, a sacristia era pequena e por isso o
Pe. Vincenzo exortou a todos com a severidade habitual: “Não
empurrem... não atrapalhem o Padre Pio... para trás...”. Neste
momento eu me desencorajei e pensei: “Partirei sem a benção do
Padre Pio. Não quis ir até ele e por isso pedi ao meu anjo da guarda
para se tornar um mensageiro e contar ao Padre Pio que eu iria partir,
e disse com estas palavras: Pai, eu parto, desejo receber a benção e
o carinho paternal do Padre Pio, para mim e para minha esposa”.
Padre Vincenzo ainda estava repetindo... “Não empurrem Padre Pio...
não empurrem”. Quando aquele padre piedoso, caminhou ao meu
encontro, eu sentia ao mesmo tempo uma grande ansiedade e uma grande
tristeza. De repente ele veio ao meu encontro, e sorrindo me deu
aqueles carinhos na cabeça e estendeu a mão para que lhe beijasse.
Uma mulher estava sentanda em um quarto do Convento dos Capuchinhos. A
Igreja estava fechada. Era tarde. A mulher rezava em seu íntimo, e
repetia com seu coração: “Padre Pio, me ajude! Anjo da guarda, por
favor, vá dizer para pai Pio que me ajude, caso contrário minha irmã
morrerá! “Da janela sobre ela, veio a voz do padre Pio: “Quem está
me chamando? Qual é o problema?” A mulher admirada contou sobre a
doença de sua irmã e Padre Pio, foi ao encontro da mulher doente e a
curou.
Um homem contou para Pai Pio: Eu não posso vir vê-lo freqüentemente.
Meu salário não me permite tais viagens longas e caras. Pai Pio
respondeu: Quem lhe disse que você precisa vir aqui? Você tem seu
Anjo da guarda, não o tem? Você conte o que você quer, o envia
aqui, e você terá a resposta!
Quando Pio era um padre jovem ele escreveu uma carta ao seu confessor
dizendo: quando fecho meus olhos e a noite vem, eu posso ver o Céu
que aparece diante de mim. Fiquei muito alegre por esta visão, porque
assim posso dormir com um doce sorriso nos lábios e com uma face
tranqüila, como que a espera do menino da minha infância que virá
me acordar e começaremos a cantar juntos elogios ao Grande amor dos
nossos corações.
Um dia Padre Alessio se aproximou de Pai Pio com algumas cartas na mão,
para lhe fazer perguntas mas pai Pio lhe falou bruscamente: - Você não
está vendo que eu estou ocupado? Me deixe só. Padre Alessio foi
embora aborrecido. Pe. Pio vendo como Pe. Alessio ficara, correu atrás
dele e lhe disse: - Você não viu quantos anjos estavam perto de mim?
Eles eram o Anjos da guarda de minhas crianças espirituais, que
vieram trazer as mensagens deles para mim. Eu tinha que lhes dar
respostas, informá-las.
Um doutor perguntou para Padre Pio: - Tantos anjos vivem sempre junto
de você. Eles não lhe dão problemas? - Não, eles não fazem nada.
Padre Pio com uma simplicidade respondeu. - Eles são muito
obedientes.
Padre Pio disse certa vez a uma pessoa: - Nós rezaremos pela sua mãe,
para que
o seu anjo da guarda lhe faça companhia.
Uma das crianças espirituais de Padre Pio, disse: Pai Pio é tão
piedoso, sempre escuta aqueles que o chamam. Uma noite, um grupo de
amigos que chegara a pouco a St. Giovanni Rotondo, estavam falando da
pessoa do Padre Pio e ingenuamente começaram a enumerar perguntas que
queriam fazer para ele e pediram a seus anjos que levassem os pedidos
ao padre o mais cedo possível. No dia seguinte depois da Santa Missa,
padre Pio lhes reprovou: - Vocês não me deixaram tranqüilo a noite
passada! Mas o sorriso de padre Pio, desmentia suas palavras. Nisso
eles viram que o frade lhes tinha atendido.
Pio, você pode ouvir tudo o que o Anjo da guarda lhe conta? Uma
pessoa perguntou para Padre Pio. E ele respondeu: - Claro que sim! Você
pensa que os anjos são desobedientes como você? Me envie seu Anjo da
guarda!
É inútil que me escrevas, porque eu não posso lhe responder.
Envie-me seu Anjo da guarda sempre, e eu farei tudo. Seu Anjo da
guarda me contou algumas coisas que me fazem entender sua desconfiança.
Invoque o seu Anjo da guarda, pois ele te iluminará e te guiará no
caminho de Deus. Deus o deu a você. Então o use.
Se a missão do nosso Anjo da guarda for uma grande missão, a minha
missão é sem dúvida maior, porque ele tem que ser como um professor
para me explicar outros idiomas.
Envie-me seu Anjo da guarda, porque ele não paga ingresso no trem e
nem consome seus sapatos.
Para todas as pessoas que vivem há um Anjo da guarda. Por isso ninguém
se encontra sozinho.
Fonte:
Recados do Aarão
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